| NO MUNDO UMA EM CADA 7 PESSOAS PASSA FOME ... |
| PIB DA CHINA DESACELERA NO TERCEIRO TRIMESTRE ... |
| PRODUÇÃO DE AÇO BRUTO SOBE 3,6% EM SETEMBRO ... |
| ABIMAQ - COMPETITIVIDADE SÓ COM DOLAR A R$2,10 ... |
| COM ESTOQUES ALTOS INDÚSTRIA REDUZ PRODUÇÃO ... |
| COCA COLA É A MARCA MAIS VALIOSA DO MUNDO EM 2011 ... |
| CONFIANÇA DO CONSUMIDOR CAI 3,4% EM SETEMBRO ... |
| GOLDMAN GOVERNA O MUNDO (SEGUNDO ESPECIALISTA) ... |
| DEFICIT DA PREVIDÊNCIA RECUA 32,5% EM AGOSTO ... |
| O Grupo Multiplan se apresentou no dia 27 de setembro para os Associados da APIMEC RIO ... |
| BRASIL TERÁ MAIS 77 SHOPPINGS ATÉ 2013 ... |
| EMPREGO NA INDÚSTRIA ESTAGNADO ... |
| GOVERNO TEM QUE CONTROLAR INFLAÇÃO COM MUITO RIGOR ... |
| PREJUIZO COM IRREGULARIDADES NOS TRANSPORTES PASSA DE R$ 600 MILHÕES ... |
| O PIB PER CAPITA DE AlAGOAS É IGUAL AO DA CHINA. VOCÊ IMAGINARIA ISTO ? ... |
| NA ERA DO E-MAIL SERVIÇO POSTAL AMERICANO LUTA PARA EVITAR CALOTE ... |
| BOLHA DE IMÓVEIS VEM TIRANDO O SONO DOS BANCOS DA CHINA ... |
| BANCO CENTRAL REDUZ TAXA BÁSICA EM 0,5 PONTO ... |
| ESTAGNAÇÃO NA INDÚSTRIA BRASILEIRA CONTINUA NO 2º SEMESTRE ... |
| RESERVAS INTERNACIONAIS BRASILEIRAS GERARAM PREJUIZO DE R$ 44,5 BILHÕES AO BANCO CENTRAL NO 1º SEMESTRE DESTE ANO ... |
| AGÊNCIA DE RISCO STANDARD & POOR’S REVISA RATING DO BRASIL ... |
| TRANSAÇÕES NO MERCADO BRASILEIRO DE SEGUROS AUMENTARAM 66,7% NO PRIMEIRO SEMESTRE DO ANO ... |
| OS PAÍSES DA "OCDE" CRESCERAM APENAS 0,2% NO TRIMESTRE ... |
| A PRODUÇÃO DE AÇO CHINESA E GLOBAL PERMANECEU PRÓXIMO DO RECORDE ... |
| GOVERNO ESTUDA ROYALTY FLEXÍVEL PARA MINERAÇÃO ... |
| INDÚSTRIA BRASILEIRA NÃO VIVE UM BOM MOMENTO ... |
| AGRONEGÓCIO TEM EXCELENTE RESULTADO ... |
| VOLTA ÁS COMPRAS NA BOLSA ... |
| JUROS DO CHEUE ESPECIAL ATINGIRAM NOVO RECORDE ... |
| OS TÍTULOS INTERNACIONAIS DO BANCO CRUZEIRO DO SUL ... |
| ESTUDO DIVULGADO PELA FIRJAN MOSTRA QUE A TARIFA MÉDIA DE ENERGIA ELÉTRICA ... |
| AS USINAS SIDERURGICAS DO BRASIL VIVEM UMA SITUAÇÃO CURIOSA ... |
| JURO BÁSICO DEVE CAIR ... |
| REAL É MOEDA MAIS CARA DO MUNDO ... |
| NOVAS MONTADORAS ESTÃO CRESCENDO MAIS QUE AS TRADICIONAIS ... |
| EXPLOSÃO EM COMUNICAÇÃO ... |
| INGRESSO NA REALIDADE ECONÔMICA MUNDIAL – IFRS PARA EMPRESAS BRASILEIRAS ... |
| IMPOSTÔMETRO ATINGE R$ 800 BILHÕES ... |
| RANKING DOS SUPERMERCADOS ... |
| BRASIL CONTINUA CAMPEÃO DOS JUROS ... |
| SETOR PRODUTIVO DO PAÍS ATRAVESSA MOMENTO DE DESÂNIMO E CONTAGIA INDÚSTRIA ... |
| EMPRESAS ESTÃO BUSCANDO MENOS CRÉDITO ... |
| BRASIL AUMENTOU APLICAÇÕES EM TÍTULOS DO GOVERNO AMERICANO ... |
| SETOR FARMAUCÊUTICO VENDERÁ R$ 40 BILHÕES EM 2011 ... |
| COPOM AUMENTA JUROS ... |
| IBGE APONTA QUEDA EM MIGRAÇÃO ... |
| CONSUMO DAS CLASSES C e D INFLUENCIA INFLAÇÃO DE SUPÉRFLUOS ... |
| LOCALIZA É A PRIMEIRA EMPRESA DA BOVESPA A APRESENTAR BALANÇO SEMESTRAL ... |
| CAPTAÇÃO RECORDE ... |
| IFRS influencia decisão do investidor ... |
| LEILÃO DO TREM BALA NÃO RECEBE PROPOSTAS ... |
| BOLSA BRASILEIRA CONTINUA DECEPCIONANDO ... |
| CRESCE INADIMPLÊNCIA ... |
| PRODUÇÃO DE CARROS CRESCE NO PAÁS ... |
| INFLAÇÃO DIMINUI ... |
| GOVERNO ESTENDERÁ CONCESSÕES EM TROCA DE TARIFAS MENORES ... |
| GOVERNO FEDERAL LIDERA ESTATÍSTICA DE RECLAMAÇÕES TRABALHISTAS ... |
| ELETROBRÁS DEVE COMPRAR FATIA DA ENERGIAS DE PORTUGAL (EDP) ... |
| China investirá pesado no Brasil ... |
| Mesmo com bolsa em baixa, cresce demanda por abertura de capital ... |
| Rio de Janeiro busca aliados para atrair sede da Bolsa de Mercadorias ... |
| Rio Investor Day - 28/06/2011 ... |
| Abertura Rio Investor Day - 30/05/2011 ... |
| APIMEC RIO realiza Seminário de Logística e Infraestrutura ... |
| Workshop - "Apimec - Seis meses da implementação das regras de autorregulação" ... |
| Apimec debate certificação e regulação ... |
| How would you like Dilma, Mategna and PT to run Vale? ... |
| Relações com investidores ganha mais espaço ... |
| Programa de Educação Continuada - PEC ... |
| Ciclo de alta do minério pode durar até 20 anos, diz Vale ... |
| Produção da Vale é afetada pelas chuvas no Brasil e Austrália ... |
| Homologação de Eleições APIMEC RIO ... |
| Grupo Paranapanema volta a investir após 15 anos ... |
| Paranapanema Aims to Stay Independent After Vale Bid ... |
| Resultado das eleições APIMEC 2010 ... |
| Seminário "PRÉ-SAL: Um novo marco para o Rio" ... |
| CPFL confirma interesse na Elektro e mantém foco em aquisições ... |
| Seminário Invest Mulher: inscrições abertas ... |
| Expo Money 2010 ... |
| Descobertas atrasam definição de venda de fatia de blocos, diz OGX ... |
| OGX prevê perfuração de 87 poços até 2013 ... |
| OGX eleva de 51 para 87 a previsão de poços a serem perfurados até 2013 ... |
| Descobertas atrasam definição de venda de fatia de blocos, diz OGX ... |
| Esclarecimentos de Dúvidas - CVM 483 ... |
| Associados da Apimec possuem desconto especial de 10% sobre o valor de não associado IBGC no 11° Congresso Internacional de Governança Corporativa ... |
| O resgate da vocação financeira do Rio ... |
| Bradesco apresenta resultados do 1° Semestre para os sócios da APIMEC-RIO ... |
| Guilherme Dias quer mais investimentos e infraestrutura ... |
| A Hildete Vodopives , da Investfort Gestão assume como membro do Conselho Estratégico da APSIS no Rio de Janeiro ... |
| Comissão de Valores Mobiliários - CVM ... |
| APIMEC RIO lança curso de RI ... |
| Conta Pessoal: saiba como administrar as finanças ... |
| Fórum sobre práticas com inventários de emissões de GEE no setor de energia ... |
| Distorção nos juros leva a privilégios no BNDES ... |
| SEMINÁRIO INVEST MULHER III ... |
| Inventários de GEE: veja programa do fórum ... |
| Seminário da APIMEC RIO: Tendências do Mercado de Imóveis no Rio com Copa e Olimpíadas ... |
| Entrevista com o Dr. Bruce LaRue - Especialista em Sustentabilidade ... |
| Apimec Rio promove seminário que debate... |
| Apimec participa de curso sobre o Mercado de Capitais voltado a professores universitários... |
| Seminário As Mudanças Climáticas na Agricultura... |
| APIMEC Rio debate eventos esportivos e mercado imobiliário... |
| Cemig pode dobrar Ebitda... |
| Construção de Angra 3 aquece mercado de trabalho na região... |
| Eletrobras começa a estudar financiamento de Angra 3... |
| Light pretende instalar 530 mil medidores eletrônicos até 2013... |
| Eletrobras fará mais duas captações no exterior... |
| Angra 3: portaria com modelo de contratação de energia sai esta semana... |
| Souza Cruz e Apimec-Rio realizam seminário sobre Crédito de Carbono
... |
| APIMEC debate desafios do setor elétrico no Rio... |
| Previ pode investir mais em infraestrutura, diz novo dirigente... |
| ABRASCA submeterá o Projeto de Autorregulação das Companhias Abertas a audiência restrita... |
| Esmeraldo, o minoritário, tenta resistir... |
| Seminário da APIMEC-RIO debate os desafios do setor elétrico frente à forte expansão da economia... |
| Sustentabilidade será destaque em evento direcionado ao mercado de capitais... |
| Fertilizantes Heringer comenta as estatísticas do setor no 1T10... |
| Agenda da APIMEC-RIO... |
| Noite Histórica - APIMEC 40 anos... |
| Economia brasileira deve crescer 6% este ano avalia Standard & Poor's... |
| Mudança em regra de fundo deve ir para audiência ainda neste semestre... |
| Evento APIMEC 40 anos... |
| Prêmios APIMEC NACIONAL e APIMEC RIO 2009/2010... |
| Chuvas no Rio não assustam SulAmérica... |
| SulAmérica apresenta resultados em reunião da APIMEC RIO... |
| Eletrobras deve captar US$ 2 bi até o final do 1º semestre, diz diretor... |
| Sem capitalização, Petrobras vai reduzir investimentos... |
| Pesquisa mostra que este é o século da mulher... |
| Apimec estimula entrada de mulheres no mercado de capitais... |
| Competição e spread folgado seguram juro... |
| Mulheres têm forte presença na previdência privada... |
| Mulheres representam 43% da base de clientes da Brasilprev... |
| Santander estima alta de 20% no crédito em 2010... |
| Para Itaú, alta do compulsório deve provocar migração de aplicações... |
| Santander vai abrir 600 agências no Brasil até 2013... |
| Seminário no Rio discute expansão da construção civil no país... |
| Um teste de R$ 2 bilhões no Rio... |
| Seminário da APIMEC RIO nesta sexta, dia 5 de fevereiro... |
| Demanda por minério fará China voltar ao benchmark, diz consultor... |
| Preço de minério para China até 35% mais alto... |
| Insper promove seminário sobre empreendedorismo... |
| Premio APIMEC RIO 2008 / 2009... |
| MMX espera zerar dívida com operação com chinesa Wisco... |
| Brasil Econômico: Lojas Renner prevê vendas maiores em até dois dígitos... |
| Valor Online: Contrato da União e Petrobras para pré-sal pode ser revisto em 2 anos... |
| 16/11/2009 - DCI: Aposta em juro alto faz renda fixa crescer... |
| Folha de São Paulo: Exportadores perdem receita e atrasam superação da crise... |
| Monitor Mercantil: Mercado estima que capitação da Petrobras alcance R$ 100 Bilhões... |
| Valor Econômico: Exercício de confiança... |
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NO MUNDO UMA EM CADA 7 PESSOAS PASSA FOME
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 19/10/2011
A Diretora do Programa Alimentar Mundial (PAM), Lauren Landis disse em Genebra que a fome mata anualmente mais pessoas do que a AIDS, MALÁRIA e TUBERCULOSE. Segundo Laura Landis uma em cada sete pessoas vai para a cama com fome, na maioria mulheres e crianças.
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PIB DA CHINA DESACELERA NO TERCEIRO TRIMESTRE
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 19/10/2011
Ao atingir 9,1% no terceiro trimestre deste ano, o PIB chinês teve um arrefecimento de quatro décimos na comparação com a alta de 9,5%, registrada no segundo trimestre do ano. A economia chinesa prossegue em sua tendência de queda, já prevista anteriormente pelo Governo, após dois anos de estímulo para fazer frente à crise financeira global. Pequim fixou em 8% a meta de crescimento para este ano.
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PRODUÇÃO DE AÇO BRUTO SOBE 3,6% EM SETEMBRO
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 19/10/2011
A produção brasileira de aço bruto cresceu 3,6% em setembro em relação ao mesmo período do ano passado, passando para 2,8 milhões de toneladas, segundo o Instituto Aço Brasil. Já a produção de laminados totalizou 19 milhões de toneladas, inferior em 2,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Nos nove meses de 2011 a produção de aço bruto cresceu 7,3%, enquanto a de laminados caiu 2,6%
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ABIMAQ - COMPETITIVIDADE SÓ COM DOLAR A R$2,10
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 06/10/2011
Para a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) a indústria nacional só seria competitiva com o dólar a R$ 2,10. A redução da taxa SELIC em 0,5 ponto percentual e a recente alta do dólar não foram suficientes para mudar o cenário de perda de mercado da indústria de máquinas e equipamentos.
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COM ESTOQUES ALTOS INDÚSTRIA REDUZ PRODUÇÃO
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 06/10/2011
A produção industrial brasileira diminuiu 0,2% em agosto deste ano em relação ao mês anterior. Na comparação com agosto de 2010 a produção aumentou 1,8%. Onze das 27 atividades industriais pesquisadas registraram queda, com destaque para o setor de alimentos, que caiu 4,6%.
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COCA COLA É A MARCA MAIS VALIOSA DO MUNDO EM 2011
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 06/10/2011
Segundo a consultoria de Branding Interbrand a Coca Cola é a marca mais valiosa do mundo.
Veja abaixo o ranking das 10 mais valiosas:
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US$ bilhões |
| 1. |
Coca Cola |
71,861 |
| 2. |
IBM |
69,905 |
| 3. |
Microsoft |
59,087 |
| 4. |
Google |
55,317 |
| 5. |
GE |
42,808 |
| 6. |
Mc Donald’s |
35,593 |
| 7. |
INTEL |
35,217 |
| 8. |
Apple |
33,492 |
| 9. |
Disney |
29,018 |
| 10. |
Hewlett Packard |
28,479 |
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CONFIANÇA DO CONSUMIDOR CAI 3,4% EM SETEMBRO
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 28/09/2011
A confiança do consumidor recuou 3,4% na margem em setembro, na série com ajuste sazonal, após queda de 4,6% registrada em agosto (segunda retração consecutiva e menor nível desde março de 2010).
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GOLDMAN GOVERNA O MUNDO (SEGUNDO ESPECIALISTA)
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 28/09/2011
Em entrevista na BBC o especialista Alessio Rastani virou manchete no mundo financeiro ao afirmar que o Euro vai acabar, que milhões de pessoas vão perder suas poupanças e que o mundo não é administrado pelos governos, mas sim pelo Banco de Investimentos Goldman Sachs.
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DEFICIT DA PREVIDÊNCIA RECUA 32,5% EM AGOSTO
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 28/09/2011
O resultado de agosto é o melhor para o mês desde agosto de 2007. O desempenho do mercado de trabalho, com redução do nível de desemprego, deve levar o déficit da previdência este ano a fechar entre R$ 35 bilhões e R$ 39 bilhões, enquanto no ano passado ele atingiu R$ 42,7 bilhões.
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O Grupo Multiplan se apresentou no dia 27 de setembro para os Associados da APIMEC RIO
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 28/09/2011
Seus principais executivos fizeram uma belíssima apresentação, mostrando os destaques financeiros e operacionais, o mercado de Shopping Center no Brasil e principais indicadores.
O grupo vem tendo um crescimento contínuo nos últimos 36 anos e ostenta liderança no setor nas principais cidades do Brasil.
Os analistas, profissionais de investimentos e investidores tiveram uma boa participação com perguntas bastante pertinentes ao setor e a empresa. Cerca de 70 profissionais estiveram presentes.
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BRASIL TERÁ MAIS 77 SHOPPINGS ATÉ 2013
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 12/09/2011
Atualmente existem 416 shoppings em operação no país, ocupando um total de 9,73 milhões de metros quadrados de área bruta locável. Cerca de 60% dos shoppings estão localizados na região sudeste, 15% na região sul, 14% no nordeste, 8% no centro-oeste e 3% na região norte.
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EMPREGO NA INDÚSTRIA ESTAGNADO
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 12/09/2011
O emprego na indústria brasileira caiu 0,1% em julho sobre junho e comparado com julho do ano passado ligeita alta de 0,4%. A ocupação ainda está 1,6% menor que antes da crise financeira de 2008.
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GOVERNO TEM QUE CONTROLAR INFLAÇÃO COM MUITO RIGOR
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 12/09/2011
Estamos diante de algumas ameaças:
- salário mínimo aumenta 13,6% a partir de janeiro de 2012
- a taxa de desemprego está baixa (6% em julho) significando fôlego para consumo
- as principais centrais sindicais estão conseguindo reajustes salariais com ganho real sobre a inflação
- problemas climáticos devem pressionar os preços dos alimentos
- economia brasileira ainda está indexada e favorece reajustes maiores de serviços
- inflação de serviços já acumula quase 9% em 12 meses,
Portanto, é bom tomar cuidado.
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PREJUIZO COM IRREGULARIDADES NOS TRANSPORTES PASSA DE R$ 600 MILHÕES
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 12/09/2011
A Controladoria Geral da União, nas suas conclusões, encontrou 66 irregularidades em 17 processos com prejuízo potencial de R$ 682 milhões.
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O PIB PER CAPITA DE AlAGOAS É IGUAL AO DA CHINA. VOCÊ IMAGINARIA ISTO ?
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 05/09/2011
Comparing Brazilian states with countries
Which countries match the GDP and population of Brazil's states?
THE notion that Brazil is in the vanguard of a group of emerging countries on their way to economic superpower-dom is so widely accepted as to have become trite. But how far along this road is Brazil? One way to get a quick answer is to compare Brazilian states with countries. The map below presents country equivalents for every state in terms of GDP, GDP per person and population. It throws up some curiosities: who knew that Alagoas, a state in the north-east that is currently more famous for its murder rate than for its magnificent beaches, has the same GDP per person as China? It also suggests that even the comparatively rich states in the south and south-east have some way to go before they can be compared with wealthy places in the northern hemisphere. The gauchos of Rio Grande do Sul will not necessarily be delighted to learn that GDP per person in their state is close to that of Gabon.
Fonte: The Economist
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NA ERA DO E-MAIL SERVIÇO POSTAL AMERICANO LUTA PARA EVITAR CALOTE
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 05/09/2011
O Serviço Postal Americano vive há algum tempo no limite de sua resistência financeira mas nunca esteve tão perto do abismo. O caixa está tão baixo que o Serviço não tem como pagar US$ 5,5 bilhões devidos até o fim do mês. Se o Congresso não tomar medidas imediatas, o US MAIL poderá encerrar todas as suas operações no próximo inverno.
Fonte: Clique aqui
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BOLHA DE IMÓVEIS VEM TIRANDO O SONO DOS BANCOS DA CHINA
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 01/09/2011
Crescem os temores que uma bolha imobiliária provoque uma avalanche de dívidas podres para os maiores bancos do país.
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BANCO CENTRAL REDUZ TAXA BÁSICA EM 0,5 PONTO
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 01/09/2011
Surpreendendo e contrariando todo o mercado financeiro, que apostava na manutenção da taxa básica de juros, o Banco Central reduziu-a em 0,5 ponto, mas agradou a Presidente Dilma, que na véspera queria o início dos cortes (Banco Central mostrou fraqueza segundo os analistas).
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ESTAGNAÇÃO NA INDÚSTRIA BRASILEIRA CONTINUA NO 2º SEMESTRE
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 01/09/2011
A produção industrial brasileira teve um pífio crescimento de 0,5% em julho ante o mês anterior, não recuperando a perda de 1,2% ocorrida em junho. Queda de confiança, incerteza na economia global e altos níveis de estoque estão entre as principais causas.
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RESERVAS INTERNACIONAIS BRASILEIRAS GERARAM PREJUIZO DE R$ 44,5 BILHÕES AO BANCO CENTRAL NO 1º SEMESTRE DESTE ANO
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 26/08/2011
O prejuízo é dividido em duas partes; a primeira de R$ 15,7 bilhões refere-se à diferença entre a rentabilidade das reservas e o custo dos recursos utilizados pelo Banco Central para a compra de dólares. A segunda parte é decorrente da perda de valor em dólar das reservas por conta da variação cambial de 6,31%.
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AGÊNCIA DE RISCO STANDARD & POOR’S REVISA RATING DO BRASIL
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 26/08/2011
A agência revisou o rating do Brasil em moeda local de estável para positiva. A perspectiva em moeda estrangeira foi mantida em positiva. Este fato significa que a nota brasileira, tanto para títulos do governo em reais quanto para para papéis em dólar, pode ser elevada a qualquer momento
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TRANSAÇÕES NO MERCADO BRASILEIRO DE SEGUROS AUMENTARAM 66,7% NO PRIMEIRO SEMESTRE DO ANO
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 26/08/2011
Estudo da KPMG no Brasil destaca que foram realizadas 15 transações e a atividade de seguros alcançou o oitavo lugar no ranking de fusões e aquisições no país.
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OS PAÍSES DA "OCDE" CRESCERAM APENAS 0,2% NO TRIMESTRE
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 23/08/2011
Os países da "OCDE" (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) cresceram apenas 0,2% no trimestre. Especialistas alertam para risco iminente de uma nova recessão global.
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A PRODUÇÃO DE AÇO CHINESA E GLOBAL PERMANECEU PRÓXIMO DO RECORDE
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 23/08/2011
A produção de aço Chinesa e Global permaneceu próximo do recorde em julho apesar da pressão que o excesso de oferta está exercendo sobre os preços e da expectativa de desaceleração econômica.
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GOVERNO ESTUDA ROYALTY FLEXÍVEL PARA MINERAÇÃO
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 23/08/2011
Governo estuda royalty flexível para mineral. Pela proposta as alíquotas seriam reduzidas em momentos de crise na demanda e elevadas em época de bonança e aumento de lucratividade.
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INDÚSTRIA BRASILEIRA NÃO VIVE UM BOM MOMENTO
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 15/08/2011
Para o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IED) a indústria brasileira não consegue acompanhar o dinamismo do mercado consumidor do país, em função da concorrência dos importados
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AGRONEGÓCIO TEM EXCELENTE RESULTADO
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 15/08/2011
O agronegócio brasileiro registrou, nos sete primeiros meses de 2011, um saldo de US$ 41,847 bilhões, com as exportações totalizando US$ 51,651 bilhões contra US$ 9,804 de importações. Soja, carnes, complexo sucroalcooleiro, produtos florestais e café foram os destaques.
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VOLTA ÁS COMPRAS NA BOLSA
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 15/08/2011
Os analistas avaliam um retorno cauteloso dos investidores para os próximos pregões.
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JUROS DO CHEUE ESPECIAL ATINGIRAM NOVO RECORDE
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 11/08/2011
Juros do cheque especial atingiram no recorde em julho segundo a Associação Nacional dos Executios (ANEFAC). A taxa média desse tipo de operação de crédito chegou ao patamar mais alto desde fevereiro de 2005 (8,27%ao mês 159,48% ao ano).
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OS TÍTULOS INTERNACIONAIS DO BANCO CRUZEIRO DO SUL
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 11/08/2011
Os títulos Internacionais do Banco Cruzeiro do Sul e do Banco Industrial e Comercial registraram as maiores quedas entre os papéis de instituições financeiras do país (Investidores estão descartando títulos de bancos maiores devido ao aperto nos mercados de créditos).
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ESTUDO DIVULGADO PELA FIRJAN MOSTRA QUE A TARIFA MÉDIA DE ENERGIA ELÉTRICA
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 11/08/2011
Estudo divulgado pela FIRJAN mostra que a tarifa média de energia elétrica para a industria brasileira de R$ 329 por megawatt/hora e cerca de 50% maior que a tarifa média internacional de R$ 215,50 (existem 14 encargos nos custos do segmento que é um recorde mundial).
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AS USINAS SIDERURGICAS DO BRASIL VIVEM UMA SITUAÇÃO CURIOSA
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 11/08/2011
As usinas siderurgicas do Brasil vivem uma situação curiosa pois sua produção de minério de ferro gera mais retorno do que a operação de produção de aço que tem excesso de capacidade produtiva mundal e fraqueza dos mercados consumidores (Estados Unidos e China).
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JURO BÁSICO DEVE CAIR
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 08/08/2011
O desaquecimento da economia mundial pode levar o Banco Central a reduzir o juro básico pela primeira vez em 2 anos.
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REAL É MOEDA MAIS CARA DO MUNDO
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 03/08/2011
De acordo com o índice BIG MAC, calculado pela revista The Economist para comparar o poder de compra de diferentes moedas, o real está sobrevalorizado em 149% em relação ao dólar, aparecendo em seguida o peso colombiano, com sobrevalorização de 108%.
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NOVAS MONTADORAS ESTÃO CRESCENDO MAIS QUE AS TRADICIONAIS
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 03/08/2011
Fiat, Volkswagen, General Motors e Ford, as chamadas “Big Four”, detinham 77,4% do mercado automotivo brasileiro em 2009. Hoje essa participação caiu para 71,3%, estando prevista nos próximos cinco anos uma redução para 60%
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EXPLOSÃO EM COMUNICAÇÃO
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 03/08/2011
A União Internacional de Comunicação (UIT) divulgou que na primeira década do século XXI já há quase o mesmo número de celulares nos países desenvolvidos do que pessoas com acesso a banheiros nos países subdesenvolvidos. No final de 2010, 2,6 bilhões de pessoas não tinham acesso a banheiros ou sistema de esgoto em suas casas, enquanto no mesmo momento, 4 bilhões tinham um telefone celular.
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INGRESSO NA REALIDADE ECONÔMICA MUNDIAL – IFRS PARA EMPRESAS BRASILEIRAS
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 29/07/2011
Em matéria publicada no Monitor Financeiro de hoje, o Diretor Financeiro da APIMEC, Carlos Antonio Magalhães ressalta a importância da adoção, pelas grandes empresas brasileiras, de capital aberto ou fechado, das normas de contabilização de seus ativos, estabelecidas no IFRS International Financial Reporting Standards (normas internacionais de contabilidade). Agora as empresas com ativo total acima de R$ 240 milhões ou com receita bruta anual acima de R$ 300 milhões são obrigadas a publicar suas demonstrações financeiras com avaliação de auditores independentes, o que antes só era exigido das empresas de capital aberto.
“Essa equidade entre as empresas abertas e fechadas é importante para a transparência. Antigamente as sociedades de grande porte, que não estavam no mercado, tinham vantagens sobre as abertas, que detalhavam mais seu balanço” apontou o economista.
Apesar das novas regras representarem possíveis aumentos de trabalho e custo, a transparência da contabilidade das grandes empresas certamente resultará em melhor gerenciamento do negócio, comunicação financeira uniforme e confiável e realidade econômica mais eficiente.
Veja a íntegra da matéria no link: Clique aqui
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IMPOSTÔMETRO ATINGE R$ 800 BILHÕES
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 25/07/2011
O sistema que divulga o total de impostos pagos pelos brasileiros a cada ano, popularmente conhecido como IMPOSTÔMETRO, atingiu R$ 800 bilhões na última 6ª feira, 22 de julho, incluindo impostos federais, estaduais e municipais. No ano passado a marca de R$ 800 bilhões foi alcançada apenas em 22 de agosto e em 2009 no dia 8 de outubro
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RANKING DOS SUPERMERCADOS
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 25/07/2011
A ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados) divulgou o ranking de 2010:
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Faturamento |
Sede |
Nº de lojas |
| 1º |
Pão de Açúcar |
R$ |
36.144.367.885 |
SP |
1.647 |
| 2º |
Carrefour |
|
29.000.238.060 |
SP |
654 |
| 3º |
Wal Mart Brasil |
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22.334.035.926 |
SP |
479 |
| 4º |
G. Barbosa Comercial |
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3.501.244,537 |
SE |
131 |
| 5º |
Zaffari Com. Ind. |
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2.490.000.000 |
RS |
29 |
| 6º |
Prezunic |
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2.449.062.240 |
RJ |
31 |
| 7º |
DMA Distribuidora |
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1.930.324.594 |
MG |
92 |
| 8º |
Irmãos Muffato |
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1.926.056.000 |
PR |
30 |
Os supermercados de médio porte estão crescendo acima da média do setor. A principal razão é que, por serem regionais, êles conhecem melhor a preferência e os hábitos dos consumidores.
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BRASIL CONTINUA CAMPEÃO DOS JUROS
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 22/07/2011
O Brasil continua com o juro real mais elevado do mundo com 6,8% seguido pela Hungria com 2,4% e o Chile com 1,8%, enquanto vários países têm juros reais negativos
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SETOR PRODUTIVO DO PAÍS ATRAVESSA MOMENTO DE DESÂNIMO E CONTAGIA INDÚSTRIA (REDUÇÃO DE INVESTIMENTOS, DEMISSÕES)
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 20/07/2011
Agenda econômica estacionada, forte valorização do real em relação ao dólar, alta da inflação e instabilidade no mercado internacional são as principais causas. A demanda interna vem sendo, cada vez mais, atendida por produtos importados.
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EMPRESAS ESTÃO BUSCANDO MENOS CRÉDITO
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 20/07/2011
Como conseqüência da alta da SELIC e custo dos empréstimos, a quantidade de empresas procurando financiamentos aumentou apenas 1,5% no primeiro semestre de 2011. O aumento no mesmo período de 2010 foi de 9,4%.
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BRASIL AUMENTOU APLICAÇÕES EM TÍTULOS DO GOVERNO AMERICANO
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 20/07/2011
Ocupando hoje o quarto lugar entre os países detentores de títulos da dívida pública americana, o Brasil registrou o segundo maior aumento de aplicações nesses papéis no último ano, atrás apenas da China.
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SETOR FARMAUCÊUTICO VENDERÁ R$ 40 BILHÕES EM 2011
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 18/07/2011
As vendas do setor irão aumentar 9,28% em relação a 2010, segundo a Lafis Consultoria. O Brasil possui a maior rede de farmácias e drogarias do mundo.
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COPOM AUMENTA JUROS
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 18/07/2011
Na reunião dessa quarta feira, dia 20/07, o COPOM deverá aumentar os juros básicos em 0,25% para o nível de 12,50%.
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IBGE APONTA QUEDA EM MIGRAÇÃO
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 18/07/2011
População tem preferido cidades consideradas médias às metrópoles. O Estado de São Paulo já não exerce a mesma atração de duas décadas atrás e o Nordeste não é mais a principal área de emigração.
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CONSUMO DAS CLASSES C e D UNFLUENCIA INFLAÇÃO DE SUPÉRFLUOS + 9,24%
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 15/07/2011
Aumentos nos últimos 12 meses: passagens aéreas +13,71%; Hotéis +12,83%; Teatros + 11,12%; Alfaiates e costureiras + 10,98%; Clubes de recreação + 10,75%; Salões de beleza + 9,9%.
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LOCALIZA É A PRIMEIRA EMPRESA DA BOVESPA A APRESENTAR BALANÇO SEMESTRAL
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 15/07/2011
Lucro cresce 28,7% no segundo trimestre de 2011 contra mesmo período do ano anterior atingindo R$ 74 milhões.
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CAPTAÇÃO RECORDE
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 15/07/2011
As empresas e instituições brasileiras captaram R$ 57,8 bilhões no mercado doméstico entre janeiro e junho deste ano, o maior volume já registrado para um primeiro semestre. O segmento de Renda Fixa captou captou R$ 15,7 bilhões, sendo R$ 7 bilhões em IPO’s.
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IFRS influencia decisão do investidor
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 13/07/2011
Pesquisa recente realizada pela Deloitte e pelo Instituto Brasileiro de Relações com Investidores confirma que os investidores já estão sendo influenciados pelo novo modelo internacional de demonstrações financeiras. 78% da amostra de RI’s (Relações com investidores) acreditam que a adoção do IFRS – International Financial Reporting Standards será um instrumento importante nas suas decisões de investimento, inclusive entre os investidores estrangeiros. O modelo já é usado em 100 países do mundo.
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LEILÃO DO TREM BALA NÃO RECEBE PROPOSTAS
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 12/07/2011
O leilão do trem de alta velocidade (TAV) ligando Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro fracassou – nenhum consórcio apresentou oferta, e o governo dividirá licitação em duas etapas: uma para tecnologia operacional e outra para obras de construção civil. Projeto começou orçado em R$ 20 bilhões, passou para R$ 33 bilhões e agora já é estimado em mais de R$ 50 bilhões
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BOLSA BRASILEIRA CONTINUA DECEPCIONANDO
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 12/07/2011
A crise financeira dos europeus Grécia, Portugal, Espanha e agora Itália, derruba as principais bolsas do mundo, inclusive a Bovespa. Alta de juros na China, ameaça inflacionária no Brasil e a fraca recuperação da economia americana têm contribuído para o péssimo desempenho da Bovespa.
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CRESCE INADIMPLÊNCIA
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 12/07/2011
A inadimplência do consumidor brasileiro cresceu 22,3% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior e é a maior dos últimos 9 anos. Destaque para as dívidas contraídas com bancos, que aumentaram 8,1%.
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PRODUÇÃO DE CARROS CRESCE NO PAÍS
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 12/07/2011
A produção de carros no Brasil deve dobrar até 2025, mas as montadoras que têm fábrica no país e que hoje produzem 80% dos carros vendidos irão perder participação passando a produzir 66% do total vendido, ou seja, uma queda de 17,5%.
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INFLAÇÃO DIMINUI
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 08/07/2011
A queda do IPCA revela uma redução na inflação, mas há sinais de que ela pode voltar a incomodar. É bom o governo continuar monitorando com pulso firme.
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GOVERNO ESTENDERÁ CONCESSÕES EM TROCA DE TARIFAS MENORES
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 08/07/2011
O Governo Federal está estudando o atual modelo de licitação de energia para equiparar os preços cobrados das usinas “velhas” ao das novas. Podemos com isso ter um deságio mínimo nos valores dos novos leilões de energia “velha” já existente.
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GOVERNO FEDERAL LIDERA ESTATÍSTICA DE RECLAMAÇÕES TRABALHISTAS
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 08/07/2011
O Governo Federal é líder em reclamações trabalhistas. Petrobrás, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil estão entre as empresas mais acionadas na justiça.
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ELETROBRÁS DEVE COMPRAR FATIA DA ENERGIAS DE PORTUGAL (EDP)
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 08/07/2011
Dentro do seu processo de internacionalização a companhia brasileira deverá adquirir 20% do capital da EDP que serão alienados pelo governo português.
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China investirá pesado no Brasil
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 06/07/2011
China investirá pesado no Brasil. Cerca de R$ 9 bilhões este ano, dos quais R$ 4,5 bilhões no segmento de tecnologia.
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Mesmo com bolsa em baixa, cresce demanda por abertura de capital.
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 06/07/2011
Mesmo com bolsa em baixa, cresce demanda por abertura de capital. Durante o primeiro semestre deste ano as empresas levantaram R$ 15,7 bilhões na bolsa (aberturas de capital e operações de empresas já listadas na bolsa).
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Rio de Janeiro busca aliados para atrair sede da Bolsa de Mercadorias.
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 06/07/2011
Rio de Janeiro busca aliados para atrair sede da Bolsa de Mercadorias. O Grupo Financeiro Carioca (GFC), formado por instituições e governo municipal, vem trabalhando na busca desse objetivo.
A APIMEC-RIO está na luta, com participação ativa, como acabamos de ver com o Rio Investors Day, evento recentemente realizado em parceria com a Prefeitura da cidade.
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Rio Investor Day
By Carlos Antonio, APIMEC RIO - 28/06/2011
Realizado nos dias 30 e 31 de maio pela Prefeitura e a pela APIMEC Rio o Rio Investors Day foi um grande sucesso. Reunindo as principais empresas de capital aberto, o evento apresentou um formato inédito e audacioso. Foram 12 painéis setoriais, palestras com autoridades das três esferas de governo, reuniões em group meetings e one-on-one com investidores.
Ultrapassando a expectativa de público, o evento contou com a participação de aproximadamente 900 investidores nos dois dias. O grupo coordenador do Rio Investors Day já planeja a segunda edição do evento.
Clique no link abaixo para ver as fotos e arquivos disponíveis do evento. Fotos do Evento
Link Original: Portal XP TV - O seu canal sobre o Mercado Financeiro
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APIMEC RIO realiza Seminário de Logística e Infraestrutura
By Plurale em Site - 12/05/2011
Local: Hotel SOFITEL
Endereço: Av. Atlântica, 4240 - Copacabana, RJ
Data: 23 de maio
Site: www.apimecrio.com.br
Telefone: 21 2509-9596 – Ana Terra
Informações principais
13:00 às 13:50hs- CREDENCIAMENTO
13:50 às 14:00hs - BOAS VINDAS - Presidente da APIMEC RIO - Luiz Guilherme Dias
14:00 às 14:30 hs - Superintendente da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico - Solange Graça
14:30 às 15:00 hs - Diretor Administrativo Financeiro da CDURP ( Projeto Porto Maravilha) - Jalisson Maciel
15:00 às 15:30 hs - DEBATES
15:30 às 15:45 hs - COFFEE BREAK
15:45 às 16:15 hs - Vice- Presidente de Desenvolvimento de Negócios da ANDRADE GUTIERREZ - Paulo Dalmazo
16:15 às 16:45 hs - Diretor Financeiro da LLX - Leonardo Gadelha
16:45 às 17:15 hs - Diretor de Abastecimento da PETROBRAS - Paulo Roberto Costa
17:15 às 17:45 hs - DEBATES
17:45 às 18:00hs - ENCERRAMENTO.
Link Original: Portal Plurale em Site
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Workshop - "Apimec - Seis meses da implementação das regras de autorregulação"
Apresentações e áudio do evento
By APIMEC - 06/05/2011
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Workshop - "Apimec - Seis meses da implementação
das regras de autorregulação" |
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Apresentações e áudio do evento |
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Desde 1º de outubro de 2010, por delegação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) - Instrução nº 483 -, a Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec Nacional) vem exercendo a função de autorregulação dos analistas de valores mobiliários.
Para celebrar os seis meses de implementação da nova função e visando concluir a primeira fase do projeto, que até então possuía caráter educativo, a associação promoveu, em 27 de abril, em São Paulo, o workshop "Apimec - Seis meses da implementação das regras de autorregulação".
Clique aqui para ter acesso às apresentações e áudio do workshop. |
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Link Original: Portal APIMEC Nacional
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Apimec debate certificação e regulação
By Paula Craveiro / Digital Assessorial
- 27/04/2011
Desde 1º de outubro de 2010, por delegação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) – Instrução nº 483 –, a Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec Nacional) vem exercendo a função de autorregulação dos analistas de valores mobiliários.
Para celebrar os seis meses de implementação da nova função e visando concluir a primeira fase do projeto, que até então possuía caráter educativo, a associação promoveu, em 27 de abril, em São Paulo, o workshop “Apimec – Seis meses da implementação das regras de autorregulação”.
O evento contou com a presença de diversos analistas de investimentos, profissionais do setor de mercado de capitais e jornalistas. Contou ainda com a participação de Francisco José Bastos Santos, superintendente de Relações com Investidores da CVM, e do professor espanhol Jesús López Zaballo, membro da Association of Certified International Investment Analyst (ACIIA), entidade internacional que se dedica à certificação de analistas em todo o mundo.
Instrução CVM nº 483
Ao dar início ao workshop, Lucy Sousa, presidente da Apimec Nacional, apresentou a instrução nº 483, que estabelece as novas regras aplicáveis aos analistas de valores mobiliários.
A presidente destacou que a Apimec foi autorizada pela CVM para atuar como entidade credenciadora responsável pela concessão da certificação que inclui, entre outras exigências, o Programa de Certificação Nacional (CNPI) conferido por meio da aprovação em exames de qualificação para atender à instrução.
“Agora, chega ao fim o período educacional, destinado à orientação ao analista credenciado, e começa uma nova fase de autorregulação”, anunciou Lucy. “A partir deste mês (abril), a Apimec Nacional será mais rigorosa na verificação dos aspectos regulatórios, com base na instrução e em nossos Códigos de Conduta e de Processos”.
Outro ponto abordado diz respeito à modernização da comunicação da Apimec. “No momento, estamos realizando um trabalho educativo, que visa orientar à população acerca das principais atribuições de um analista de mercado de capitais”, ressaltou Lucy. As informações, distribuídas em um folheto, alertam para a importância de se consultar um profissional qualificado e especializado em investimentos, ao invés de seguir dicas e orientações de terceiros, o que pode induzir o investidor ao erro.
Supervisão
Com a entrada em vigor da instrução da CVM, foi criada a Superintendência de Supervisão do Analista de Valores Mobiliários (SSA). “Em parceria com o Conselho de Supervisão do Analista (CSA), a SSA representa os componentes organizacionais da autorregulação, que devem zelar pelos princípios gerais do Código de Processos, como direito à defesa ampla e compromisso com a celeridade na condução dos procedimentos”, disse Vinícius Corrêa e Sá, superintendente da SSA.
Para ele, “a autorregulação somente se concretizará com o auxílio dos profissionais regulados. O processo de autorregulação é, na verdade, um trabalho árduo e colaborativo”, afirmou.
Em sua explanação, Sá comentou ainda as principais competências da Superintendência, a questão da aplicação de multas e envio e arquivamento de relatórios de análise, entre outros temas técnicos e atribuições da SSA.
Certificação
Francisco D’Orto Neto, gerente de certificação, fez uma breve apresentação da estrutura dos exames para o CNPI. “Os exames são oferecidos periodicamente pela Apimec, por meio da Fundação Getúlio Vargas. Ao todo, são três categorias de certificação, sendo CNPI, para analista fundamentalista; CNPI-T, para analista técnico; e CNPI-P, para o analista pleno”, disse.
Para obter a certificação, o gerente explicou que o analista precisa ser aprovado nos seguintes exames: Conteúdo Brasileiro (CB), comum para os dois tipos de analistas; Conteúdo Global 1 (CG1), para o analista fundamentalista; e Conteúdo Técnico (CT), para o analista técnico.
“As certificações têm validade de cinco anos. Assim, o processo de verificação da educação continuada deve começar antes do prazo de validade e não a partir desse prazo”, orientou D’Orto.
Para revalidar o certificado, o profissional credenciado poderá realizar um exame de conteúdo de reciclagem (CR), disponibilizado no portal da Apimec Nacional, ou comprovar sua participação em cursos, seminários e demais atividades voltadas à atualização profissional.
Aproveitando a ocasião, Lucy Sousa informou que, em virtude da presença de participantes da CVM e da ACIIA e do amplo debate proporcionado acerca de tópicos relevantes à categoria, o presente workshop conferiria 1 crédito aos participantes, válido para o Programa de Educação Continuada (PEC) da associação.
CCA
Ricardo Tadeu Martins, vice-presidente da Apimec São Paulo e coordenador do Comitê Consultivo de Analistas de Valores Mobiliários (CCA), abordou a criação do CCA. “Criado no início de 2011, o Comitê é composto por formadores de opinião do mercado, que participam de modo ativo no acompanhamento das rotinas dos sistemas e ferramentas de supervisão dos analistas”, explicou.
Segundo Martins, entre as metas do CCA estão o estabelecimento de melhores práticas e padrões básicos para a elaboração do relatório de análise fundamentalista, e fortalecimento da representatividade do analista no processo de autorregulação
CSA
Francisco Petros, presidente do Conselho de Supervisão do Analista de Valores Mobiliários (CSA), contou que o conselho foi criado em 2010 por nove membros que orientam e julgam os processos e os analistas. “Entre as principais competências do CSA estão julgar processos administrativos, orientar a SSA e promover a qualificação do analista”, garantiu.
Ao final de sua apresentação, Petros solicitou aos profissionais atuantes na área de Compliance que estimulassem os analistas a participar mais das reuniões Apimec promovidas pelas regionais da associação. “A ideia de voluntariedade, infelizmente, traz a sensação de que não é necessário participar, e isso é um grande equívoco. A participação nas reuniões é extremamente importante ao profissional atuante nesse segmento”, finalizou.
CVM
Francisco José Bastos Santos, superintendente de RI da CVM, parabenizou a Apimec Nacional pela iniciativa, considerada por ele como “de grande valia para o fortalecimento da categoria”, e comparou o processo de autorregulação a uma obra em construção. “Para ser uma boa obra, é preciso que haja uma boa fundação, uma base sólida, e isso existe na Apimec. Há um bom arcabouço legal, dada à instrução 483. Tanto a associação quanto a CVM compartilham os mesmos objetivos, que superam qualquer eventual conflito de interesse”.
Para ele, a partir de agora, “é preciso que a associação tenha muito equilíbrio em suas ações, regras e códigos. Tais ações devem visar alcançar, de modo sustentável, os objetivos compartilhados”.
Santos destacou ainda que a CVM não abre mão de seu papel regulador. “A CVM é um canal permanentemente aberto à comunicação. Nossa disposição é de continuar a trabalhar junto, para que a obra da Apimec se transforme em uma grande edificação”, concluiu.
Certificação CIIA
Em visita ao Brasil, o professor espanhol Jesús López Zaballo, membro da Association of Certified International Investment Analyst (ACIIA), gerente geral da Escola de Formação FEF-IEAF e vice-presidente da EFFAS, falou um pouco da história da ACIIA. “A associação, sem fins lucrativos, foi criada em meados de 2000 e conta hoje com 32 sociedades membros. Sua finalidade é promover a cooperação democrática em nível mundial das sociedades nacionais e regionais, intervindo como interlocutores competentes”.
Zaballo também abordou a questão da Certified International Investment Analyst (CIIA). “A CIIA pode ser compreendida como um passaporte necessário para se trabalhar nos principais centros financeiros do mundo. Válida em mais de 30 países, esse título garante a capacidade e o conhecimento técnico dos analistas e gestores financeiros”, afirmou.
Após o workshop, o professor reuniu-se com Lucy Sousa (presidente), David Rodolpho Navegantes Neto (vice-presidente) e Francisco D’Orto Neto, gerente de certificação, para discutir o desenvolvimento de uma parceria entre ACIIA e Apimec para a preparação para a certificação internacional dos analistas de investimento.
Apresentações
Para acessar o conteúdo das apresentações, clique nos links abaixo:
*Apimec Nacional (Lucy Sousa, Vinícius Corrêa e Sá, Ricardo Tadeu Martins e Francisco Petros)
*ACIIA (professor Jesús López Zaballo)
Galeria de fotos
Clique aqui para visualizar as fotos do workshop.
Link Original: Portal APIMEC Nacional
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How would you like Dilma, Mategna and PT to run Vale?
By Hildete Vodopives
- Brazil Global - 23/03/2011
Rumors that Brazilian federal government aims to replace Roger Agnelli, Vale’s CEO, have been surrounding the market for a long time. Yesterday, minister Guido Mantega, representing the Federal government as one large shareholder, officially requested Bradesco, another large shareholder, the substitution of Roger Agnelli as Vale CEO, according to Estado broadcast agency.
Supposedly, the government wants Vale aligned to its policies. According to Bank Banif, ” the Government wants to have a company, in which it does not hold control and with a majority of private investors, to follow its directives.” Is it a good thing for the company and for the country?
The company
Vale was a state-owned company from 1942 to 1977, when the control was sold to Valepar, which holds 52.7% of voting shares. Valepar shareholders are Littel (78.4% voting stake, controlled by Banco do Brasil), Bradespar (21.2% stake, controlled by Bradesco), Mitsui (18.2% stake) and the BNDES (11.5% stake, controlled by the Federal Government).
Vale is the subject of my master in history. It is funny because for the last 2 months I have been looking into the company’s privatization and the role of the state. Well, what do I think..? to be continued.. (but please take 2 seconds and share your view with us below)
Link Original: Portal Brazil Global
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Relações com investidores ganha mais espaço
By Fernando Scheller - O Estado de São Paulo - 10/03/2011
Nova onda de IPOs e crescimento do mercado de capitais brasileiro abrem campo para profissionais de RI
O ano de 2011 promete ser o melhor para IPOs (ofertas públicas de ações) na bolsa brasileira desde 2007, quando mais de 60 empresas abriram capital. A BM&F Bovespa já registrou cinco IPOs neste ano e mais seis estão registrados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O movimento deve se traduzir na busca por mais profissionais de relações com investidores, que têm, como uma das funções, a função de aguçar o desejo de potenciais acionistas pela companhia que representam.
Como a atividade exige noções de finanças, direito e comunicação, o perfil do profissional de RI é híbrido. De acordo com a empresa MZ Consult, que esteve envolvida em boa parte dos IPOs feitos no Brasil na última década, a parte mais importante do trabalho é vender um projeto de longo prazo. "É preciso que o profissional entenda não só dos números da companhia, mas também do marketing, do produto, da estratégia. Por isso, muitas empresas optam por formar o profissional internamente", diz Tereza Kaneta, presidente da consultoria.
Para este ano, a MZ prevê que cerca de 20 aberturas de capital ocorram no País. É um número relativamente pequeno frente ao recorde de 2007, mas que representa um avanço em relação aos números dos últimos anos, que foram influenciados pela crise global. "O ano de 2007 foi atípico. Havia muita liquidez, e os investidores estavam em busca de opções de investimento", lembra Tereza. Agora, diz, a situação é outra: a economia começa a se recuperar e, ao mesmo tempo, o IPO deixou de ser novidade.
Chances. Por isso, 2011 deve ser um ano positivo, mas sem clima de "corrida do ouro". Inevitavelmente, porém, haverá mais oportunidades para profissionais do setor, que costumam vir de graduações como administração de empresas, economia, contabilidade, direito e comunicação. O tamanho mínimo de um departamento de RI de uma empresa costuma ser de três pessoas, e há oportunidades em consultorias na área, como a MZ. "As empresas hoje levam mais tempo entre o registro da oferta e o lançamento das ações em si. Por isso, acabam tendo mais tempo para selecionar os profissionais internamente", afirma a presidente da MZ Consult.
Como não há uma formação específica para a área de relações com investidores, uma boa forma de fazer o currículo se destacar na busca de uma oportunidade são os MBAs específicos para o setor. Entre as instituições que oferecem esse tipo de curso está a Fipecafi, de São Paulo.
Voltar aos bancos escolares pode ser importante para o profissional ganhar a chamada "excelência interdisciplinar" exigida pela atividade, afirma Diego Barreto, coordenador do Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (Ibri), parceiro da Fipecafi no MBA. Para se ter uma ideia de como é possível "viajar" para longe da formação original ao se entrar no mundo do RI, basta analisar o caso do próprio Diego: advogado de formação, ele hoje trabalha no setor de relações com investidores de uma empresa de construção civil.
Para o coordenador do MBA da Fipecafi, Renê Coppe Pimentel, a migração para o setor de RI pode ser uma boa forma de uma pessoa revitalizar a carreira. "Os profissionais descobrem outra possibilidade de atuação."
Link Original: Portal Estadão Online - Economia&Negócios
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Programa de Educação Continuada - PEC
By APIMEC - 02/03/2011
Programa de Educação Continuada - PEC
A quem se destina?
A todos os analistas CREDENCIADOS na Apimec.
Os profissionais CERTIFICADOS devem comprovar a realização do PEC?
Não. Entretanto devem ficar atentos, pois no caso de solicitação de credenciamento a realização
do PEC deverá ser comprovada.
Os analistas com CREDENCIAMENTO SUSPENSO devem comprovar o PEC?
Não. Entretanto devem ficar atentos, pois no caso de solicitação de credenciamento a realização
do PEC deverá ser comprovada.
Reunião com empresa através de webcast gera créditos?
Não, somente reuniões presenciais.
Resolução n.º 02/2010
ALTERA O PEC - PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA DA APIMEC
O Conselho Diretor da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de
Capitais – APIMEC NACIONAL:
Considerando que através da Resolução N.º 01/2010 foi instituído o PEC - Programa de
Educação Continuada da Apimec;
Considerando que se faz necessário o aperfeiçoamento do PEC - Programa de Educação
Continuada da Apimec de acordo com critérios mais equitativos do processo de aprimoramento profissional do analista de valores mobiliários;
Resolve:
1. Alterar o texto do “PEC - Programa de Educação Continuada da APIMEC”, cujo novo
conteúdo segue transcrito no Anexo I desta Resolução.
São Paulo, 19 de janeiro de 2011.
_______________________________
LUCY APARECIDA DE SOUSA
Presidente da Apimec Nacional
Anexo I – PEC – PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA DA APIMEC
I- Objetivos
O PEC - Programa de Educação Continuada da APIMEC tem como fundamentos norteadores
estimular e induzir o aprimoramento do capital intelectual dos analistas de valores mobiliários.
De acordo com o disposto na Instrução CVM nº 483/2010, o PEC deve ser instituído e mantido
pela entidade credenciadora.
II- A quem se destina
O PEC é destinado a todos os analistas CREDENCIADOS pela APIMEC nos termos da Instrução
CVM nº 483/2010.
III- Prazos e modalidades
As certificações CNPI, CNPI-T ou CNPI-P têm validade de 5 (cinco) anos, portanto o processo de
verificação da Educação Continuada deve começar antes do prazo de validade e não a partir
desse prazo.
Antes que a certificação vença, o profissional CREDENCIADO deverá optar entre as duas
modalidades de Educação Continuada:
A. Estudo individual de conteúdo programático denominado CR - Conteúdo de Reciclagem,
disponibilizado no Portal APIMEC (www.apimec.com.br), que deverá ser aferido através do exame
on-line CR, composto por 36 (trinta e seis) questões de múltipla escolha. O exame CR será
aplicado nos mesmos moldes dos exames para obtenção da certificação original coordenados pela APIMEC.
A Estrutura do Conteúdo Programático do CR será atualizada anualmente de tal sorte a incluir os temas normativos e conceituais que tenham impacto no cotidiano dos analistas.
O programa válido para o período de 1º de outubro de 2010 a 31 de setembro de 2011 será:
1. Lei nº 11.638 de 28/12/2007, Princípios de IFRS, Pronunciamentos CPC.
2. Código dos Processos da Apimec (disponível: www.apimec.com.br; Supervisão).
3. Código de Conduta da Apimec para o Analista de Valores Mobiliários (disponível:
www.apimec.com.br; Supervisão).
4. Instruções CVM sobre companhias abertas, fundos de investimentos e ofertas públicas e ICVM
nº 483/2010.
B. Comprovação de participação em cursos, seminários ou outras atividades que representem, no
mínimo, 40 (quarenta) créditos de dedicação a sua atualização profissional. Para serem válidos, os
cursos, seminários ou outras atividades devem versar sobre os tópicos listados no “Conteúdo de
Reciclagem” do item anterior e devem atender aos seguintes pré-requisitos:
1. Os créditos podem ser acumulados durante 5 (cinco) anos, sendo que 50% devem ser nos últimos 2 (dois) anos anteriores a data final da comprovação dos créditos.
2. Os Programas de cursos de curta duração e seminários, com um mínimo de 4 (quatro) horas e
com adequado controle de freqüência, contarão créditos na seguinte proporção: 1 (um) crédito
para cada 4 (quatro) horas de curso. Esses créditos exigirão pedido fundamentado pelo pleiteante,
de tal sorte a explicitar que o curso teve potencial objetivo de agregar capital intelectual. Esse tipo
de crédito não terá limite máximo, mas a aceitação do crédito estará intimamente vinculado à
fundamentação da qualidade do curso realizado.
3. Congressos de Entidades signatárias do Plano Diretor do Mercado de Capitais estão limitados a
5 (cinco) créditos, sendo que cada 4 (quatro) horas equivale a 1 (um) crédito.
4. Cursos de especialização e pós-graduação (MBA, Mestrado ou Doutorado) ministrados por
Instituições de Ensino Superior (IES) reconhecidos pelo MEC e/ou pela CAPES. Só serão aceitos
cursos das áreas de Administração, Atuária, Contabilidade, Direito (econômico, societário ou
tributário), Economia, Finanças e afins. Não há limite de créditos, valendo também 1 (um) crédito
para cada 4 (quatro) horas de curso.
5. A participação em reuniões com empresas (de poucas horas) valerão 0,5 (meio) crédito e as
reuniões de caráter nacional valerão 1 (um) crédito para reuniões de 1 dia e 2 (dois) créditos para
reuniões de mais de um dia. Esse tipo de crédito terá como limite máximo 5 (cinco) créditos.
6. A participação em fóruns e conselhos permanentes de entidades do mercado de capitais, tais
como IASB, CPC, CODIM, ANBIMA, IBGC e outros, com notório nível de exigência na seleção dos
membros valerão 5 (cinco) créditos cada. Esse tipo de crédito terá como limite máximo 15
(quinze) créditos. Os fóruns que serão aceitos precisarão de pedido prévio à APIMEC para aferição
do notório nível de exigência de seleção.
Obs. Caso o profissional tenha excedido a quantidade mínima de horas exigidas para o Programa
de Educação Continuada, as mesmas não são transferidas para períodos subseqüentes.
Para requerer o cômputo dos créditos o profissional deverá submeter, eletronicamente, o Relatório
Individual PEC (disponível em www.apimec.com.br; Certificação; PEC) com antecedência mínima
de 30 (trinta) dias, antes do vencimento da certificação e recolher a taxa vigente, que corresponde ao valor do Exame CR. A APIMEC tem o prazo de 30 (trinta) dias, contados do
recebimento do Relatório Individual PEC para se manifestar, aprovando os créditos ou solicitando
esclarecimentos ao profissional, que deverá atender a demanda em no máximo 15 (quinze) dias
contados do recebimento da solicitação da APIMEC.
O não cumprimento do Programa de Educação Continuada acarretará ao profissional a perda do
CNPI e do credenciamento, ficando o profissional impedido de exercer a atividade de analista de
valores mobiliários. Caso isto ocorra o CNPI e o credenciamento somente poderão ser
readquiridos através de exames de certificação.
IV- Regras de Transição para os analistas credenciados que foram certificados até 2006
1. Os profissionais certificados até 2006 deverão comprovar a realização do PEC através das
modalidades A ou B, até 30 de dezembro de 2011.
1.1. Optando pela modalidade A o profissional poderá realizar o exame CR on-line.
1.2. Optando pela modalidade B, dado que a implantação do PEC terá prazo menor para
acúmulo dos créditos, extraordinariamente serão aceitos 30 (trinta) créditos acumulados durante
os anos de 2010 e 2011. Os profissionais que optarem por 40 créditos deverão comprovar os
créditos no período entre 2007 e 2011, sendo que 50% devem ser nos últimos 2 (dois) anos.
2. Os profissionais certificados a partir de 2007 deverão comprovar a realização do PEC até a data
do vencimento da certificação, devendo cumprir os 40 (quarenta) créditos.
MODALIDADE B - TABELA DE CRÉDITOS
| Natureza |
Características |
Duração |
Créditos |
Cursos, Seminários e atividades
afins
Não há limite de créditos |
Versar sobre tópicos listados no CR-Conteúdo
de Reciclagem |
Mínimo de 4
horas |
1 crédito para
cada 4 horas |
Congressos
Limitado a 5 créditos |
Entidades signatárias do Plano Diretor do
Mercado de Capitais |
Mínimo de 4
horas |
1 crédito para
cada 4 horas |
Cursos de especialização e pósgraduação
Não há limite de créditos |
MBA, Mestrado ou Doutorado minitrados por
instituições de ensino superior (IES)
reconhecidas pelo MEC.
Cursos reconhecidos pela CAPES.
Áreas admitidas: adminitração, atuária,
contabilidade, direito (conômico, societário ou
tributário), economia, finanças e afins. |
- |
1 crédito para
cada 4 horas |
Reunião com empresas
Limitado a 5 créditos |
Somente reuniões presenciais geram créditos. |
Poucas horas
de duração |
0,5 crédito |
Reunião com empresas
Limitado a 5 créditos |
Somente reuniões presenciais geram créditos. |
Um dia ou
mais |
1 crédito para
um dia
2 créditos
para mais de
1 dia |
Fóruns e Conselhos
permanentes (IASB, CPC,
CODIM, ANBIMA, IBGC, etc.)
Limitado a 15 créditos |
Notório nível de exigência na seleção dos
membros. Exige pedido prévio para aferição do
notório nível de exigência de seleção. |
- |
5 créditos |
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Ciclo de alta do minério pode durar até 20 anos, diz Vale
Segundo a empresa, as fortes chuvas no Brasil e na Austrália estão contribuindo para impulsionar o preço das matérias-primas no curto prazo
By Monica Ciarelli, Agência Estadão - 27/01/2011
RIO - O diretor de Relações com Investidores da Vale, Roberto Castello Branco, previu hoje que o ciclo de alta dos preços do minério de ferro dure de 15 a 20 anos. Segundo ele, as fortes chuvas no Brasil e na Austrália estão contribuindo para impulsionar o preço das matérias-primas no curto prazo. Ele informou que a Vale deixou de embarcar em janeiro 500 mil toneladas de carvão na Austrália e 600 mil toneladas de minério de ferro no Brasil.
De acordo com o diretor, o impacto das perdas no mercado de carvão é maior porque representa 10% da produção prevista para a Austrália. Esta queda na produção fez o preço do insumo subir de um patamar em torno de US$ 200 para US$ 350 a tonelada. Já no caso do Brasil, Castello Branco disse que os atrasos nos embarques motivados pela chuva não terão impacto tão relevante sobre o mercado de minério de ferro, visto que representa uma parcela muito pequena da produção prevista para a companhia em 2011, que é de 311 milhões de toneladas.
O executivo lembrou que a disparada no preço do carvão motiva as empresas a buscarem alternativas para diminuir o custo de produção. Uma das alternativas, pondera, é o maior uso de minério de ferro de alta qualidade, como o da Vale. "Uma possível consequência é um aumento no preço do minério de ferro de alta qualidade", afirmou.
Link Original: Portal Estadão
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Produção da Vale é afetada pelas chuvas no Brasil e na Austrália
By Juliana Ennes, Valor Online- 27/01/2011
RIO - A produção da Vale foi afetada em janeiro por fortes chuvas tanto no Brasil, com a devastação de áreas na Região Serrana do Rio de Janeiro e alagamentos em São Paulo, como pelo elevado volume de água que atingiu a Austrália.
No Brasil, as perdas foram na produção de minério de ferro. O volume de 600 mil toneladas que deixaram de ser produzidas foi considerado baixo pelo diretor de Relações com Investidores da companhia, Roberto Castello Branco, se comparado ao volume projetado para a produção do ano, de 311 milhões de toneladas.
No entanto, as chuvas que atingiram a Austrália tiveram um efeito maior, sobre a produção de carvão no país. "Calculamos ter perdido cerca de 500 mil toneladas. Isso é uma perda significativa, já que representa quase 10% da produção prevista para o ano", disse, durante seminário da Associação Nacional dos Analistas e Profissionais de Investimento de Mercado de Capitais do Rio de Janeiro (Apimec-RJ).
O diretor lembrou que os efeitos da chuva vão ajudar a restringir a oferta de carvão, cujos preços já vêm subindo desde meados do ano passado. Esse feito foi considerado positivo para os negócios da Vale, já que, com o carvão caro, a tendência deve ser de economia do insumo.
Para usar menos carvão, as siderúrgicas tendem a comprar minério de ferro de qualidade mais elevada, com maior concentração de ferro, o que exige menos calor e, consequentemente, menor quantidade de carvão.
O analista do Bank of America/ Merril Lynch, Felipe Hirai, acredita que as chuvas na Austrália podem acabar beneficiando a Vale, devido à oferta de minério considerado de qualidade superior à média mundial, principalmente, se comparado ao produto chinês.
Outro impacto que as chuvas na Austrália podem ter sobre o mercado de metais é em relação à oferta de níquel, de acordo com o diretor da Vale.
Link Original: Portal O Globo, Economia
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Homologação de Eleições APIMEC RIO
COMUNICADO
By APIMEC RIO - 14/01/2011
Conforme AGE realizada em 16 de dezembro de 2010, às 19h30 na sede social da APIMECRIO, situada na Av. Rio Branco, 103, 21º andar, Rio de Janeiro - RJ, para Homologação do Resultado da Eleição Geral realizada no dia 26/11/2010, para os cargos de Presidente, Vice-Presidente e renovação de 1/3 do Conselho Diretor.
Comunicamos que foram empossados conforme previsto na AGE acima citada para os cargos de Presidente com mandato de 02 anos: Luiz Guilherme Ferreira Dias, Vice-Presidente Marcos Tisser e para 1/3 do Conselho Diretor com mandato de 03 anos: Carlos Antonio Magalhães de Almeida, Heitor Lyra, José Ribamar Nogueira Brandão, Hugo Rocha Braga, Maria de Fátima Pimentel e como 1º suplente Antonio Jorge Vasconcelos da Cruz.
Rio de Janeiro, 07 de janeiro de 2011
Luiz Guilherme Ferreira Dias Presidente APIMEC RIO
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Grupo Paranapanema volta a investir após 15 anos
Grupo pretende gastar R$ 510 milhões até 2013 para ampliar sua produção no País, e se tornar líder no mercado interno de cobre refinado
By Monica Ciarelli, Agência Estadão / Economia&Negócios - 20/12/2010
RIO - Sem investimentos em expansão há 15 anos, o grupo Paranapanema anunciou hoje que pretende gastar R$ 510 milhões até 2013 para ampliar sua produção no País, e se tornar líder no mercado interno de cobre refinado. Segundo o presidente do grupo, Luiz Ferraz, parte dos recursos virá de caixa próprio e o restante de financiamentos, visto que a companhia reestruturou sua dívida e hoje tem espaço para buscar novos financiamentos.
Entre os projetos de expansão, o mais importante é o da fábrica da Bahia de cobre refinado, que prevê uma ampliação da capacidade dos atuais 240 mil toneladas para 280 mil toneladas de cobre refinado por ano. Além disso, o grupo pretende elevar sua produção de tubos de 16 milhões de toneladas para 36 milhões de toneladas. "A Paranapanema quer ser a grande líder no mercado interno. Vamos dificultar a vida do Chile por aqui", afirmou Ferraz, ao se referir aos produtores chilenos, um dos maiores no setor de cobre.
Durante apresentação na Apimec Rio, o presidente do grupo Paranapanema destacou que a companhia, depois de sua reestruturação de dívida em 2009, está focada agora em aumentar a rentabilidade de seus ativos. Em seus planos estão também a construção de uma unidade de beneficiamento de ouro e prata, metais que sobram no processo de produção de cobre na empresa, e antes não eram aproveitados.
A nova estratégia do grupo contempla ainda os 105 direitos minerários que a Paranapanema tem registrado no Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). O executivo informou que o grupo fechou um acordo com uma mineradora para avaliar o valor real destes 105 direitos minerários.
Entretanto, Ferraz disse que a Paranapanema não pretende se tornar uma mineradora e a intenção é fechar parcerias com companhias do setor para garantir um fornecimento de insumos no longo prazo, a preços mais baratos, o que permitirá à companhia aumentar a competitividade no mercado. Ferraz revelou que um dos direitos minerários já foi vendido por um valor que pode chegar a US$ 8,1 milhões. Dos 105 direitos minerários impostos à Paranapanema, 25 são de minas de cobre.
Questionado sobre a possibilidade da Vale fazer uma nova oferta pelas ações da companhia, o executivo preferiu não comentar rumores e se limitou a comemorar o crescimento da Paranapanema nos últimos anos. "Se a Vale demorar (a fazer uma nova oferta) ela vai pagar três vezes mais caro" afirmou Ferraz, ao lembrar que a Paranapanema passou por um período de reestruturação, e que hoje tem uma sólida posição financeira.
Link Original: Portal Estadão / Economia&Negócios
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Paranapanema Aims to Stay Independent After Vale Bid
By Juan Pablo Spinetto - Portal Bloomberg - 20/12/2010
Paranapanema SA, a Brazilian manufacturer of copper products, plans to remain independent after a takeover bid by Vale SA failed this year as it seeks acquisitions of mines and metals processors.
Paranapanema, based in Dias D’Avila, Brazil, is also in talks to sell part of its fertilizer unit to focus on its metals business, Chief Executive Officer Luiz Antonio Ferraz Jr. said, declining to name possible buyers of the assets.
The company “should remain independent,” Ferraz, 62, said in an interview in Rio de Janeiro today. “It has a life of its own.”
Investors representing a majority of Paranapanema’s common stock rejected Vale’s Sept. 1 bid of 6.75 reais a share after the world’s largest iron-ore producer increased its offer four times during an auction. Paranapanema jumped 16 percent in Sao Paulo trading last week, the biggest weekly advance since February, boosted by speculation it may receive a new offer.
The shares lost 6.3 percent to 5.24 reais at 10:22 a.m. New York time, after declining as much as 8.2 percent earlier today, the most since May 20.
Vale Chief Executive Officer Roger Agnelli said Oct. 18 in a press conference in New York that the company doesn’t plan a new bid.
Pension Funds
Paranapanema, which is controlled by Brazilian pension funds Previ and Petros and the government’s development bank, plans to invest 510 million reais ($298 million) until 2013 to expand its capacity to produce refined copper and semi- manufactured products, according to a Nov. 26 presentation.
Previ, Latin America’s biggest pension fund, runs retirement plans for employees of state-run Banco do Brasil SA and Petros manages plans for workers at government-controlled Petroleo Brasileiro SA. Together with the BNDES, they hold a combined 53 percent of Paranapanema.
Ferraz, who earned a degree in business administration from Brazil’s Getulio Vargas Foundation, was appointed CEO of Paranapanema in August 2008 after serving as chief financial officer of the company for more than three years.
Link Original: Portal Bloomberg
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Resultado das eleições APIMEC 2010
By Portal APIMEC - 18/11/2010
A Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais) está realizando eleições para escolher os futuros governantes da Associação.
Neste processo, serão eleitos o Presidente e o Vice da Apimec Nacional, Presidentes e Vices das regionais da Apimec e haverá renovação parcial do Conselho Diretor das regionais.
Veja o resultado:
A Apimec Nacional agora será governada pela chapa Governança, que traz Lucy Sousa, atual presidente da Apimec Nacional como candidata à presidência e David Rodolpho Navegantes como vice. O principal desafio da nova gestão é dar continuidade à implantação da supervisão da atividade do analista de valores mobiliários, em regime de autorregulação, conforme disposto na Instrução CVM 483/2010, assim como coordenar e monitorar o PEC-Programa de Educação Continuidade, também introduzido pela referida instrução.
Na regional Distrito Federal, o futuro presidente será Alexandre Guimarães e o vice será José Ernesto Duarte de Almeida. Os candidatos eleitos ao Conselho Diretor são Adonis Assumpção Pereira Júnior e Fabrício Alencar de Andrade.
Na Apimec Nordeste, comandará a regional a chapa Novas Tendências, que tem como candidatos Célio Fernando Bezerra Melo, para presidente, e Dário Sousa Pereira, para vice. Para o Conselho Diretor, os candidatos eleitos eleitos foram Geraldo de Lima Gadelha Filho e José Maria Porto Magalhães Sobrinho.
Para a Apimec Minas Gerais, o futuro governante será José Domingos Vieira Furtado, como presidente e Antônio Carlos Vélez Braga. Para o Conselho Diretor, os eleitos foram Antônio Benício Siqueira, Asley Assunção Moreira, Cláudia Maria Moreira de Abreu e Nivaldo Coimbra de Paula.
Para o Rio de Janeiro, a chapa TGS (Transparência | Governança | Sustentabilidade), de Luiz Guilherme Ferreira Dias, candidato à presidente e Marcos Oscar Tisser foi a campeã no processo eleitoral. Carlos Antônio Magalhães de Almeida, Heitor Lyra, Hugo Rocha Braga, José Ribamar Nogueira Brandão e Maria de Fátima Pimentel foram eleitos para participarem do Conselho Diretor da regional.
A regional São Paulo elegeu Reginaldo Alexandre, como presidente e Ricardo Tadeu Martins como vice para o próximo bienio. No conselho diretor, os novos membros são Antonio Carlos Colangelo Luz, Clodoir Gabriel Vieira, Harold Thau, Osvaldo Soares e Paulo Esteves de Barros Souza.
Para a regional Sul, a maioria dos votos foram para Marco Antonio dos Santos Martins, que comandará a presidência da regional e Christian Torsten Klemt, seu vice. Farão parte do Conselho Diretor da regional os candidatos Ari José Hilgert, Cody Leivas Pires e Ivanor de Oliveira Torres.
Link Original: Portal da APIMEC Nacional
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Seminário "PRÉ-SAL: Um novo marco para o Rio"
By Monitor Mercantil - 25/11/2010
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CPFL confirma interesse na Elektro e mantém foco em aquisições
By Juliana Ennes - Portal Valor Online - 18/11/2010
RIO - A estratégia de crescimento da CPFL Energia estará focada nos próximos meses em aquisições de pequenas empresas, principalmente no Estado de São Paulo e também no Rio Grande do Sul, onde a companhia já tem negócios. O objetivo é, ao mesmo tempo, ganhar escala e ter sinergia com negócios já existentes. A empresa tem atualmente sete concessões em São Paulo e uma no Rio Grande do Sul.
O diretor de relações com investidores da companhia, Gustavo Estrella, acredita haver oportunidades de compra nos dois mercados. “Tem muita empresa controlada por grupos privados e também empresas menores, que não têm o potencial de eficiência e qualidade que uma empresa do mesmo porte que a CPFL”, disse Estrella.
O diretor afirmou que a companhia está constantemente prospectando novos negócios para adquirir. No entanto, a compra efetiva “depende muito mais de vendedores” do que da própria CPFL, que está se dispondo, publicamente, a comprar outras companhias.
“A gente se coloca claramente como um grupo focado em crescimento inorgânico, via aquisições. A gente olha esse mercado o tempo inteiro”, afirmou, após participar de reunião da Apimec com acionistas, no Rio de Janeiro.
Estrella confirmou as especulações do mercado de que a CPFL está interessada em adquirir a Elektro. No mercado, a distribuidora de energia é tida como à venda juntamente com os demais ativos da AEI (Ashmore Energy International) na América Latina, avaliados entre R$ 5 e R$ 7 bilhões.
Perguntado se havia interesse em adquirir a companhia, o diretor da CPFL disse que “certamente”. “A Elektro é uma empresa próxima da CPFL e que traz uma escala ainda maior do que a gente tem hoje. Claramente é um ativo que interessa à companhia”, disse. Ele explicou ainda que o processo dependa muito mais do vendedor.
Já as especulações sobre a possível fusão com a Neoenergia foram afastadas, pois a empresa, que possui ativos no Nordeste (Celpe, Cosern e Coelba), não atenderia aos dois requisitos para novos negócios da CPFL: ganho de escala e sinergia, já que fica longe dos principais negócios da empresa.
Link Original: Portal Valor Online
Link Original: Portal Canal Energia
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Seminário Invest Mulher: inscrições abertas
By Portal ELAS - Fundo de Investimento Social - 28/10/2010
Estão abertas as inscrições gratuitas para a quarta edição do Seminário Invest Mulher, que celebra um ano. O evento, que acontece no dia 03 de dezembro, às 18h, no Rio de Janeiro, reúne mulheres que atuam no mercado de capitais ou que pretendem administrar suas próprias economias. A iniciativa contará com apresentação do ELAS que destacará a importância do investimento social em meninas, jovens e mulheres.
“O Mercado de Ações vem crescendo significativamente nos últimos dois anos devido às facilidades de acesso à Bolsa pelos home-brokers e pelo intenso processo de educação financeira. A participação das mulheres fará com que esse crescimento seja ainda maior”, destaca o presidente da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais do Rio de Janeiro (APIMEC-RIO), Luiz Guilherme Dias.
Na última edição do evento realizada em agosto, a presidente nacional da APIMEC, Lucy Sousa, fez um histórico da evolução da mulher no mercado de capitais. Ela lembrou ter sido das primeiras mulheres a atuar como analista no mercado.
“Há uma grande contribuição das mulheres para o aperfeiçoamento do mercado de capitais, simbolizada pela escolha da economista Maria Helena Santana, para presidir a Comissão de Valores Mobiliários”, ressaltou.
Seminário Invest Mulher IV
Data: 03/12/2010 (sexta-feira) - Hora: 18h
Local: Prédio da BM&FBOVESPA (Praça XV de novembro, nº 20 - Centro - Rio de Janeiro – RJ)
Inscrições: APIMEC RIO
Link Original: Portal ELAS - Fundos de Investimento Social
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Expo Money 2010
By APIMEC RIO - 20/10/2010

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Descobertas atrasam definição de venda de fatia de blocos, diz OGX
By Rafael Rosas, Valor OnLine - 14/10/2010
RIO - O forte ritmo de descoberta de óleo da OGX na bacia de Campos tem sido um complicador para a definição da venda de participação acionária nas áreas sob concessão da empresa na região. O diretor de exploração e produção da companhia, Paulo Mendonça, ressaltou que os anúncios de descoberta têm obrigado os interessados a refazer avaliações dos campos.
'Quando o sujeito acha que acabou a avaliação dele, aparece uma nova descoberta. Isso tem dificultado. Só isso', frisou Mendonça, que classificou o contratempo como um 'bom problema'. O executivo, que participou de reunião da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais do Rio de Janeiro (Apimec Rio), evitou falar sobre os interessados em comprar as fatias minoritárias postas à venda, mas informou que 'dentro de um mês' poderá dar informações mais detalhadas.
Questionado sobre o tempo que levará o processo, Mendonça lembrou que as negociações começaram em abril e que procedimentos deste tipo costumam levar em torno de nove meses.
Atualmente, a OGX tem como informação divulgada ao mercado a estimativa de volume recuperável entre 2,6 bilhões e 5,5 bilhões de barris de óleo equivalente depois de sete perfurações na bacia de Campos.
Mendonça revelou que a companhia possui um número interno, não divulgado, que é de conhecimento das empresas interessadas na compra das participações da petroleira em Campos. Esse número é fruto de recentes descobertas, anunciadas ao mercado, mas que ainda não foram traduzidas oficialmente em estimativas de volume recuperável.
'Não fomos ao mercado ainda porque queremos ter mais certeza, mais confirmações de poços. Na medida em que estamos descobrindo muito, precisamos cada vez ter mais certeza, para evitar emoções exageradas, tanto para cima, quanto para baixo [no mercado]. Internamente, temos um número, que não divulgamos', frisou Mendonça.
O diretor financeiro da empresa, Marcelo Torres, ponderou que não há pressa da companhia em realizar as vendas. Com US$ 3,4 bilhões em caixa e produção estimada para começar no campo de Waimea, em Campos, no ano que vem, o executivo ressaltou que a empresa tem recursos para fazer frente ao programa exploratório que prevê a perfuração de um total de 87 poços, dos quais 22 já foram perfurados.
'O caixa é suficiente para todos os demais poços e ainda sobre para o início da produção', disse Torres, para quem o caixa é suficiente para as necessidades da companhia até 2013.
Mendonça também estimou que o atual volume riscado de reservas da OGX, em certificação feita pela DeGolyer and MacNaughton, poderá subir. Hoje a estimativa feita pela certificadora é de 6,662 bilhões de barris de óleo equivalente potenciais nos 29 blocos que a empresa tem no país. Para o diretor, uma nova estimativa feita pela DeGolyer deverá estar pronta no começo do ano que vem.
A produção em Waimea deverá começar em meados de 2011, faltando apenas a definição sobre a instalação de um teste de longa duração (TLD) com dois poços produtores e um injetor ou a declaração de comercialidade, com a instalação de um piloto. Segundo Marcelo Torres, o plano atual apresentado à Agência Nacional do Petróleo (ANP) contempla um TLD.
Na fase de produção depois da declaração de comercialidade serão sete poços produtores e quatro injetores de água. A companhia começará, também em 2011, a fase de exploração na bacia do Pará-Maranhão, prevista para o começo do ano, e do Espírito Santo, que deverá iniciar em meados de 2011.
Questionado sobre eleições e a sua influência na exploração do pré-sal, Mendonça se limitou a comentar que a 'questão do pré-sal hoje não é mais técnica, é comercial'. 'Você faz as contas e, se atinge uma taxa de retorno palatável, você vai. Se não, você não vai', disse.
Link: Portal G1 - Economina & Negócios
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OGX prevê perfuração de 87 poços até 2013
By Mônica Ciarelli, da Agência Estado - 14/10/2010
RIO - A OGX elevou de 51 para 87 a previsão de poços a serem perfurados até 2013. A informação foi dada hoje pelo diretor financeiro da companhia, Marcos Torres. Segundo ele, a decisão se deve aos bons resultados obtidos na campanha exploratória da empresa de petróleo e gás, pertencente ao Grupo EBX, do empresário Eike Batista.
A companhia informou ainda que espera descobertas de grande porte nos poços adquiridos na Colômbia recentemente. A expectativa é de que os contratos de exploração e produção sejam assinados até o fim do ano. A OGX prevê iniciar em meados de 2011 a produção nos poços adquiridos na Colômbia. Durante reunião de hoje na Associação dos Analisas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec) No Rio de Janeiro, o diretor Financeiro da empresa informou ainda que a OGX estima iniciar a campanha exploratória nas bacias do Pará-Maranhão e no Espírito Santo também em 2011.
Segundo Torres, a OGX está capitalizada até 2013 para sustentar sua campanha exploratória e o início da produção. O executivo informou que a posição de caixa da companhia é de USS 3,4 bilhões. Ele reafirmou o interesse da empresa em vender uma participação acionária nos blocos da Bacia de Campos. Segundo Torres, os recursos oriundos dessa operação serão usados para reforçar o caixa da companhia e também poderão ser distribuídos.
Bacia de Campos
O diretor de exploração e Produção da OGX, Paulo Mendonça, afirmou hoje que o grande volume de descobertas feitas pela companhia na Bacia de Campos vem atrasando o processo de venda de uma participação acionária nos blocos situados na bacia. Em setembro, o gerente executivo da empresa, Ricardo Juiniti, havia dito que a companhia pretendia obter entre US$ 12 bilhões e US$ 14 bilhões com a venda de 20% a 30% dos blocos de exploração que possui na Bacia de Campos.
Segundo Paulo Mendonça afirmou hoje, essas descobertas vêm obrigando a companhia a fazer reavaliações em suas reservas, inicialmente estimadas entre 2,6 bilhões e 5 bilhões de barris de óleo. O executivo não quis dar detalhes sobre o processo e se limitou a dizer que, provavelmente, no mês que vem já poderá dar um melhor posicionamento sobre a operação.
De acordo com o executivo, em venda de participações acionárias é preciso ter cuidado e buscar a avaliação mais correta: "Precisamos ter mais certezas para evitar exageros para cima ou para baixo. Normalmente um processo desse tipo de venda de ativos leva em média de 9 a 12 meses", disse. Mendonça participou há pouco de uma reunião com investidores na Apimec, no Rio de Janeiro.
Link: Portal Economina & Negócios - Estadão
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OGX eleva de 51 para 87 a previsão de poços a serem perfurados até 2013
By Mônica Ciarelli, da Agência Estado - 14/10/2010
RIO - A OGX elevou de 51 para 87 a previsão de poços a serem perfurados até 2013. A informação foi dada nesta quinta-feira, 14, pelo diretor Financeiro da companhia, Marcos Torres. Segundo ele, a decisão se deve aos bons resultados obtidos na campanha exploratória da empresa.
A OGX prevê iniciar em meados de 2011 a produção nos poços adquiridos pela empresa na Colômbia. A expectativa é assinar os contratos de exploração e produção até o final do ano.
Torres informou ainda que a empresa estima iniciar a campanha exploratória nas bacias do Pará-Maranhão e no Espírito Santo também em 2011.
Bacia de Campos
O diretor de exploração e Produção da OGX, Paulo Mendonça, afirmou hoje que o grande volume de descobertas feitas pela companhia na Bacia de Campos vem atrasando o processo de venda de uma participação acionária nos blocos situados na bacia. Em setembro, o gerente executivo da empresa, Ricardo Juiniti, havia dito que a companhia pretendia obter entre US$ 12 bilhões e US$ 14 bilhões com a venda de 20% a 30% dos blocos de exploração que possui na Bacia de Campos.
Segundo Paulo Mendonça afirmou hoje, essas descobertas vêm obrigando a companhia a fazer reavaliações em suas reservas, inicialmente estimadas entre 2,6 bilhões e 5 bilhões de barris de óleo. O executivo não quis dar detalhes sobre o processo e se limitou a dizer que, provavelmente, no mês que vem já poderá dar um melhor posicionamento sobre a operação.
De acordo com o executivo, em venda de participações acionárias é preciso ter cuidado e buscar a avaliação mais correta: "Precisamos ter mais certezas para evitar exageros para cima ou para baixo. Normalmente um processo desse tipo de venda de ativos leva em média de 9 a 12 meses", disse. Mendonça participou há pouco de uma reunião com investidores na Apimec, no Rio de Janeiro.
Link: Portal Economina & Negócios - Estadão
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Descobertas atrasam definição de venda de fatia de blocos, diz OGX
By Rafael Rosas, Portal Valor Online - 14/10/2010
RIO - O forte ritmo de descoberta de óleo da OGX na bacia de Campos tem sido um complicador para a definição da venda de participação acionária nas áreas sob concessão da empresa na região. O diretor de exploração e produção da companhia, Paulo Mendonça, ressaltou que os anúncios de descoberta têm obrigado os interessados a refazer avaliações dos campos.
"Quando o sujeito acha que acabou a avaliação dele, aparece uma nova descoberta. Isso tem dificultado. Só isso", frisou Mendonça, que classificou o contratempo como um "bom problema". O executivo, que participou de reunião da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais do Rio de Janeiro (Apimec Rio), evitou falar sobre os interessados em comprar as fatias minoritárias postas à venda, mas informou que "dentro de um mês" poderá dar informações mais detalhadas.
Questionado sobre o tempo que levará o processo, Mendonça lembrou que as negociações começaram em abril e que procedimentos deste tipo costumam levar em torno de nove meses.
Atualmente, a OGX tem como informação divulgada ao mercado a estimativa de volume recuperável entre 2,6 bilhões e 5,5 bilhões de barris de óleo equivalente depois de sete perfurações na bacia de Campos.
Mendonça revelou que a companhia possui um número interno, não divulgado, que é de conhecimento das empresas interessadas na compra das participações da petroleira em Campos. Esse número é fruto de recentes descobertas, anunciadas ao mercado, mas que ainda não foram traduzidas oficialmente em estimativas de volume recuperável.
"Não fomos ao mercado ainda porque queremos ter mais certeza, mais confirmações de poços. Na medida em que estamos descobrindo muito, precisamos cada vez ter mais certeza, para evitar emoções exageradas, tanto para cima, quanto para baixo [no mercado]. Internamente, temos um número, que não divulgamos", frisou Mendonça.
O diretor financeiro da empresa, Marcelo Torres, ponderou que não há pressa da companhia em realizar as vendas. Com US$ 3,4 bilhões em caixa e produção estimada para começar no campo de Waimea, em Campos, no ano que vem, o executivo ressaltou que a empresa tem recursos para fazer frente ao programa exploratório que prevê a perfuração de um total de 87 poços, dos quais 22 já foram perfurados.
"O caixa é suficiente para todos os demais poços e ainda sobre para o início da produção", disse Torres, para quem o caixa é suficiente para as necessidades da companhia até 2013.
Mendonça também estimou que o atual volume riscado de reservas da OGX, em certificação feita pela DeGolyer and MacNaughton, poderá subir. Hoje a estimativa feita pela certificadora é de 6,662 bilhões de barris de óleo equivalente potenciais nos 29 blocos que a empresa tem no país. Para o diretor, uma nova estimativa feita pela DeGolyer deverá estar pronta no começo do ano que vem.
A produção em Waimea deverá começar em meados de 2011, faltando apenas a definição sobre a instalação de um teste de longa duração (TLD) com dois poços produtores e um injetor ou a declaração de comercialidade, com a instalação de um piloto. Segundo Marcelo Torres, o plano atual apresentado à Agência Nacional do Petróleo (ANP) contempla um TLD.
Na fase de produção depois da declaração de comercialidade serão sete poços produtores e quatro injetores de água. A companhia começará, também em 2011, a fase de exploração na bacia do Pará-Maranhão, prevista para o começo do ano, e do Espírito Santo, que deverá iniciar em meados de 2011.
Questionado sobre eleições e a sua influência na exploração do pré-sal, Mendonça se limitou a comentar que a "questão do pré-sal hoje não é mais técnica, é comercial". "Você faz as contas e, se atinge uma taxa de retorno palatável, você vai. Se não, você não vai", disse.
Link: Portal Valor Online
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Esclarecimentos de Dúvidas - CVM 483
By APIMEC RIO - 05/10/2010
Os analistas e profissionais de investimentos do mercado de capitais estiveram reunidos com a Apimec Nacional (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais) no dia 30 de setembro de 2010 para sanar dúvidas sobre a Instrução CVM 483/10, que rege a profissão de analista de valores mobiliários e entra em vigor no dia 1º de outubro de 2010.
A apresentação foi feita por Lucy Sousa, presidente da Apimec Nacional, Vinícius Corrêa e Sá, superintendente de supervisão do analista de valores mobiliários, Daniel Walter Maeda, Gerente de Registros e Autorizações da CVM e Alexandre Leite Moraes, analista de mercado de capitais da CVM.
Link: Acompanhe o áudio do evento
Apimec assume função de autorreguladora, acompanhe. - http://www.apimec.com.br/Apimec/show.aspx?id_canal=186&id_materia=2893
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Associados da Apimec possuem desconto especial de 10% sobre o valor de não associado IBGC no 11° Congresso Internacional de Governança Corporativa
By APIMEC RIO - 28/09/2010
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O resgate da vocação financeira do Rio |
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| By Portal Plurale em Site - 23/09/2010 |
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| Sônia Araripe, Editora de Plurale em site e Plurale em revista (*) |
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Há alguns anos, o caminho mais rápido para o mercado financeiro tem sido a Ponte Aérea que liga o Rio de Janeiro a São Paulo. Para resgatar a vocação financeira carioca, a Prefeitura do Rio de Janeiro e o Governo do Estado estão unidos em torno de um projeto que possa selecionar alguns produtos e serviços do Rio capazes de atrair investimentos estratégicos no segmento financeiro.
Para isso, estão procurando ouvir quem atua no segmento, em um brainstorm, batizado de Grupo Financeiro Carioca. Três recentes reuniões foram realizadas: a última aconteceu hoje pela manhã, na sede da Bolsa de Valores do Rio, que há anos foi incorporada em 2000 pela Bolsa de Valores de São Paulo, a terceira do mundo em valor de mercado desde que também se aliou à Bolsa de Mercadorias e Futuros. Para tirar qualquer vestígio de bairrismo, os anfitriões, os representantes da BM&FBovespa, fizeram questão de apresentaram a entidade como a Bolsa do Brasil.
O destino aliou a nostalgia com o futuro. E este encontro aconteceu justamente onde antes, até os anos 90, funcionou o mais antigo pregão da América Latina, na Praça XV, palco de glórias dos pregões de privatização, de leilões da dívida externa e também de dias tristes, como a derrocada com a crise provocada pelo cheque sem fundos no Caso Naji Nahas, em 1989. O pregão, é claro, não funciona mais – aliás, no mundo totalmente virtual, não existe mais pregão viva voz nem mesmo em São Paulo - e no espaço surgiu mais um arranha-céu, dando lugar a um centro comercial e área de eventos. As fotos e preciosidades dos tempos de ouro da Bolsa do Rio pujante no hall de entrada davam o tom nostálgico. O debate na sala principal marcava o tom de trabalho em ritmo de futuro.
A secretária de Fazenda do Município do Rio, Eduarda La Rocque (foto no alto), tratou, logo de saída, de frisar que não se trata – “de forma alguma” – de rivalizar com os paulistas, líderes do movimento financeiro. “A proposta é complementar, somar”, afirmou, atraindo investidores, de forma sustentável. Jovem, com experiência na linha de frente de banco de investimentos, ela contou sua luta pessoal para não ter que buscar emprego também em São Paulo há alguns anos. Resistiu e hoje coordena o grupo que pode vir a desenvolver uma saída menos rápida do que a Ponte Aérea para quem é do ramo financeiro. Na reunião, aliás, muitos eram cariocas expatriados: executivos financeiros, nascidos e criados no Rio, que só encontraram trabalho em São Paulo. Tem sido assim. São centenas de executivos atravessando todas as semanas a rápida distância de 50 minutos de jato, partindo do Aeroporto Santos Dumont até Congonhas, para garantir o ganha-pão em terras bandeirantes.
Eduarda explicou que a proposta é descobrir que produtos e serviços o Rio pode ser mais competitivo. Uma parte deste arcabouço pode até envolver incentivos fiscais - como uma redução já em estudo pela Secretaria de Fazenda Municipal na alíquota do ISS na parte da custódia que poderá cair de 5% para 3,5% - mas não é só. Já ficou claro que apenas com um planejamento muito bem articulado será possível conquistar investimentos que migraram e continuam seguindo, naturalmente, para o centro de negócios paulista. “Estas oportunidades podem estar na área de energia, produtos sustentáveis, resseguros, enfim, há um leque grande de opções. Queremos ouvir quem entende e trabalha diariamente nestas áreas.” Ela admitiu que os sempre citados entraves na questão da segurança e da logística não devem mais ser vistos como barreiras: mesmo nestes pontos críticos há bons resultados a serem apresentados.
O Secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado do Rio, Júlio Bueno (foto abaixo), lembrou dos investimentos em andamento na região de cerca de US$ 90 bilhões, de acordo com estudo da Federação das Indústrias do Rio (Firjan) para os próximos cinco anos. Envolvendo o pré-sal, mas também siderurgia, portos, etc. “O Rio está atraindo grandes investimentos privados e temos tudo para voltar a ter negócios fortes na área financeira, como na negociação de contratos de petróleo, por exemplo”, disse.

Na mesa, dirigentes de Relações com Investidores de algumas das empresas que ainda mantém sede no Rio, como a Light, Oi, Sul América e Grupo EBX, de Eike Batista. Também representantes de entidades de classe, como da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado, Apimec e da Associação Nacional dos Contabilistas das Entidades de Previdência.
Logo começaram a surgir ideias. Alguns lembraram que o Rio tem ainda a força destas empresas e de várias outras âncoras, como a Petrobras, Vale, Embratel, etc, que, juntas, somam cerca de 40% do Índice Bovespa. E que eventos na área financeira, como Congressos e Seminários Internacionais, poderiam migrar em parte para o Rio. “Quem sabe um Rio Investor`s Day?”, sugeriu Roberto Terziani, diretor de RI da Oi, especialista do mercado financeiro, lembrando que evento deste tipo reúne todos os anos grandes nomes em Nova York. Ou do evento anual da Bolsa de Valores, que concentra grandes economistas internacionais
Ronaldo da Frota Nogueira, diretor da IMF Editora, também veterano no ramo, sugeriu a criação de um cargo de uma espécie de Diretor de RI no Governo do Rio ou na Prefeitura que possa “vender e gerenciar melhor este projeto.”
As propostas iam avançando. Outro participante lembrou da importância do Rio como “think thank”, com mão de obra super qualificada nesta área formada por algumas das melhores Universidades do país e cursos de pós-graduação. Mais na frente, outro convidado frisou a presença dos principais fundos de pensão no Rio, como Petrus e Previ. E ainda grandes corretoras, assets e investidores institucionais e individuais. Sem falar na proximidade de grandes eventos no Rio, como a Copa do Mundo, as Olimpíadas e a Rio +12. Tudo conjungado, como um alinhamento de astros.
(*) A jornalista Sônia Araripe cobriu o mercado financeiro no Rio de Janeiro por quase 20 anos, pelo Jornal do Brasil, Jornal do Commércio, O Dia, O Estado de S. Paulo e Revista Forbes Brasil.
Link original: Portal Plurale em Site
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Bradesco apresenta resultados do 1° Semestre para os sócios da APIMEC-RIO
By Portal Plurale em Site - 23/09/2010
Local: Hotel Sofitel-Rio, Av. Atlântica, 4.240, Copacabana
Data: 23 de setembro
Hora: 18h30
Informações principais
Hoje, quinta-feira, 23.09, às 18:30 horas, a Diretoria do Banco Bradesco convida os sócios da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado de Capitais (APIMEC-Rio) para a apresentação dos números do balanço do 1º Semestre de 2010, seguido de coquetel no Hotel Sofitel-Rio, Av. Atlântica, 4.240, Copacabana.
Estarão presentes o presidente do Banco Bradesco, Luis Carlos Trabuco Cappi, o diretor de Controladoria, Tesouraria e de Relação com os Investidores, Domingos Abreu, o economista-chefe Otávio de Barros, o diretor Departamental de Relações com Investidores, Paulo Faustino, e o vice-presidente Executivo Financeiro do Grupo Bradesco de Seguros e Previdência, Samuel Monteiro dos Santos Júnior.
Link original: Portal Plurale em Site
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Guilherme Dias quer mais investimentos e infraestrutura.
By APIMEC RIO - 14/09/2010


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A Hildete Vodopives , da Investfort Gestão assume como membro do Conselho Estratégico da APSIS no Rio de Janeiro.
By APSIS - 14/09/2010
Consultoria carioca com mais de 30 anos no mercado, APSIS cria seu conselho estratégico. Objetivo da empresa é identificar oportunidades de negócios e crescer globalmente. O Conselho estratégico da APSIS irá reforçar sua experiência em consultoria altamente especializada no Brasil para aproveitar o crescimento de investidores internacionais no crescente mercado brasileiro cada vez mais exigente.
A Hildete Vodopives , da Investfort Gestão assume como membro do Conselho Estratégico da APSIS no Rio de Janeiro .
Pós-graduada em administração pela Universidade de Harvard e MBA em mercado de capitais na PUC-RIO, Hildete é analista de investimentos certificada com o CNPI. Atua no mercado de capitais desde 2003 junto à Family Offices e Asset Management. Por dois mandatos consecutivos foi diretora de relações com empresas da Apimec Rio, associação na qual é atualmente conselheira. Hoje representa a Associação no Comitê Consultivo de Educação da CVM. Na NET, participou do planejamento de marketing para a reestruturação da empresa. Fundou os grupos Harvard Future Strategists e Brazil at Harvard e é palestrante do IVY LEAGUE SPEAKERS. Atualmente, desenvolve pesquisa na Universidade Paris-Sorbonne sobre a internacionalização das empresas brasileiras. Membro do Harvard Club de Paris e do Fórum de Mulheres do Mercosul.
Objetivos do Conselho Estratégico APSIS
• Orientar a empresa nos assuntos de governança, pesquisa e regulação.
• Mapear oportunidades e riscos para o crescimento da empresa dentro de uma visão internacional.
• Zelar pela imagem institucional.
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APIMEC RIO lança curso de RI
By Ronaldo Nogueira, APIMEC RIO - 11/08/2010
Assista o vídeo: Clique aqui
Rio de Janeiro, 11 de agosto de 2010 - Com a orientação técnica de William F. Mahoney e estruturado com base no seu livro "Manual do RI - Princípios e Melhores Práticas de Relações com Investidores" (IMF Editora) e complementado pelo livro de José Marcos Treiger "Relações com Investidores: A arte de se comunicar com o mercado e atrair investidores" (Editora Campus-Elsevier), a APIMEC Rio realizará a partir de setembro o 1º Curso Básico de RI. Com 60 horas de aulas, o curso combina o entendimento das funções e princípios das Relações com Investidores com práticas avançadas de RI que visam aumentar o valor da empresa para seus acionistas. Ministrado por experientes profissionais de RI e de mercado de capitais, o curso é orientado aos profissionais das áreas financeira, contábil, jurídica e de marketing e comunicação corporativa, oferecendo também a oportunidade para que os atuais profissionais de RI aprimorem suas qualificações e avancem nas suas funções. Entre outros temas serão abordados o entendimento das partes mais importantes de um programa de RI, as relações com o buy e o sell-side, e como essas atividades se integram nos esforços voltados para se alcançar a precificação das ações de uma empresa de capital aberto pelo seu "Valor Justo" (Fair-Value) no mercado de investimentos.
O curso terá inicio no dia 14 de setembro, com aulas nas terças, quartas e quintas feiras das 19 às 21:15 horas nas sede da APIMEC RIO, à Av. Rio Branco 103 - 21º.andar, no Rio de Janeiro. Informações pelo telefone: ou pelo web site: www.apimecrio.com.br.
Clique no link abaixo para acessar o convite:
Link: http://www.prnewswire.com.br/arq/Convite_ApimecRio.jpg
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Fórum sobre práticas com inventários de emissões de GEE no setor de energia
By Ricardo Ferrão, Blog Muda Clima - 10/08/2010
19 agosto de 2010 – APIMEC/Rio – Av. Rio Branco, 103 – 21º andar – Centro – RJ
O Portal Ambiente Energia promoverá no dia 19 de agosto, no Rio de Janeiro, o 1º Fórum sobre Práticas com Inventários de Emissões de GEE no Setor de Energia. O fórum vai colocar em foco os cases das cinco empresas do setor energético que participam do Programa Brasileiro GHG Protocol – Petrobras, Eletrobras Furnas, EDP no Brasil, Cesp e Copel. Elas integram uma seleta lista de 35 empresas brasileiras que participam do Registro Público de Emissões de GEE (Gases do Efeito Estufa). Além de mostrar as iniciativas destas cinco empresas, o objetivo principal do fórum é estimular a troca de conhecimentos e experiências sobre o tema entre as empresas do setor de energia.
O Fórum sobre Práticas com Inventários de Emissões de GEE no Setor de Energia é uma iniciativa independente do Ambiente Energia, veículo de comunicação que busca trazer novos temas para o primeiro plano da pauta do setor de energia. O evento é portanto dissociado das atividades do Programa Brasileiro GHG Protocol e do Centro de Estudos em Sustentabilidade – GVces – FGV-EAESP, coordenador deste importante programa do país.
O fórum já conta com o apoio do Fórum de Meio Ambiente do Setor Elétrico (FMASE), da Associação Brasileira de Companhias de Energia Elétrica (ABCE), Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Energia Elétrica (Apine) e Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Carbono (Abemc).
O fórum terá como resultado final a publicação de um “guideline”, uma publicação jornalística que vai mostrar a experiência das empresas de energia na elaboração de seus inventários de emissões de GEE e dos seus resultados trazendo a cobertura dos debates do evento.
Informações - http://www.ghgprotocolenergia.com.br/
Link: Blog Muda Clima
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Distorção nos juros leva a privilégios no BNDES
By Portal Monitor Mercantil Digital - 09/08/2010
Há muita polêmica sobre a atuação do BNDES. O atual formato lembra o adotado na era Geisel, quando o antigo BNDE não só abriu as torneiras para alguns grupos, como ainda criou um sistema em que a correção monetária era limitada, em caso de acirramento da inflação. De um lado, era - como é - um privilégio; de outro, é uma forma efetiva de estimular expansão, naquela época da área petroquímica e indústria pesada e, hoje, de super obras. No momento, grandes grupos são beneficiados com créditos oficiais e alegam que, sem o banco, não teriam como se financiar, diante dos altos juros do mercado. Essa tese é até razoável, porém, seu ponto fraco é que milhares de médios empresários - e até grandes, mas distantes do poder - acabam totalmente alijados da carteira do banco, criando-se dois tipos de empresários: os com e sem acesso à única fonte barata de dinheiro.
A grande maioria no mundo empresarial sequer tem acesso aos gerentes e técnicos do banco, muito menos a diretores e conselheiros. O ideal seria haver dinheiro barato para longo prazo para todos. Aí, todos iriam atrás de dinheiro em bancos privados e se arriscariam em seus projetos, sem necessidade de um banco estatal ter de escolher os privilegiados passageiros de autêntica arca de Noé.
Se as opiniões são divergentes quanto à ação do BNDES, o mesmo não ocorre em relação aos juros de mercado, computados pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Ante inflação anual de apenas 5%, as pessoas físicas pagam 98,5% no comércio, 138% no cheque especial e 213% no empréstimo pessoal das bondosas financeiras. Os cartões de crédito, conhecidos por ajudar o ambiente, propiciarem bom ambiente de trabalho a seus empregados e serem política e economicamente corretos, cobram inacreditáveis juros de 238% anuais de seus devedores.
Em relação a pessoas jurídicas - que é o que interessa, na discussão sobre o BNDES - as taxas são menores, mas ingratas para curto prazo e absolutamente inviáveis para projetos de médio e longo prazo. Em média, as empresas pagam 46,1% para capital de giro; 46,2% no desconto de duplicatas; 47,4% no desconto de cheques e 82,9% na conta garantida. São os juros estratosféricos que obrigam cada governo a escolher os que irão ter acesso pleno ao BNDES.
Estresse bancário
Foram importantes as declarações feitas na Fecomércio-SP pelo diretor do Federal Home Loan Bank of Atlanta e professor da George Washington University, William Handorf. Disse ele: "Ainda há muitos bancos que estão com problemas nos Estados Unidos". Handorf afirmou que Washington ajuda os bancos, pois não vale a pena ter instituições financeiras com problemas, mas isso gera um custo muito alto. E ironizou:
- A antiga regulamentação financeira norte-americana era um manual de 36 páginas. A nova regulamentação do Obama tem mais de 2 mil, e é tão ruim quanto a outra.
Paulo Rabelo de Castro, presidente do Conselho de Planejamento Estratégico da Fecomercio-SP, comparou a situação com a de médicos que, ao tratar alguém muito doente, falam que as coisas estão indo muito bem e tentam tranquilizar o paciente. "É isso que os Governos estão fazendo, mas nos podemos falar a verdade. E a verdade é que a coisa vai mal, muito mal", afirmou Rabello sobre o sistema bancário do maior país do mundo. Rabello também criticou o sistema de classificação de risco:
- As agências só alteram a classificação de risco depois que o óbito for atestado. O mercado precisa assumir uma posição mais critica se quiser voltar a crescer - concluiu.
Sacolas
Em todo o mundo, há intenso esforço para reutilização do lixo, melhor uso da água e isso inclui a redução das sacolas plásticas. Como antigamente, as pessoas devem levar suas sacolas de pano ou de papel para as compras. No Rio, no entanto, talvez por interesse eleitoral do deputado Carlos Minc, foi aprovada às pressas uma lei destinada a desestimular o uso de sacolas plásticas.
Embora bem intencionada, na origem, a lei apresenta feição demagógica, porque aprovada próximo às eleições e, por isso, até a Fecomércio-RJ, que mantém boas relações com o governador Sérgio Cabral, questiona o ato na justiça. O melhor seria a suspensão da norma, para melhor entendimento entre governo, comércio e representantes da sociedade.
Os supermercados optaram por dar descontos de três centavos a cada grupo de cinco produtos, para quem abrir mão das sacolas. Na prática, cumpre-se formalmente a lei e ninguém fica com o desconto, inclusive porque há problema de troco e tanto lojistas como clientes já eram obrigados a abrir mão de centavos antes da vigência da lei. Quem faz uma compra de R$ 20 não vai exigir pagar R$ 19,97 ou R$ 19,94.
Liderança
Em um site, vê-se a seguinte notícia: "FH comemora liderança". A desavisados, poderia parecer que nova pesquisa deu vantagem a José Serra e o fato estaria sendo comemorado por Fernando Henrique, o Cardoso. Na verdade, é o FH, goleiro do Fluminense, que saúda a liderança no campeonato brasileiro de futebol.
Poluição positiva?
No Rio, há quem esteja gostando da poluição por petróleo registrada no Norte fluminense. Pode ser usada como munição contra a redução drástica no pagamento de royalties para as áreas produtoras, pretendida por Ibsen Pinheiro e Pedro Simon.
Perigo nas MPs
Todos os políticos criticam as medidas provisórias (MPs) quando estão na oposição e delas usam e abusam no governo. Se há perigo de inclusão de normas inesperadas em projetos de lei, isso ocorre com mais intensidade nas MPs, que têm prazo curto para aprovação. Recente MP sobre o BNDES trouxe obrigação de o consumidor de energia arcar por gastos extras em usinas em construção. A inclusão dessas "carretas" - fatos que nada têm a ver com o título da MP - se amplia com a proximidade do fim do governo.
Fim do desemprego zero
Cuba anuncia demissão de funcionários públicos no início do próximo ano e a permissão para abertura de pequenos empreendimentos privados. É o fim do desemprego zero, com baixos salários. Restaurantes, salões de cabeleireiros e táxis vão receber os novos empreendedores. Acredita-se que a população economicamente ativa seja de 4,9 milhões, dos quais 4 milhões têm como patrão o Estado.
Rápidas
O governador Sérgio Cabral abre o Palácio Laranjeiras, nesta terça-feira, para anunciar a instalação da Kasinski Motocicletas. Será a primeira fábrica de motos elétricas no país *** Nesta quinta-feira, os correspondentes estrangeiros se encontram, no Rio, com o ministro da Agricultura, Wagner Rossi *** A Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado de Capitais (Apimec-Rio), promove, nesta quarta-feira, no prédio da velha Bolsa do Rio, a terceira edição do Invest Mulher, projeto voltado para as mulheres que atuam no mercado de capitais. Falarão a presidente da Apimec Nacional, Lucy Sousa, Myriam Lund, da FGV, Hildete Vodopives, da Investfort e Sheila Portugal, da Senso Corretora *** Nesta terça-feira, a Câmara Brasileira do Livro e o Sindicato Nacional dos Editores de Livro divulgam, em São Paulo, estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe-USP) com números sobre produção e venda de livros no país *** A próxima sexta-feira é dia 13 *** Nesta terça, a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) anuncia a nona edição do Construbusiness, estudo sobre habitação e infra-estrutura que será apresentado dia 29 de novembro *** Do humorista Tutty Vasques: "Mães paulistanas agregaram nova recomendação aos filhos em dia de shopping para a garotada: "Fiquem longe das joalherias!"" *** O Caxias Shopping, da Baixada fluminense, promove, até o dia 16, a exposição Obama - O Cara que Poucos Conhecem *** A semana começou com dólar e bolsa em queda.
Link: Portal Monitor Mercantil Digital
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SEMINÁRIO INVEST MULHER III
By Blog Cristiane Melo - 23/07/2010
Depois do sucesso do Invest Mulher II estamos caminhando para o Invest Mulher III.
Desta vez teremos um novo formato , um Workshop com o tema Aposentando a Aposentadoria !
DATA:11 de agosto de 2010 - ( quarta-feira )
HORÁRIO:18h00
LOCAL: SEDE BM&FBOVESPA - RIO DE JANEIRO
Rua do Mercado, nº 12 - Praça XV - Centro - Rio de Janeiro - RJ.
PRODUÇÃO: APIMEC RIO
ORGANIZAÇÃO:APIMEC RIO
TELEFONE: APIMEC RIO - (21) 2509-9596
PRÉ-INSCRICÕES: investmulher@apimecrio.com.br
O Invest Mulher é um Programa da gestão do Presidente Luiz Guilherme Dias e do Vice-presidente David Navegantes que visa informar cada vez mais ás mulheres sobre o Mercado de Capitais.
É um evento gratuito para os participantes e por isto estamos solicitando seu patrocínio.
A primeira edição do Invest Mulher foi realizada em novembro de 2009 e contou com a presença da economista e advogada Elena Landau, ex-diretora do BNDES, de Lilian Gallagher, da corretora INVESTOTAL, da consultora de estilo e imagem profissional Kátia Vera Gatto James e da Consultora do Bolsa de Mulher Cecília Nóbrega .Tivemos 50 participantes.
A segunda, em março de 2010, reuniu o assessor da BM&FBOVESPA, Luiz Ernesto Leitão, Ciça Mattos, Diretora de Marketing do portal Bolsa de Mulher e a Professora Lilian Gallagher. Tivemos 80 participantes.
Neste terceiro encontro, que será na sede da BM&FBOVESPA , no dia 11 de agosto de 2010 aqui no Rio de Janeiro.
Nossa primeira palestrante é a professora Myrian Lund, da Fundação Getúlio Vargas que falará sobre a Mercado Financeiro: mitos e realidade e nossa segunda palestrante é a Srª Sheila Portugal, que falará sobre a presença da Mulher no Mercado de Capitais Esperamos mais de 100 participantes.
O Seminário será aberto e encerrado pelo vice-presidente da APIMEC RIO, Sr. David Rodolpho Navegantes Neto.
Em seguida as palestras será servido um coquetel aos participantes.
As inscrições poderão ser feitas diretamente no site da APIMEC RIO:
www.apimecrio.com.br clicando no banner Invest Mulher ou pelo
e-mail : investmulher@apimecrio.com.br
Mais informações com a Srª Moema Cordeiro nos telefones:
21+25099596 ou no e-mail : moema.cordeiro@apimecrio.com.br
Link para o Conteúdo Original: Blog Cristiane Melo
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Inventários de GEE: veja programa do fórum
By Portal Ambiente Energia - 26/07/2010
Além de apresentar as práticas desenvolvidas pelas empresas do setor de energia que participam do Registro Público de Emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE), o 1º GHG Protocol Energia, que acontecerá, no Rio de Janeiro, no dia 19 de agosto, vai mostrar as variáveis consideradas pelo planejador na direção de uma matriz limpa e com baixo nível de emissão de carbono. É o que mostra a participação do diretor de Estudos Econômico-Energéticos e Ambientais da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Amilcar Guerreiro, que fará palestra sobre “Planejamento da Matriz Energética e Economia de Baixo Carbono”.
O papel das instituições financeiras na criação de mecanismos que possam ampliar os mercados de carbono também estará no foco, com a palestra da diretora de Sustentabilidade da BM&FBovespa, Sonia Favaretto, sobre “Sustentabilidade e Mercado Financeiro”. A instituição, junto com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), está desenvolvendo o Índice Carbono Eficiente (ICO2).
Segundo a BMFBovespa, o ICO2 é um índice de ações cuja ponderação da carteira levará em consideração o free float (quantidade de ações da empresa disponíveis para negociação no mercado) das ações das empresas componentes e também o grau de eficiência de emissões de gases de efeito estufa (GEE) das mesmas. A entidade também tem um sistema de leilões para a negociação de créditos de carbono no mercado a vista.
Na parte prática do fórum, o público conhecará a experiência da Petrobras, Furnas, EDP no Brasil, Cesp e Copel com a elaboração de inventário de GEE. Elas compõem uma seleta lista de 35 empresas que participam do Programa Brasileiro GHG Protocol. Adaptado para a realidade brasileira, o GHG Protocol tem compatibilidade com as normas ISO e as metodologias de quantificação do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC). A metodologia do GHG Protocol permite que as informações geradas sejam usadas nos relatórios e questionários de iniciativas como Carbon Disclosure Project, Índice Bovespa de Sustentabilidade Empresarial (ISE) e Global Reporting Initiative (GRI).
Segundo informações do Progrmaa Brasileiro GHG Protocol, entre os motivos para adotar esta metodologia estão a busca por vantagem competitiva enquanto negócio sustentável, a possibilidade de participar do mercado de crédito de carbono e a preservação do registro histórico dos dados sobre GEE para enventuais regulações adotadas no futuro.
Veja o programa:
Planejamento da Matriz Energética e Economia de Baixo Carbono
Amilcar Guerreiro – Diretor de Estudos Econômico-Energéticos e Ambientais da EPE
Programa Brasileiro GHG Protocol: resultados e perspectivas
Roberto Strumpf – Coordenador do Programa Brasileiro GHG Protocol
Apresentação da Petrobras
Rodrigo Chaves Cardoso de Oliveira
Apresentação da Furnas
André Cimbleris – Assistente da Superintendência de Gestão Ambiental
Sustentabilidade e Mercado Financeiro
Sonia Favaretto – Diretora de Sustentabilidade da BM&F BOVESPA
Reflexos do GHG Protocol para os Índices de Sustentabilidade Empresarial
Representante do CEBDS
Apresentação da EDP no Brasil
Representante da empresa
Apresentação da Cesp
Milton Roberto Estrela
Apresentação da Copel
Paulo Sérgio Pereira, coordenador do Comitê Técnico do Programa de Gestão Corporativa de Mudanças Climáticas
Informações sobre o evento:
1º GHG Protocol Energia
Práticas com Inventários de emissões de GEE no setor de energia
Data: 19 de agosto – Rio de Janeiro
Local: APIMEC/Rio – Av. Rio Branco, 103/21º andar – Centro – RJ.
inscrições com desconto até o dia 31 de julho
Site: www.ghgprotocolenergia.com.br
Telefone: 21 3872-0355
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GEE: Cesp mostra resultados
Da Agência Ambiente Energia - A Companhia Energética de São Paulo (Cesp) participa nesta terça-feira, dia 22 de junho, do Evento Anual do Programa Brasileiro GHG Protocol, que acontece em São Paulo. O gerente de Meio Ambiente da empresa, Milton...
Link para o Conteúdo Original: Portal Ambiente Energia
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Seminário da Apimec-Rio: Tendências do Mercado de Imóveis no Rio com Copa e Olimpíadas
By Portal Plurale em Site - 16/07/2010
Local: Hotel Windsor Barra
Endereço: Avenida Lúcio Costa, nº 2.630 - Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ.
Data: 16 de julho
Hora: Das 9 às 18 horas
Informações principais
Após liderar, com folga, a valorização dos ativos no primeiro semestre de 2010 no Rio de Janeiro - com altas acima de 50% - os imóveis despertam a atenção de investidores e analistas do mercado de capitais. Para discutir as perspectivas geradas pelos investimentos para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, a Associação Nacional dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (APIMEC-Rio) promove nesta sexta-feira, 16 de julho, das 9 às 18 horas, no Hotel Windsor Barra, seminário sobre as tendências do mercado e uso de novas fontes de recursos.
O presidente da APIMEC-Rio, Luiz Guilherme Dias, convidou para debater o tema, especialistas do mercado e nas diversas formas de financiamento à construção de imóveis residenciais e comerciais. Representantes da Prefeitura do Rio vão analisar o Impacto dos projetos estruturantes sobre o mercado imobiliário do Rio de Janeiro como a Copa de 2014, Olimpíadas de 2016 e a revitalização da região portuária. Também serão detalhados o funcionamento dos Cepacs, sua estruturação e utilização na construção de imóveis na região do porto do Rio de Janeiro. Além do uso dos recursos FI-FGTS.
Link: Portal Plurale em Site
Link: Portal Mudanças Climáticas
Link: Portal Fator Brasil
Link: Portal SECOVI - O Sindicato da Habitação
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Apimec Rio promove seminário que debate
By Portal Fator Brasil - 09/07/2010
As Mudanças Climáticas e a Agricultura.
Um dos segmentos mais importantes da pauta de exportações do Brasil, a Agricultura é também um dos mais expostos às influências do clima e às medidas para combater o efeito estufa. Para discutir o tema, a Associação Nacional dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (APIMEC-Rio) promove o seminário As Mudanças Climáticas na Agricultura no próximo dia 9 de julho, das 13 às 18, no Hotel Sofitel Copacabana.
O presidente da APIMEC-Rio, Luiz Guilherme Dias, convidou para debater o tema: o Coordenador Geral de Mudanças Globais do Clima, do Ministério de Ciência e Tecnologia, José Domingos Gonzalez Miguez, representante do Brasil na Conferência de Clima, que apresentará “As Visões do MCT sobre o Clima”; Eduardo Assad, da Embrapa, coordenador de projetos na área de mudanças climáticas, que vai detalhar as “Ações de Mitigação de Gases de Efeito Estufa na Agricultura”; e Jorge Augusto Rodrigues, Gerente de Meio Ambiente da Souza Cruz, que apresentará o “Balanço de Carbono na Produção de Fumo”.
.[Programação no dia 9 de julho de 2010, das 13 às 18 horas, no Hotel Sofitel –Av. Atlântica, nº 4.240 - Copacabana - Rio de Janeiro].
Link: Portal Fator Brasil
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Apimec participa de curso sobre o Mercado de Capitais voltado a professores universitários
By Rodney Vergili, Portal Nacional SEGS - 05/07/2010
A Apimec Nacional (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais) participa, da 9ª edição do Programa TOP de Treinamento de Professores. Trata-se de um ciclo de palestras das instituições integrantes do Comitê Consultivo de Educação da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e acontece de 19 a 23 de julho no Rio de Janeiro (RJ).
Lucy Sousa, presidente da Apimec Nacional, palestrará no dia 21 de julho sobre os Principais Fatores de Análise de Investimentos, levando em conta assuntos como rentabilidade e riscos financeiros. Na sequência, falará sobre a importância da existência de uma Certificação do Profissional de Investimento para o sucesso da profissão.
O principal objetivo do programa é atualizar os conhecimentos relativos ao mercado de capitais e unir prática à teoria com o propósito de instituir um canal permanente de comunicação e relacionamento com os professores que já lecionam disciplinas sobre o mercado de capitais.
Serviço:
Programa TOP
Data: De 9 a 23 de julho de 2010
Horário: das 9h às 18h30
Local: Rua Uruguaiana, 10 – 24º andar – Rio de Janeiro – RJ
Inscrições: http://www.comitedeeducacao.cvm.gov.br/
Para ver a programação completa, clique aqui.
Link: Portal Nacional SEGS
Link: Portal Nacional SEGS
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Seminário As Mudanças Climáticas na Agricultura
By Plurale em Site - 01/07/2010
Local: Hotel Sofitel
Endereço: Av. Atlântica, nº 4.240 - Copacabana - Rio
Data: 9 de julho
Hora: Das 13 às 18
Informações principais
Um dos segmentos mais importantes da pauta de exportações do Brasil, a Agricultura é também um dos mais expostos às influências do clima e às medidas para combater o efeito estufa. Para discutir o tema, a Associação Nacional dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (APIMEC-Rio) promove o seminário As Mudanças Climáticas na Agricultura no próximo dia 9 de julho, das 13 às 18h, no Hotel Sofitel Copacabana.
O presidente da APIMEC-Rio, Luiz Guilherme Dias, convidou para debater o tema: o Coordenador Geral de Mudanças Globais do Clima, do Ministério de Ciência e Tecnologia, José Domingos Gonzalez Miguez, que apresentará “As Visões do MCT sobre o Clima”; Eduardo Assad, da Embrapa, coordenador de projetos na área de mudanças climáticas, que vai detalhar as “Ações de Mitigação de Gases de Efeito Estufa na Agricultura”; e Jorge Augusto Rodrigues, Gerente de Meio Ambiente da Souza Cruz, que apresentará o “Balanço de Carbono na Produção de Fumo”.
Link: Portal PLURALE em Site
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APIMEC Rio debate eventos esportivos e mercado imobiliário
By Secovi Rio - 29/06/2010
A Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016 estão transformando o mercado imobiliário do Rio de Janeiro e gerando novas oportunidades de investimentos no setor. Para debater essas importantes transformações – que vão contribuir para o desenvolvimento econômico do País e o fortalecimento do segmento de comércio e serviços imobiliários – a Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos no Mercado de Capitais (APIMEC Rio), promove em 16 de julho, de 9h às 18h, no Windsor Barra, o seminário Investimentos imobiliários no Rio com a Copa de 2014, as Olimpíadas de 2016 e outros programas estruturantes.
No evento, os debatedores abordarão alguns dos fatores que estão contribuindo para remodelar a cidade e gerar oportunidades de investimentos no setor. O prefeito Eduardo Paes é um dos convidados e falará sobre as prioridades da Prefeitura do Rio.
Para os representados do Secovi Rio – que apoia o evento – em dia com suas contribuições, haverá o desconto especial de cerca de 50% na inscrição. Veja detalhes no site Clique aqui
Confira os temas das palestras:
- O forte crescimento da indústria do petróleo e logística e a demanda por imóveis comerciais na cidade
- A expansão da Barra da Tijuca e Zona Oeste
- A revitalização da Região Portuária e do centro do Rio
- Os impactos da Copa de 2014 e Olimpíadas de 2016
- Os fundos imobiliários como fonte de financiamento do setor e novas alternativas de investimentos nas bolsas
- O uso de novas ferramentas de geoespaciamento para a localização de imóveis comerciais e residenciais
- A utilização das Cepacs na construção de imóveis
Serviço - Investimentos imobiliários no Rio com a Copa de 2014, as Olimpíadas de 2016 e outros programas estruturantes
Data: 16 de julho de 2010
Local: Windsor Barra – Av. Lúcio Costa, 2.630, Barra da Tijuca
Horário: 9h às 18h
Link: Portal SECOVI RIO - O Sindicato da Habitação
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Cemig pode dobrar Ebitda
By Felipe Areia, Energia Hoje - 22/06/2010
A Cemig espera dobrar seu Ebitda a cada cinco anos, informou o diretor de Finanças e de Relação com Investidores da empresa, Luiz Fernando Rolla, no Seminário da Apimec-Rio, realizado nesta segunda-feira no Rio. A geração de caixa da empresa foi de R$ 4,039 bilhões em 2009. Nesse sentido, ultrapassaria os R$ 8 bilhões em 2014.
O resultado repetiria o desempenho do período 2003-2008, quando o valor passou de R$ 1,797 bilhões para R$ 4,099 bilhões, um incremento médio superior a 25% ao ano. O crescimento do indicador foi interrompido no ano de 2009, com queda de 1,46% em relação ao ano anterior.
A empresa espera ampliar sua participação internacional para continuar crescendo, afirmou Rolla. O Chile é atualmente a principal oportunidade de investimento devido à sua condição econômica. A Cemig tem prospectado, também, investimentos na área de distribuição e transmissão no Peru e na Colômbia.
O diretor também afirmou que a internacionalização é uma estratégia de antecipação à integração energética da América do Sul, que demandará um volume de investimento muito grande. A empresa se prepara para ter projetos na região e poder participar quando o processo se iniciar, disse Rolla.
Mesmo com o foco na internacionalização, a empresa não vai deixar de ampliar sua participação no mercado nacional. "Oportunidades a gente não seleciona, elas aparecem", disse após afirmar que a empresa disputará o leilão A-5.
Link: Portal de Notícias Energia Hoje
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Construção de Angra 3 aquece mercado de trabalho na região
By Agência Brasil - 21/06/2010
Operários da contrução civil e engenheiros são a maior parte dos contratados
O mercado de trabalho em Angra dos Reis, no litoral sul fluminense, está aquecido com a retomada da construção da Usina Nuclear Angra 3. Até a última terça-feira (15), 1.372 trabalhadores foram contratados para as obras da usina, dos quais 1.135 são do município, disse nesta segunda-feira (21) o assistente da presidência da Eletronuclear, Leonam Santos Guimarães.
- Isso está muito dinâmico e pode ser que já tenha mais contratados.
Guimarães participou do seminário sobre energia elétrica, promovido pela Apimec-Rio (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais seção Rio de Janeiro).
Dos profissionais contratados até agora, a maior parte é de operários da construção civil, além de engenheiros. De Parati, foram contratados 83 trabalhadores, mais 24 de Rio Claro e 130 de outras regiões. A atual fase da obra envolve o início da concretagem da laje do reator. A previsão é que a usina entre em operação comercial em 2015.
Leonam Guimarães acredita que a geração de empregos deve crescer num ritmo maior próximos meses, quando as obras deslancharem. O pico da contratação é aguardado a partir de 2011, como resultado do edital da montagem eletromecânica, que já foi lançado pela estatal.
- Aí já é outro perfil de profissional mais qualificado.
Entre eles, eletricistas, soldadores e técnicos em mecânica.
O diretor de Finanças e de Relações com Investidores da Eletrobras, Armando Casado de Araújo, que também participou do seminário, disse que a construção de Angra 3 está avaliada em R$ 8,5 bilhões e que a empresa está traçando o desenho para o seu financiamento. Segundo ele, entre 70% e 80% do empreendimento poderão ser financiados. A Eletrobras já deu entrada em carta consulta no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). A assessoria de imprensa do banco confirmou que o pedido de empréstimo está sendo analisado pela área técnica.
Ainda nesta semana, deverá ser publicada no Diário Oficial da União portaria do Ministério de Minas e Energia que trata do modelo de contratação de energia de Angra 3. A portaria vai determinar o preço da energia da usina e a garantia física do empreendimento a ser contratado.
A definição da contratação é considerada uma peça fundamental para viabilizar o financiamento do BNDES. A obra deverá contar ainda com créditos externos e recursos da RGR (Reserva Global de Reversão), que é um fundo do setor elétrico destinado, em geral, para a ampliação do sistema energético no Brasil.
Link: Portal R7 Notícias / Economia
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Eletrobras começa a estudar financiamento de Angra 3
By Alessandra Saraiva, Agencia Estado - 21/06/2010
RIO - A Eletrobras começa a desenhar o financiamento para a construção da usina nuclear de Angra 3, orçada em R$ 8,5 bilhões. A informação é do diretor de Finanças e de Relações com Investidores da Eletrobrás, Armando Casado de Araújo. Ele lembrou que o financiamento do projeto já foi aprovado pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). De acordo com ele, cerca de 70% do empreendimento será financiado, "podendo chegar a 80%", nas palavras do executivo.
Araújo disse que a empresa está em negociações com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiar o empreendimento. "Há a possibilidade de o BNDES financiar em dólar", disse, comentando que seria vantajoso para a empresa, visto que a Eletrobras conta com um "hedge natural" (proteção) com a usina de Itaipu, que vende energia cotada em dólar. Outras possibilidades de recursos que estão sendo analisadas pela Eletrobras é a de captação de recursos externos, além de capital próprio. A usina está prevista para ser concluída em 2015. O executivo participou hoje do seminário da Apimec sobre energia elétrica, no Rio de Janeiro.
Link: Portal Estadão - Economia & Negócios
Link: Portal Jornal do Comércio
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Light pretende instalar 530 mil medidores eletrônicos até 2013
By Alexandre Canázio, da Agência CanalEnergia, Consumidor - 21/06/2010
Empresa tem por objetivo reduzir perdas não técnicas que, por determinação da Aneel, devem cair de 43% para 31% no segmento de baixa tensão
A Light vai pisar no acelerador a partir do segundo semestre para ampliar o parque de medidores eletrônicos. Atualmente, 20 mil aparelhos faturam o consumo dos clientes da distribuidoras, mas a partir de agosto serão 46 mil medidores faturando, disse Jerson Kelman, presidente da companhia.
Contudo, os planos da empresa são mais ambiciosos. "Queremos instalar dez mil medidores por mês até o fim do ano, disse o executivo. O processo acelerado de instalação dos medidores, que devem chegar a 530 mil em 2013, se deve ao foco na redução das perdas não técnicas. Essas perdas da companhia, no segmento baixa tensão, são de 43%, enquanto a Agência Nacional de Energia Elétrica determinou redução para 31% até o início do terceiro ciclo tarifário em 2013.
Kelman disse que a instalação de mais medidores depende da capacidade de entrega do único fabricante homologado pelo Inmetro. O interesse em tecnologia de combate ao furto está no centro da estratégia da Light. A empresa comprou recentemente o controle da Axxiom, que desenvolve soluções para a área de distribuição.
De outro lado, a Light está se dedicando a regularização dos consumidores de comunidades carentes, que ganharam unidades de polícia pacificadora - que liberou favelas do domínimo de traficantes e milicianos. O projeto consiste na troca da rede, além da troca de fiação das residências e de geladeiras e lâmpadas.
O primeiro projeto foi desenvolvido na comunidade Santa Marta, na zona Sul do Rio. Segundo Kelman, a adimplência na área está em 98% e a arrecadação cresceu de menos de R$ 1 mil para cerca de R$ 60 mil por mês, em um conjunto de 1.500 consumidores.
Agora a Light está chegando as comunidades de Chapéu Mangueira e Babilônia, também na zona sul, com conclusão prevista para julho. Até setembro deve ser finalizada a primeira fase do projeto na Cidade de Deus, na zona Oeste do Rio. Kelman participou nesta segunda-feira, 21 de junho, do seminário sobre energia elétrica da Apimec-Rio.
Link: Portal Canal Energia
Link: Portal de Notícias Energia Hoje
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Eletrobras fará mais duas captações no exterior
By Alexandre Canazio, da Agência CanalEnergia, Investimentos e Finanças - 21/06/2010
Empresa vai fechar empréstimo sindicalizado de US$ 500 milhões e lançar bônus de US$ 1 bilhão
A Eletrobras caminha para finalizar a captação de US$ 2 bilhões no mercado externo até o final de setembro. A empresa já conseguiu US$ 495 milhões com o Banco Mundial, cujo contrato será assinado em breve. Outros US$ 500 milhões serão de empréstimo sindicalizado, segundo Armando Casado de Araújo, diretor de Finanças e Relações com Investidores da Eletrobras, que participou de seminário sobre energia elétrica da Apimec-Rio.
O executivo disse que a análise das propostas deve ser encerrada até o fim deste mês. Esse tipo de empréstimo é feito em dois tranches, sendo um com organismo multilateral de fomento, com 25% do total financiado, e outro com um grupo de bancos, com 75% dos recursos. A Corporación Andina de Fomento tem sido o parceiro tradicional da Eletrobras nessa modalidade de financiamento. "Mas não estamos fechados a outras propostas", salientou Araújo. A maior captação da empresa de US$ 1 bilhão será feita no mercado internacional após as férias de verão no hemisfério Norte. Serão lançados bônus da companhia nos mercados financeiros dos Estados Unidos e Europa.
Link: Portal de Notícias Energia Hoje
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Angra 3: portaria com modelo de contratação de energia sai esta semana
By Alexandre Canazio, da Agência CanalEnergia, Regulação e Política - 21/06/2010
Financiamento da usina deve ter RGR, BNDES e capital externo. Preço ficará em torno de R$ 150/MWh, segundo Leonam Guimarães
Depois da liberação das obras, a usina nuclear de Angra 3 (RJ, 1.405 MW) terá modelagem de contratação da energia definida nos próximos dias. Já está pronta a portaria que estabelecerá o preço da energia da usina e a garantia física do empreendimento a ser contratado. Também foi definido que o contrato será na modalidade energia de reserva.
Segundo Leonam dos Santos Guimarães, assessor da presidência da Eletronuclear, o preço da energia de Angra 3 deve ficar em cerca R$ 150 por MWh. "Será um preço compatível com o da biomassa contratada no primeiro leilão de reserva", afirmou ele sem querer precisar o valor. Atualmente, a energia das duas primeiras unidades do complexo de Angra está cotada a R$ 135,35/MWh.
A definição da contratação da energia é importante para fechar o financiamento da usina junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. De acordo com Armando Casado de Araújo, diretor de Finanças e Relações com Investidores da Eletrobras, o pacote de financiamento está sendo fechado. "Estamos vendo várias opções junto ao BNDES", afirmou. Entre as opções, está, inclusive, o financiamento em dólar pelo banco. A usina, que tem orçamento de R$ 8,5 bilhões, deve ter ainda recursos da Reserva Global de Reversão e financiamento externo.
Link: Portal Canal Energia
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Souza Cruz e Apimec-Rio realizam seminário sobre Crédito de Carbono
By Portal Souza Cruz Notícias - 30/06/2009
No dia 26 de junho, a Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec-Rio), com o patrocínio da Souza Cruz, promoveu o seminário "O Impacto de Carbono na Economia e nos Balanços das Empresas".
A abertura do evento foi feita pelo gerente de Meio Ambiente da Companhia, Jorge Augusto Rodrigues, que ressaltou a importância do referido tema para a Souza Cruz. Jorge Augusto apresentou um resumo do estudo inédito sobre o balanço de carbono na cadeia produtiva da empresa realizado em conjunto com uma consultoria especializada (KeyAssociados) e assegurado por uma empresa de auditoria externa (PricewaterhouseCooper), no qual é atestado que 91% de todas as emissões de gases de efeito estufa são neutras, por serem provenientes de energias renováveis, e o restante (9%) é compensado por práticas ambientais em áreas de preservação, parques ambientais e reflorestamento mantidos pela Souza Cruz.
O seminário foi realizado no Hotel Sofitel, em Copacabana. Palestras com representantes de diversas empresas, além da participação do secretário executivo da Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima, José Domingos Miguez, também fizeram parte da programação do evento.
Além da Souza Cruz, o evento teve patrocínio da ASM Asset Management, e conta com apoio da UNCTAD, do Ministério de Ciência e Tecnologia e do BNDES.
Link: Portal Souza Cruz Notícias
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APIMEC debate desafios do setor elétrico no Rio
By Portal Setorial News Energia - 17/06/2010
O crescimento em ritmo chinês da economia brasileira no primeiro trimestre, com taxa anualizada de 11,25%, frente ao último trimestre de 2009, renovou as preocupações dos analistas econômicos quanto aos gargalos na infra-estrutura: estradas, ferrovias, portos e aeroportos deficientes. O maior susto, porém, foi o aumento de 17% a 18% na indústria no trimestre. Nível bem acima da taxa histórica de 5% de expansão no consumo usada nas definições de projetos de investimento no setor elétrico.
Se a alta dos juros pelo Banco Central não esfriar o ritmo da indústria, o país corre novamente riscos no suprimento de energia? Os investimentos em novas grandes usinas na Amazônia e em linhas de transmissão vão produzir energia a tempo? Há espaço para as fontes de energia renováveis, como as usinas eólicas? Os blecautes que afetaram os cariocas no verão de 2010 podem se repetir em 2011 ou até ameaçar os planos para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016? Qual a contribuição da energia nuclear, com o início da construção de Angra III?
Para responder a essas questões, o presidente da Associação Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (APIMEC-Rio), Luiz Guilherme Dias, organizou para a próxima segunda-feira (21), das 9 às 19 horas, no Hotel Sofitel-Copacabana, Zona Sul do Rio, um amplo debate sobre os desafios deste setor fundamental ao desenvolvimento econômico e social do país. Sobretudo com o impacto representado pela ascensão das Classes C e D no mercado de consumo de energia.
Maurício Tolmasquim, Presidente da Empresa de Planejamento Energético (EPE) do Ministério das Minas e Energia vai discorrer sobre o “Plano Decenal de Expansão do Setor Elétrico” e comentar o andamento dos principais projetos. Leonam dos Santos Guimarães, chefe de gabinete da Presidência da Eletronuclear, falará, em seguida sobre “O papel da Geração Nuclear no Sistema Elétrico Brasileiro”, analisando a importância da operação de Angra III, cujas obras terão início este ano.
O crescimento da economia num ambiente de sustentabilidade será o tema do Diretor Diretor de Finanças e de RI da CEMIG, Luiz Fernando Rolla. Já o Diretor de Finanças e de RI da Eletrobrás, Armando Casado de Araújo, abordará o Impacto da Lei 12.111, que regulamentou a Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), que subsidia gastos das geradoras de sistemas isolados (não interligados à energia do Sistema Eletrobrás.
Em palestra intitulada, “Construindo para o Rio um futuro brilhante”, a Secretária Municipal de Fazenda do Rio de Janeiro, Eduarda La Rocque, apresentará a importância da energia elétrica para a economia carioca, diante dos grandes investimentos em curso na indústria e projetos como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Esses desafios serão respondidos diretamente pelo presidente da Light, concessionária do município, na palestra “A Light e o futuro do Rio”. Subhojit Daripa, do Banco Morgan Stanley, analisará a Light como opção de investimento.
Já Márcio Prado, analista do Santander, apresentará uma “Visão de Longo Prazo para o Setor Elétrico Brasileiro”. Wilson Ferreira Junior, Presidente da CPFL Energia, um dos maiores grupos privados de energia do Brasil e o que mais investe em fontes alternativas, vai abordar as perspectiva das “Energias Renováveis”. O mesmo tema será focado, em seguida por Márcio Prado, do Santander, que focalizará a “A Energia Renovável sob a ótica mundial”
Link: Portal Setorial News Energia
Link: Portal Agência Rio de Notícias / Economia
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Previ pode investir mais em infraestrutura, diz novo dirigente
By Reuters/Brasil Online - O Globo - Economia - 01/06/2010
RIO DE JANEIRO, 1o de junho (Reuters) - O maior fundo de pensão da América Latina, Previ, dos funcionários do Banco do Brasil, poderá aumentar seus investimentos em infraestrutura se isso for interesse do país e ao mesmo tempo atender as regras de governança corporativa da entidade, afirmou o novo presidente Ricardo Flores, que toma posse nesta terça-feira.
Sem se preocupar com possíveis usos da Previ pelo governo por entender que a entidade está blindada por uma governança corporativa madura, Flores disse que projetos para a Copa em 2014 e para as Olimpíadas de 2016 podem ser analisados como qualquer outro investimento que seja proposto à entidade.
"Queremos ser atores principais e não coadjuvantes no desenvolvimento do país", disse Flores a jornalistas horas antes de tomar posse. "Se isso for interesse do país e desde que atenda aos requisitos, não vejo como excludentes (os projetos estruturantes)", completou.
Na véspera, a pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, comentou em evento em São Paulo que fundos de pensão poderiam ter uma participação maior no setor de infraestrutura do país ao citar diversificação das fontes de financiamento da economia para além do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Sem a presença da imprensa, o ex-presidente da Previ, Sérgio Rosa, passa oficialmente o bilionário caixa de 142 bilhões de reais da Previ para Flores e a nova diretoria em cerimônia no final desta tarde no Rio de Janeiro.
Junto com Flores tomam posse os dois diretores indicados pelo Banco do Brasil e os dois eleitos pelos participantes do fundo. Apenas um diretor, de Seguridade, José Ricardo Sasseron, permaneceu da antiga diretoria.
Marco Geovanne Tobias da Silva, que ocupava a gerência geral de Relações com Investidores do BB assume a diretoria de Participações no lugar de Joílson Ferreira prometendo dar maior visibilidade ao fundo.
"Vamos dar maior transparência, como foi feito com o banco, queremos fazer mais reuniões com o mercado", disse Silva, lembrando que atualmente a Previ tem apenas uma reunião anual na Apimec.
A entidade ganhou mais fôlego para investimentos no ano passado, depois que o governo resolveu aumentar de 50 para 70 por cento o limite das aplicações em renda variável. Mesmo assim, Flores e sua diretoria terão que lidar com casos polêmicos como o desinvestimento a ser feito na Vale, para que a Previ possa se adequar à regra de não concentrar mais de 10 por cento do patrimônio do fundo em uma única empresa. Atualmente a Vale é o maior investimento da Previ, com peso em torno dos 20 por cento do seu patrimônio.
"Isso ainda não foi avaliado", afirmou.
CONSELHO DA VALE
Flores não decidiu também se vai assumir o cargo de presidente do Conselho de Administração da Vale. Argumentando que o mandato de Sérgio Rosa vai até 2011, Flores deu sinais de que vai esperar a decisão do ex-dirigente.
"Esse assunto ainda não foi tratado (o conselho da Vale). Existe um mandato e este mandato está em curso até maio de 2011", disse Flores. "Isso tem um rito próprio, ele (Rosa) pode pedir para sair, renunciar...tem que ter assembléia de acionistas...", explicou o executivo que preferiu generalizar o assunto:.
"Não pretendemos mudar as coisas no sentido de mudar por mudar, queremos olhar o processo de maneira geral e manter aquilo que está maduro e aperfeiçoar o que puder", explicou, referindo-se também às suas outras participações em empresas.
Outras questões delicadas, como o superávit de mais de 40 bilhões de reais da entidade que poderá ou não ser distribuído aos beneficiários, assim como possíveis mudanças nas participações da Previ no setor elétrico (CPFL e Neoenergia) serão avaliadas com calma, disse Flores.
Funcionário de carreira, Flores está no banco há 32 anos.
Link: Portal O Globo / Economia
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ABRASCA submeterá o Projeto de Autorregulação das Companhias Abertas a audiência restrita
By Yahoo Brasil Notícias - 24/05/2010
Rio de Janeiro, 24 de Maio de 2010 - Elevar os padrões de governança corporativa das companhias abertas brasileiras, especialmente na interface com o mercado de capitais. Este é o principal objetivo do Código de Autorregulação que a ABRASCA prepara, através de uma Comissão de Alto Nível composta por 14 membros. Nas próximas semanas o Conselho da ABRASCA estará analisando em detalhes o texto atual do código. E nos próximos meses as principais entidades de mercado (como a Anbima, Apimec, AMEC, Abrapp e IBGC entre outras) conhecerão o projeto, em processo de audiência restrita.
A Associação Brasileira das Cias. Abertas (ABRASCA) espera discutir todos os aspectos do Código entre os quais o Pratique ou Explique e as premissas para os integrantes dos Conselhos de Administração das Companhias e controles internos - e implementá-lo até o final deste ano.
O Código de Autorregulação das Companhias Abertas Brasileiras será fundamentado em princípios e não em regras detalhadas. Com isto facilitaremos o cumprimento do que é proposto, justifica o presidente da ABRASCA, Antonio Castro, destacando ainda que a Comissão procura examinar aspectos internacionais sobre o tema e aplicá-los na realidade nacional.
"No caso brasileiro, a ABRASCA reconhece que o grau de maturidade, o ciclo de existência, a estrutura de controle societário e outras peculiaridades de cada companhia podem justificar alternativas para se atingir uma boa Governança Corporativa", continua o representante da ABRASCA, destacando que o documento adotará um modelo flexível de "Pratique ou Explique", conferindo às empresas brasileiras a liberdade para decidir suas explicações aos acionistas.
Os objetivos serão fixados através do estabelecimento de um Código da ABRASCA de Autorregulação e Boas Práticas das Companhias Abertas, que entre outros tópicos, irá enfocar os seguintes aspectos:
Responsabilidade dos administradores;
Relacionamento com partes relacionadas;
Controles Internos e Gestão de Riscos;
Procedimentos em casos de reorganização societária.
O documento, que já é analisado pela Comissão de Mercado de Capitais (COMEC) e pela Comissão Jurídica (COJUR) da própria Abrasca, prevê a responsabilidade dos administradores, o relacionamento com partes relacionadas, controles internos e procedimentos dos administradores em casos de reorganização societária. O "enforcement" dos preceitos do Código Abrasca de Autorregulação e Boas Práticas seguirá regras estabelecidas no Código Processual de Autorregulação.
A estrutura da minuta obedecerá aos seguintes tópicos:
Conselho de Administração
Diretoria Executiva
Remuneração
Controles Internos e Gestão de Riscos
Operações com Partes Relacionadas
Código de Conduta
Controle e Divulgação de Informações Relevantes
Relações com o Mercado de Capitais
Reorganizações Societárias
Ofertas Públicas de Aquisição de Ações
Selo do Código
Disposições Finais
CONSELHO O Código, cuja adesão pelas companhias brasileiras será voluntária, vai especificar a constituição do Conselho de Administração das Companhias Abertas, prevendo que este seja composto de um mínimo de cinco membros, dos quais pelo menos um deverá ser independente.
Mais ainda: o Conselho deverá reunir, entre outras competências, conhecimento de finanças, mercado de capitais, contabilidade, gerenciamento de riscos, direito societário e normas legais e regras aplicáveis às companhias abertas. A ABRASCA recomendará às companhias que seu órgão máximo deverá criar mecanismos de avaliação de desempenho anual.
CONTROLES - No quesito sistemas de controles internos e gestão de riscos, as empresas deverão se preparar para que estes efetivamente propiciem sua sustentabilidade e perenidade.
GT O Grupo de Trabalho, constituído em 2009 e Coordenado por Luiz Spinola, VP da ABRASCA, tem ainda como integrantes Antonio Castro, Presidente da ABRASCA; Eduardo Lucano, Superintendente Geral da ABRASCA; Elaine Palmer, Sócia do escritório Barbosa Mussnich & Aragão; Geraldo Soares, vice-presidente do Conselho do IBRI e RI do Itaú Unibanco Holding S/A; Henrique Lang, sócio do Pinheiro Neto Advogados; Henry Sztutman, sócio do escritório Pinheiro Neto Advogados e presidente da Comissão Jurídica da ABRASCA; Leandro Loiola, sócio do Bocater, Camargo e Costa e Silva;Maria Isabel Bocater, sócia do Bocater, Camargo e Costa e Silva; Nair V.S. Janson, sócia do Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga; Roberto Castello Branco, RI da Vale; Rodrigo Krause, RI da Multiplan; Tarcisio Beuren, RI da Gerdau e presidente da Comissão de Mercado de Capitais da ABRAS CA; e Thomás Tosta de Sá, Coordenador do Plano Diretor do Mercado de Capitais e Diretor da Abrasca.
Link: Portal Yahoo Brasil / Economia
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Esmeraldo, o minoritário, tenta resistir
Acionista vai à assembleia da Petrobrás para votar contra a capitalização da empresa.'Não conseguirei subscrever ações', diz Esmeraldo
By Irany Tereza / RIO - O Estado de São Paulo - 13/06/2010
Esmeraldo, o minoritário. Parece título de tira de história em quadrinhos, mas assim é conhecido um dos mais atuantes acionistas pessoa física do País. Gilberto Souza Esmeraldo, capitão de mar-e-guerra aposentado, é detentor de uma carteira de ações invejável: Banco do Brasil, Bradesco, Vale, CPFL, CSN, Light, Souza Cruz, as empresas "X" de Eike Batista. E o xodó: Petrobrás.
Esmeraldo, o minoritário. Parece título de tira de história em quadrinhos, mas assim é conhecido um dos mais atuantes acionistas pessoa física do País. Gilberto Souza Esmeraldo, capitão de mar-e-guerra aposentado, é detentor de uma carteira de ações invejável: Banco do Brasil, Bradesco, Vale, CPFL, CSN, Light, Souza Cruz, as empresas "X" de Eike Batista. E o xodó: Petrobrás.
Interferência. "Não adianta, a União tem a maioria dos votos e já está decidido que vai aumentar o poder na companhia. A Petrobrás é bem administrada, o problema é que a União interfere muito", reclama.
Ele não revela o total que detém em ações, mas sabe que não terá condições de subscrever a quantidade necessária para acompanhar o aumento de capital proposto pelos controladores. Sua participação será diluída, como imagina que acontecerá com uma grande parcela de investidores pessoa física.
Maior operação. A capitalização da Petrobrás ficará entre US$ 50 bilhões e US$ 80 bilhões. Analistas do mercado financeiro arriscam US$ 60 bilhões no que será a maior operação do tipo do mundo. Isso corresponde a um terço do valor de mercado atual da empresa.
Para acompanhar o ritmo, os acionistas serão obrigados a aportar mais capital na empresa na mesma proporção. Os que não quiserem, ou não puderem, verão o porcentual de suas ações minguar no bolo.
Diretor da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec), sabe como essas coisas funcionam. "Não vou conseguir subscrever. Para isso, teria de vender outras participações, coisa que não vou fazer", diz o investidor. Aos 68 anos, Esmeraldo vive com a mulher e a filha em Copacabana e tem uma vida confortável, mas não aceita a classificação de "rico".
"Existe o minoritário grande, o médio e o pequeno. Eu sou minoritário pequeno mesmo. Nessa capitalização, entrarão os grandes, os fundos estrangeiros, os investidores chineses. E os controladores. O duro é que a União vai subscrever sem pagar um tostão. Será uma operação com reservas de petróleo e títulos públicos pra lá, títulos públicos pra cá. Nós minoritários, vamos lá fazer número", resume.
Link: Portal Estadão.com.br/Economia
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Seminário da APIMEC-RIO debate os desafios do setor elétrico frente à forte expansão da economia
By Portal Revista Fator Brasil - 11/06/2010
O crescimento em ritmo chinês da economia brasileira no primeiro trimestre, com taxa anualizada de 11,25%, frente ao último trimestre de 2009, renovou as preocupações dos analistas econômicos quanto aos gargalos na infra-estrutura: estradas, ferrovias, portos e aeroportos deficientes. O maior susto, porém, foi o aumento de 17% a 18% na indústria no trimestre. Nível bem acima da taxa histórica de 5% de expansão no consumo usada nas definições de projetos de investimento no setor elétrico.
Se a alta dos juros pelo Banco Central não esfriar o ritmo da indústria, o país corre novamente riscos no suprimento de energia? Os investimentos em novas grandes usinas na Amazônia e em linhas de transmissão vão produzir energia a tempo? Há espaço para as fontes de energia renováveis, como as usinas eólicas? Os blecautes que afetaram os cariocas no verão de 2010 podem se repetir em 2011 ou até ameaçar os planos para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016? Qual a contribuição da energia nuclear, com o início da construção de Angra III?
Para responder a essas questões, o presidente da Associação Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (APIMEC-RIO), Luiz Guilherme Dias, organizou no próximo dia 21 de junho, das 9 às 19 horas, no Hotel Sofitel-Copacabana, amplo debate sobre os desafios deste setor fundamental ao desenvolvimento econômico e social do país. Sobretudo com o impacto representado pela ascensão das Classes C e D no mercado de consumo de energia.
Maurício Tolmasquim, Presidente da Empresa de Planejamento Energético (EPE) do Ministério das Minas e Energia vai discorrer sobre o “Plano Decenal de Expansão do Setor Elétrico” e comentar o andamento dos principais projetos. Leonam dos Santos Guimarães, chefe de gabinete da Presidência da Eletronuclear, falará, em seguida sobre “O papel da Geração Nuclear no Sistema Elétrico Brasileiro”, analisando a importância da operação de Angra III, cujas obras terão início este ano.
O crescimento da economia num ambiente de sustentabilidade será o tema do Diretor Diretor de Finanças e de RI da CEMIG, Luiz Fernando Rolla. Já o Diretor de Finanças e de RI da Eletrobrás, Armando Casado de Araújo, abordará o Impacto da Lei 12.111, que regulamentou a Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), que subsidia gastos das geradoras de sistemas isolados (não interligados à energia do Sistema Eletrobrás).
Em palestra, intitulada, “Construindo para o Rio um futuro brilhante”, a Secretária Municipal de Fazenda do Rio de Janeiro, Eduarda La Rocque, apresentará a importância da energia elétrica para a economia carioca, diante dos grandes investimentos em curso na indústria e projetos como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Esses desafios serão respondidos diretamente pelo presidente da Light, concessionária do município, na palestra “A Light e o futuro do Rio”. Subhojit Daripa, do Banco Morgan Stanley, analisará a Light como opção de investimento.
Já Márcio Prado, analista do Santander, apresentará uma “Visão de Longo Prazo para o Setor Elétrico Brasileiro”. Wilson Ferreira Junior, Presidente da CPFL Energia, um dos maiores grupos privados de energia do Brasil e o que mais investe em fontes alternativas, vai abordar as perspectiva das “Energias Renováveis”. O mesmo tema será focado, em seguida por Márcio Prado, do Santander, que focalizará a “A Energia Renovável sob a ótica mundial”
[Dia 21 de junho (segunda-feira), das 9h às 19h – Hotel Sofitel-Rio) | APIMEC-Rio: Sra. Ana Nappi - (21) 2509-9596 | Inscrições: seminarios@apimecrio.com.br].
Link: Portal Revista Fator Brasil
Link: Blog Rotas Estratégicas | Setor Metal Mecânico
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Sustentabilidade será destaque em evento direcionado ao mercado de capitais
By Apimec - 31/05/2010
Apimec Nacional estimula estudos e reflexão sobre a gestão ecoeficiente e a necessidade de investimentos em infraestrutura para sustentar o desenvolvimento gerado pelo mercado de capitais
A Apimec —Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais— irá trazer como tema central da 21ª edição do seu congresso nacional “O papel do mercado de capitais em um mundo sustentável”. A escolha foi relacionada às diversas ações empreendidas em todo o mundo, por meio de organismos públicos e privados, que têm demonstrado ser possível aliar a prosperidade econômica à promoção do bem-estar social e conservação ambiental.
O objetivo é favorecer a troca de experiências entre grandes organizações e pesquisadores que desenvolveram e aplicaram mecanismos de gestão ecoeficiente, como as frequentes e atualizadas edições da carteira do ISE da BM&F Bovespa —índice que reúne as ações e mede o desempenho das empresas com melhores práticas de governança e sustentabilidade. “Com as discussões fomentadas no congresso, a Apimec visa apontar soluções para o setor que equilibrem os aspectos econômicos e ambientais”, explica o presidente da regional Minas Gerais da associação, José Domingos Vieira Furtado.
Segundo a presidente da Apimec Nacional, Lucy Sousa, o mercado de capitais deve estar presente no financiamento de infraestrutura, por meio da participação em projetos de transporte, saneamento, meio ambiente, privatizações e outros, contribuindo com a sustentabilidade do crescimento econômico.
José Domingos acrescenta que, o mercado de capitais possui uma visão de futuro muito grande, por isso, gera atitudes para viabilizar os seus investimentos. “Fomentar projetos juntamente com entidades públicas e administrar corretamente os recursos não renováveis do ambiente é uma dessas formas”. Ele acrescentou que a ecoeficiência tem como elementos reduzir o consumo de insumos e de energia com bens e serviços e minimizar a dispersão de substâncias tóxicas. Compreende, ainda, intensificar a reciclagem de materiais, maximizar o uso sustentável de recursos renováveis, prolongar a durabilidade dos produtos e agregar valor aos bens e serviços.
Os trabalhos técnicos apresentados no Congresso Apimec, por meio do Concurso de Monografias, também serão baseados no tema central do evento. Os candidatos poderão optar pelos assuntos: tendências do mercado de capitais internacional; financiamento da infraestrutura através do mercado de capitais; governança e sustentabilidade; os desafios da implantação do Padrão de Relatórios Financeiros Internacionais (IFRS)— prática contábil pronunciada que será obrigatória no Brasil para as Sociedades Anônimas de Capital Aberto a partir de 2010—; ou autorregulação e a atividade do profissional de investimento. Os trabalhos podem ser enviados até o dia 7 de maio de 2010, por meio do site www.apimec.com.br.
Evento terá plano de neutralização de impactos ambientais e emissões de gás carbônico (CO2)
Preocupada em cumprir seu papel ambiental, a organização do 21º Congresso Nacional da Apimec contratou a empresa Mundus Carbo, que fará um trabalho para neutralizar o gás carbônico emitido durante o evento. A Mundus, que possui grande experiência no desenvolvimento de projetos de redução de emissões e de inventários corporativos de impactos ambintais, fará o cálculo das quantidades do gás geradas na ocasião e realizará o plantio de árvores para compensar o valor obtido.
O cálculo das emissões leva em consideração o deslocamento dos participantes, tanto por vias áreas quanto terrestres, a quantidade de resíduos sólidos —composto pelo material de divulgação produzido e pelos kits entregues aos congressistas—, a geração de efluentes líquidos e o consumo de energia. Para precisar os valores, a Mundus Carbo disponibilizará um questionário na internet, a ser preenchido pelos participantes de todo o país, comunicando como pretendem se deslocar até o evento.
A estimativa inicial feita pela empresa de soluções ambientais é de que os participantes do congresso emitam cerca de 50 toneladas de CO2, o que exige o plantio de árvores ou a aquisição de créditos de carbono para neutralizá-las. Ao final do congresso, será realizada uma palestra de prestação de contas, mostrando as quantidades finais de gás emitido, quando será decidido, por meio de estudos técnicos, a melhor opção para a neutralização.
A 21ª edição do Congresso Nacional da Apimec será realizada em Belo Horizonte (MG), entre os dias 25 e 27 de agosto. As inscrições podem ser feitas com preços especiais até o dia 25 de junho, por meio do site www.21congressoapimec.com.br. Já as inscrições para o Concurso de Monografias podem ser realizadas até o dia sete de maio, através do mesmo portal.
Fabíola Pimenta
(31) 3211.7507 | (31) 9893.6537
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Fertilizantes Heringer comenta as estatísticas do setor no 1T10
By Wilson Rio Mardonado - 24/05/2010
São Paulo, 24 de maio de 2010 - A Fertilizantes Heringer (Bovespa FHER3) comenta as estatísticas do setor no primeiro trimestre de 2010. A companhia é uma das pioneiras na produção, comercialização e distribuição de fertilizantes, com atuação nacional e 42 anos de presença no mercado, sendo uma das três maiores empresas de fertilizantes no Brasil. Exerce suas atividades por meio de 19 unidades de produção estrategicamente localizadas nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Espírito Santo, Sergipe, Bahia, Goiás, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Todas as unidades produzem, comercializam e distribuem fertilizantes para atender as diferentes culturas agrícolas brasileiras. A Companhia também conta com uma planta de produção de SSP (super fosfato simples) no município de Paranaguá-PR. As ações da Heringer são negociadas no Novo Mercado, segmento máximo de governança corporativa e transparência da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), desde abril de 2007 sob o código FHER3.
Para informações adicionais, por favor contatar a área de Relações com Investidores:
Wilson Rio Mardonado
Diretor de Controladoria e Relações com Investidores
e-mail: ri@heringer.com.br
www.heringer.com.br/ri Para acessar o relatório completo: clique aqui
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Agenda da APIMEC-RIO
By Portal Fator Brasil - 21/05/2010
Na próxima terça-feira, 25 de maio, às 16 horas, a Diretoria da Light convida os sócios da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado de Capitais (APIMEC-Rio) para a apresentação dos resultados do 1º trimestre de 2010, seguida de coquetel, no Auditório do Centro Cultural Light, na Avenida Marechal Floriano, nº 168 - Centro - Rio de Janeiro – RJ.
Na próxima quarta-feira, 26 de maio, às 8h30, a diretoria da Copel convida os sócios da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado de Capitais (APIMEC-Rio) para um café da manhã, seguido da apresentação dos resultados do 1º trimestre de 2010, no Hotel JW Marriot, Av. Atlântica, nº 2.600 - Copacabana - Rio de Janeiro – RJ.
Na próxima quarta-feira, 26 de maio, às 18h330, a diretoria da Usiminas convida os sócios da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado de Capitais (APIMEC-Rio) para a apresentação dos resultados do 1º trimestre de 2010, seguido de um coquetel, no Hotel JW Marriot, Av. Atlântica, nº 2.600 - Copacabana - Rio de Janeiro - RJ.
Link: Portal Fator Brasil
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Noite Histórica - APIMEC 40 anos
By Marcia Peltier e Cris Rodrigues, da Marcia Peltier Digital - 19/05/2010
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A Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais premiou os melhores profissionais da área com jantar festivo na noite de terça-feira, em São Conrado.
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Durante a cerimônia da 37ª edição do prêmio Apimec, que também faz parte das comemorações dos 40 anos da entidade, foi apresentado o primeiro hino da Associação. |
A composição é de Gilberto Souza Esmeraldo, diretor de marketing da Apimec, e foi interpretada por Luizito da Mangueira. |
A entrega dos troféus foi emocionante. Na categoria Prêmio Qualidade – Melhor Reunião, o Itau Unibanco foi agraciado. O profissional de comunicação escolhido foi o jornalista Joelmir Beting, que não pôde ir à cerimônia. E, por isso, deixou um discurso especial, que foi lido na ocasião. O Prêmio Especial foi entregue para Mauricio Dinepi, presidente do Jornal do Commercio. Também foram homenageados seis fundadores e dois beneméritos com placas comemorativas. |
A confraternização, que durou até as duas horas da manhã, contou com a apresentação da Velha Guarda da Vila Isabel.
Na foto, ao lado, Maurício Dinepi recebeu das mãos de Luiz Guilherme Dias, presidente da Apimec Rio.
Link: Portal Marcia Peltier
Link: Jornal do Commercio em DPF
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Economia brasileira deve crescer 6% este ano avalia Standard & Poor's
By Mônica Ciarelli, da Agência Estado - 17/05/2010
Crescimento deve ser capitaniado pelo forte mercado doméstico e pela boa condução de políticas por parte do governo, diz Regina Nunes, presidente da agência no Brasil
RIO - A economia brasileira deve crescer 6% este ano e 4,7% no ano que vem, segundo a avaliação da presidente da Standard & Poor's Brasil, Regina Nunes. Segundo a executiva, o crescimento deve ser capitaniado pelo forte mercado doméstico e pela boa condução de políticas por parte do governo. "O Brasil é administrado com políticas fiscal e monetária extremamente pragmáticas e com efeitos benéficos para o país no curto, no médio e longo prazo", disse.
Na avaliação de Regina, a economia brasileira tem fundamentos para não se deixar contaminar pelo cenário turbulento na Europa, afetado pela atual crise econômica na Grécia. Na análise da executiva, a única maneira de a economia brasileira ser realmente contaminada pela crise europeia seria o advento de uma crise financeira global, originada do atual ambiente de turbulência na zona do euro. "O que atualmente ainda não aconteceu." Ela lembra que, no momento, o rating do Brasil é BBB menos, o que indica estabilidade.
A executiva também elogiou o corte de R$ 10 bilhões anunciado na semana passada no Orçamento de 2010. "Quando você coloca a política monetária e fiscal para andarem juntas, isso é sempre um excelente sinal". Disse. No entanto, Regina fez algumas ressalvas quanto as perspectivas de longo prazo na economia brasileira. Ela considerou que ainda existem algumas restrições para um crescimento econômico sustentável, como a dívida líquida do governo e carga de juros elevada; inflexibilidade orçamentária frente ao aumento no volume de gastos ativos e barreiras estruturais, que diminuem o investimento e o crescimento em comparação com outras economias emergentes.
Sobre o cenário político e a condução do novo governo a partir de 2011, a executiva defendeu uma atenção maior para a microeconomia e uma diminuição na condução de políticas anticíclicas para estimular a economia brasileira. Ela participou do seminário 40 anos da Apimec.
Link: Economia & Negócios - Estadão
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Mudança em regra de fundo deve ir para audiência ainda neste semestre
By Alessandra Saraiva, da Agência Estado - 17/05/2010
No quesito transparência, a ideia é criar um prospecto simplificado, muito pequeno, que pode ser comparado à chamada "lâmina" que alguns fundos já usam
RIO - A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pretende colocar em audiência pública até o final do primeiro semestre a nova regulamentação sobre fundos de investimento. A afirmação partiu da presidente da autarquia, Maria Helena Santana, que participou hoje do seminário "40 Anos da Apimec", no Rio. "Nossa expectativa é essa. Se for possível, até o fim do primeiro semestre colocar em audiência."
De acordo com Maria Helena, os pontos que serão debatidos em audiência são os mesmos que vêm chamando a atenção do mercado há algum tempo. O primeiro seria sobre gestão de liquidez por parte dos gestores de fundos, ou seja, as regras de resgate que prometem para os cotistas.
Outra questão diz respeito à transparência, seja em relação à rentabilidade, seja em relação aos custos imputados aos fundos. "Para isso, há uma proposta de elaboração de um informe anual para o cotista com características um pouco diferentes das que existem hoje", adiantou a presidente da autarquia.
Maria Helena informou que, no quesito transparência, a ideia é criar um prospecto simplificado, muito pequeno, que pode ser comparado à chamada "lâmina" que alguns fundos já usam. De acordo com ela, neste documento estariam contidas todas as principais características do produto para o investidor, que teria acesso a esse tipo de documento na hora que receber o prospecto de aplicação em um determinado fundo. "As principais informações (desse documento) seriam: quanto vai custar, quanto se poderia ganhar e quanto se poderia perder", disse, acrescentando que também poderia ser mencionada, de forma muito breve, a rentabilidade passada do produto.
Maria Helena informou que, no quesito transparência, a ideia é criar um prospecto simplificado, muito pequeno, que pode ser comparado à chamada "lâmina" que alguns fundos já usam. De acordo com ela, neste documento estariam contidas todas as principais características do produto para o investidor, que teria acesso a esse tipo de documento na hora que receber o prospecto de aplicação em um determinado fundo. "As principais informações (desse documento) seriam: quanto vai custar, quanto se poderia ganhar e quanto se poderia perder", disse, acrescentando que também poderia ser mencionada, de forma muito breve, a rentabilidade passada do produto.
Link: Economia & Negócios - Estadão
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Evento APIMEC 40 anos
By Apimec Rio - 13/05/2010
Rio de Janeiro, 13 de maio de 2010
Prezados (a),
A APIMEC RIO realizará no dia 18 de maio, terça-feira, a partir das 20h30, entrega do Prêmio APIMEC RIO 40 anos, na Casa das Canoas – Estrada das Canoas, nº 1246 – São Conrado.
Na ocasião faremos a entrega do Prêmio Qualidade – Melhor Reunião, a ITAU UNIBANCO HOLDING, o Prêmio Profissional de Comunicação ao Jornalista Joelmir Beting, e o Prêmio Especial ao Sr. Mauricio Dinepi, do Jornal do Commercio.
Ainda serão agraciados pela APIMEC NACIONAL:
· Profissional de Investimento: Srª Maria Cristina Machado Mendes
· Profissional de Relações com o Investidor: Sr. Geraldo Soares Leite Filho
· Veículo de Comunicação: Jornal Valor Econômico
· Companhia Aberta: ITAÚ UNIBANCO HOLDING S/A
Você é a figura principal na comemoração de uma jornada exitosa de nossa Associação em que se colheu o resultado de um trabalho conjunto, da Administração da APIMEC RIO e da Comunidade de Analistas do Rio de Janeiro, aumentando o respeito e a credibilidade que nossa Instituição desfruta junto ao empresariado e as autoridades deste país.
Os 50 primeiros associados que comparecerem à APIMEC e que tenham pago a anuidade no início do ano, terão direito a dois convites. Os convites deverão ser retirados na secretaria da APIMEC RIO a partir de 11 de maio até o dia 14 de maio, IMPRETERIVELMENTE. Esclarecemos que não aceitaremos reservas por telefone ou e-mail.
Aos associados que não pagaram anuidade, porém que desejarem participar de nossa confraternização, colocaremos 50 convites à venda, pelo preço de R$ 100,00. Os convites deverão ser retirados na Secretaria da APIMEC RIO, até o dia 14 de maio. Lembramos que, esgotada a venda dos 50 convites, não serão emitidos outros em nenhuma hipótese.
Esta é mais uma oportunidade da Comunidade Apimequiana se reencontrar, confraternizando-se num jantar animado pela Velha Guarda da Vila Isabel.
Contamos com a sua presença!

David Rodolpho Navegantes Neto
Vice-Presidente
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Prêmios APIMEC NACIONAL e APIMEC RIO 2009/2010
By Apimec Rio - 05/05/2010
Nacional:
Categoria Profissional de Investimento: Maria Cristina Machado Mendes
Categoria Profissional de Relações com o Investidor: Geraldo Soares
Categoria Veículo de Comunicação: Jornal Valor Econômico
Categoria Companhia Aberta: Itaú/Unibanco
Regional APIMEC RIO:
PRÊMIO QUALIDADE - MELHOR REUNIÃO 2009 - Banco Itau
PRÊMIO PROFISSIONAL DE COMUNICAÇÃO - Joelmir Beting
PRÊMIO ESPECIAL - Mauricio Dinepi
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Chuvas no Rio não assustam SulAmérica
By Portal Monitor Mercantil Digital - 14/04/2010
O impacto provocado pelas últimas chuvas que atingiram o Estado do Rio de Janeiro não foi significativo para a SulAmérica em termos de resultados mas sim em termos operacionais uma vez que até os próprios funcionários enfrentaram problemas para trabalhar. Quem garante é o vice-presidente Corporativo e de Relações com os Investidores da seguradora, Arthur Farme d"Amoed Neto.
A ressalva foi feita durante reunião com integrantes da Associação dos Analistas Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec-Rio ), realizada nesta terça-feira (13), quando informou que o resultado da empresa no primeiro trimestre do ano "estará em linha" com os verificados em iguais períodos de anos anteriores.
Na mesa reunião, o CFO da SulAmérica, Sérgio Borriello, afirmou que a companhia tem em caixa cerca de R$ 1 bilhão provenientes do IPO realizado em outubro de 2007 e de consecutivos recordes de lucro registrados nos últimos anos.
Os dois executivos ressaltaram que a seguradora focalizará sua atuação em seguros massificados, prática que a deixará afastada de negócios envolvendo perigos vultosos que exigem presença de resseguradoras. Também destacaram a tradicional parceria com os corretores de seguros.
Link: Monitor Mercantil Digital
Link: Portal Nacional
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SulAmérica apresenta resultados em reunião da APIMEC RIO
By Portal Fator Brasil - 10/04/2010
A Sul América S.A. (BM&FBovespa: SULA11) realizará na próxima terça-feira, 13 de abril, reunião APIMEC no Rio de Janeiro. Na ocasião, o vice-presidente Corporativo e de Relações com Investidores, Arthur Farme d’Amoed Neto, e o vice-presidente Financeiro, Sérgio Borriello, apresentarão aos investidores, analistas e demais profissionais do mercado de capitais os resultados da companhia no ano de 2009 e as perspectivas de desenvolvimento para este ano.
Perfil da SulAmérica: A Sul América S.A., holding do conglomerado financeiro que atua nos segmentos de seguros, previdência e gestão de ativos, tem ações listadas no Nível 2 de Governança Corporativa da BM&FBovespa. A companhia obteve em 2009 o melhor resultado já registrado em sua história, com lucro líquido de R$ 419 milhões, apresentando crescimento de 9,8% em relação ao lucro recorrente do ano anterior. A companhia encerrou o exercício com total de ativos de R$ 12,4 bilhões.
[ Data 13/04/2010, das 8h30, na Sede da Apimec Rio, Avenida Rio Branco, 103 – 21º andar – Centro RSVP: www.sulamerica.com.br/ri roni@apimecrio.com.br Telefone (21) 2509-9596].
Link: Portal Fator Brasil
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Eletrobras deve captar US$ 2 bi até o final do 1º semestre, diz diretor
By Erica Ribeiro - O Globo - 05/04/2010
RIO - O diretor financeiro da Eletrobras, Armando Casado, disse nesta segunda-feira, durante a apresentação de resultados da empresa em 2009, na sede da Apimec Rio, que a captação de US$ 2 bilhões prevista para 2010 deverá ser concluída até o final deste primeiro semestre.
Do total a captar, US$ 500 milhões já estariam em fase final de negociação com o Banco Mundial (Bird) e os US$ 1,5 bilhão restantes, em discussão em uma operação de financiamento conjunto entre uma instituição de fomento e outros bancos. O montante será utilizado para a melhoria da eficiência das empresas distribuidoras do sistema Eletrobras, informou Casado.
Durante a apresentação dos resultados de 2009, o executivo informou ainda que os projetos para área internacional da Eletrobras preveem a concentração de negócios na América Latina. A meta é, até 2020, ter 10% da receita nesta área.
- Até 2020 queremos ter R$ 3 bilhões em negócios internacionais, concentrados na América Latina - disse o diretor da Eletrobras.
Link: O Globo - Economia
Link: Jornal do Comércio do RS - Economia e Negócios
Link: Monitor Web - Vigilância de Mercado
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Sem capitalização, Petrobras vai reduzir investimentos
By Kelly Lima - 29/03/2010
Rio - O gerente de Relações com Investidores da Petrobras, Alexandre Quintão, destacou hoje que, para cumprir seu plano de negócios de até US$ 220 bilhões até 2014, a estatal conta com a capitalização. Caso contrário, segundo ele, a companhia será obrigada a reduzir investimentos.
"Por que a capitalização com a cessão onerosa é importante? Porque ela melhora a minha alavancagem em duas pontas. Primeiro, aumentando minha disponibilidade de caixa e, segundo, aumentando meu patrimônio líquido. E o cálculo da alavancagem financeira é em cima do patrimônio líquido. Quando tenho aumento dos dois (caixa e patrimônio), eu melhoro meu índice de alavancagem", destacou Quintão, durante reunião com acionistas promovida pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec), na sede da estatal, no Rio.
Quintão também confirmou que, caso a capitalização não ocorra, o corte de gastos é inevitável. "Teremos que reduzir investimentos", afirmou. Segundo o gerente, a Petrobras poderia alterar os investimentos dos anos seguintes, principalmente de projetos ainda não iniciados. "A maior dificuldade seria mexer nos investimentos deste ano, já que há muitos projetos começados com recursos comprometidos", disse.
A opção de recorrer ao lançamento de bônus não está sendo avaliada, segundo Quintão, porque isso elevaria o endividamento da companhia. "A Petrobras levou muito tempo para conquistar seu investment grade (grau de investimento) e não vai perder agora de jeito nenhum. E por isso a gente tem que manter a alavancagem dentro de um limite aceitável pelas agências de rating (classificação de risco). Uma das variáveis nesse processo vai ser a geração de caixa. Tenho minhas projeções, mais só vou saber isso mês a mês", disse.
A companhia fechou o ano com uma alavancagem de 31%. Essa alavancagem tem que ficar em até 35% para ser considerada uma condição adequada. "Isso não quer dizer que, se fecharmos um trimestre com 36%, perderíamos o investment grade. Se sinalizarmos a entrada de capital na sequência, nos meses seguintes, isso é considerado", comentou.
O gerente destacou ainda que há recursos para este ano, apesar do aumento de 25% do volume de investimentos previstos, de R$ 70 bilhões em 2009 para R$ 88,5 bilhões em 2010. "Nós ainda não sabemos o caixa gerado no primeiro trimestre, que pode ter sido superior ao que prevíamos e (talvez) não precisemos de uma captação no segundo trimestre, talvez (precisemos) de repente para o terceiro. Também sacamos apenas duas parcelas do financiamento junto à China, de US$ 2 bilhões cada, e fizemos poucas retiradas do financiamento de US$ 2 bilhões do Eximbank americano", lembrou.
Chamada de capital
A Petrobras pode fazer uma chamada de capital apenas entre acionistas preferenciais caso sua capitalização, com previsão de cessão onerosa de cinco bilhões de barris de petróleo da União, que está tramitando no Senado, não seja aprovada até o fim do primeiro semestre.
Quintão frisou, no entanto, que esta é apenas uma possibilidade prevista na Lei das S/A e que independe de qualquer autorização do Congresso Nacional. A possibilidade não chegou a ser estudada de fato pela companhia. A possibilidade foi citada por Quintão em resposta a jornalistas sobre como se daria o processo de capitalização sem que o governo precisasse fazer o aporte dos barris do pré-sal. Ele lembrou que a companhia também poderia fazer uma chamada de capital dos acionistas ordinários. Mas neste caso o governo teria que participar, por ser majoritário, e precisaria de autorização do Congresso Nacional.
Atualmente, o governo possui 55,6% das ações ordinárias e 32,1% do capital social total da Petrobras. O governo só participa das ações preferenciais por meio do BNDESPar, com 15,5%. No capital social total, o BNDESPar tem 7,7%.
Link: Abril - Notícias
Link: Estadão - Economia e Negócios
Link: Diário do Nordeste
Link: Estadão - Economia e Negócios
Link: Último Segundo Economia IG
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Pesquisa mostra que este é o século da mulher
(Até no mercado de capitais ela terá destaque)
By Mediação Imprensa e Comunicação - 22/03/2010
Em sua segunda edição, o Invest Mulher, projeto da APIMEC-RIO voltado para mulheres que atuam ou pretendem trabalhar no mercado de capitais ou administrar suas próprias economias, apresentou resultado de pesquisa que revela ser este o ‘século da mulher’.
A pesquisa foi realizada pela Sophia Mind, empresa do grupo Bolsa de Mulher, num universo de 2.000 mulheres de 20 a 45 anos em janeiro deste ano e conclui que partir de 2010 as mulheres vão ditar e reativar o mercado. São elas que gastam US$ 20 trilhões por ano e decidem 80% das compras em todo o mundo.
No Brasil, elas detêm 50% dos cartões de crédito e 45% dos automóveis; 20% delas presidem empresas, 76 milhões têm celular, 31 milhões estão na web, das quais 93% usam a rede social. Segundo Ciça Mattos, do portal Bolsa de Mulher, o perfil da mulher moderna não é ‘cor-de-rosa’. Elas falam de si e de seus sentimentos, buscam e compartilham experiências, se interessam pelos outros e querem sempre fazer o melhor.
Atendendo a curiosidade da plateia, Ciça revelou que do universo pesquisado 46% possuem algum tipo de investimento, 27% fazem isso com regularidade e 33% aplicam 10% da renda. Entretanto, 85%, principalmente da Classe C, ainda preferem a caderneta de poupança, e, em seguida, os planos de previdência. Os critérios de escolha do investimento levam em conta solidez da instituição (34%), atendimento (29%) e praticidade.
A pesquisa revela ainda que 46% acompanham o retorno do investimento e 39% se interessam por finanças. É o caso de Janet Ruth Colombo (79), atenta, na segunda fila. Associada da APIMEC–RIO ela não só está participando do Invest Mulher como comparece a quase todas as apresentações de empresas na entidade ou fora dela. Investidora regular, ela acha fundamental checar o desempenho das empresas para aplicar melhor. Janet casou-se com um brasileiro que aos de 25 anos foi para os Estados Unidos trabalhar numa empresa de comércio exterior. No Brasil há quase 30 anos, diz que não pretende voltar para Nova York, sua cidade natal.
Apesar de “viver e respirar” o mercado de capitais diariamente, pois o marido e os filhos “vivem disso”, Aparecida Lira acha que informação nunca é demais e também frequenta o Invest Mulher. Já a funcionária da Assembléia Legislativa do Rio Maria Cristina Celles Cordeiro, é uma investidora cautelosa – aplica em CDB e previdência privada -, mas espera perder o medo do mercado de ações. Para isso, além dos seminários da APIMEC-RIO ela pretende se exercitar nos simuladores que a BM&FBovespa disponibiliza no site da entidade.
Luiz Ernesto Leitão, assessor da BM&FBovespa, apresentou os cursos gratuitos e ferramentas do portal que promovem a popularização da Bolsa e a ‘educação financeira’ em seis níveis. Ele destacou o BM&FBovespa vai até você, programa gratuito que ensina noções básicas do mercado e já atendeu 122 mil pessoas em 262 empresas e fábricas; 2.159 entidades de ensino e o público em geral, três centrais sindicais e 19 cidades do interior.
Específico para o público feminino há o Mulheres em Ação, que oferece cursos, programas de ajuda no orçamento e nos investimentos, a exemplo dos simuladores FolhaInvest e UOL Invest, disponíveis no portal da Bolsa. Neles, o interessado faz um cadastro e tem acesso a telas que reproduz o ambiente da bolsa. Todo mês, os participantes com melhor ‘desempenho virtual’ concorrem a passagens para qualquer lugar do Brasil e uma vez por ano a um fim de semana com acompanhante para a Costa do Sauípe. Outra opção de investimento disponível é o programa social Bolsa de Valores Sociais e Ambientais, no qual o investidor aplica em um ou mais dos 23 projetos de ONGs selecionados.
Encerrando o seminário, Lillian Gallagher, da corretora INVESTOTAL, explicou em linguagem didática os termos básicos do mercado e seus significados, como ações ordinárias, dividendos, a diferença entre fundo e clube de investimento, além de dicas de quanto aplicar, conforme o perfil de risco do investidor, fluxo de caixa, ciclo de vida e conhecimento do mercado. Ela frisou a regra técnica correta que recomenda investir com regularidade para se obter um preço médio. Lembrou a máxima de Warren Buffet, que é melhor “comprar negócios e não ações” e as dicas do Instituto Nacional de Investidores, de investir regularmente, em empresas em crescimento, em ações diversificadas, em empresas com boa Governança Coorportativa, sem esquecer de reinvestir sempre.
Lillian forneceu uma “fórmula” quase que infalível de segurança: invista 70% em Renda Fixa e 30% em ações. Ao final de um ano (pelo menos), veja a rentabilidade no período de ambas aplicações, faça novamente a regra de três para ver se os percentuais se mantiveram e aplique a diferença para manter sempre os 30% e 70%. O Invest Mulher II foi patrocinado pelo banco Itaú e apoiado pela BM&FBovespa, Caprilat, Sapatonline e Jornal do Commercio. A próxima edição será em 21 de julho.
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Apimec estimula entrada de mulheres no mercado de capitais...
Apimec estimula entrada de mulheres no mercado de capitais...
By Fabio Costa, JCOM/D.A PRESS - 19,20,21/03/2010
O presidente da Associação dos Analistas
e Profissionais de Investimentos do
Mercado de Capitais do Rio de Janeiro
(Apimec-Rio), Luiz Guilherme Dias, disse
na quinta-feira que é preciso ampliar a
presença das mulheres no mercado de capitais
brasileiro, ao abrir o Seminário Invest
Mulher, promovido pela entidade
com apoio do Jornal do Commercio. “Tem
muita gente que tem medo da Bolsa, mas
abre uma pizzaria com o cunhado”, brincou.
Ele explicou que o seminário faz parte
do esforço da Apimec-Rio de eliminar o
preconceito que leva pessoas a evitarem
o mercado, acreditando que se trata de
uma atividade arriscada e difícil. Na foto,
o assessor comercial da BM&FBovespa,
Luiz Ernesto Leitão; Lilian Gallagher, da
corretora Investotal; Luiz Guilherme Dias
e a diretora de Marketing do portal Bolsa
de Mulher, Ciça Mattos.
Link: Veja o arquivo em PDF aqui
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Competição e spread folgado seguram juro
Possível elevação da Selic pode causar divisão entre públicos e privados, mas reajustes serão contidos
By Fernando Travaglini, de São Paulo - 15/03/2010
Se o Copom subir os juros na quarta-feira, pode ter início uma nova polarização entre bancos públicos e privados. A Caixa Econômica Federal não tem intenção de acompanhar uma eventual alta da Selic, hoje em 8,75% ao ano. O Banco do Brasil diz estar preparado para resistir por um tempo sem repassar o custo mais elevado para o tomador final.
A Caixa não pretende alterar as tabelas de suas operações de crédito se a Selic for até 9,5% ao ano. Acima disso, a instituição terá de analisar mais detalhadamente as margens e avaliar, baseado na melhora do cenário de risco e no aumento da renda da população, o quanto consegue manter das taxas. A ideia é subir o mínimo possível.
O BB também fará esforço no mesmo sentido, apostando na melhora operacional que obteve ao longo de 2009 e também na qualidade de sua carteira, em melhor situação do que a média de mercado, mesmo com atuação agressiva durante a crise. Mas o banco admite que ajustes poderão de ser feitos, em caso de alta da taxa básica.
Alheio à disputa, o Banrisul, hoje o maior público estadual, diz que seguirá o mercado. Subirá as taxas se a concorrência o fizer. Durante a crise, o banco do Estado do Rio Grande do Sul não agiu como os públicos federais. Reduziu as concessões e, agora, pensa em agir conforme manda a prudência bancária, diz o diretor financeiro, Ricardo Hingel.
Os bancos médios também não devem subir as taxas num primeiro momento, pois têm mercado a recuperar e estão mais líquidos que os grandes, já que a medida que elevou os depósitos compulsórios não os afetou . Já grandes bancos privados terão uma pressão maior além da Selic. A decisão do Banco Central de retirar parte da flexibilização do compulsório feita durante a crise deve recolher R$ 71 bilhões de seus cofres e pressionar o custo de captação.
Alfredo Setubal, diretor de Relações com Investidores do Itaú Unibanco, disse que a instituição terá, nos próximos meses, de elevar a captação para compensar o aumento no compulsório. "Vamos necessitar de depósitos de (investidores) institucionais para manter nível de liquidez razoável. Um banco desse porte tem de operar com caixa alto. Provavelmente vai haver, na indústria como um todo, uma transferência de fundos para CDB, que vão pagar mais do que os fundos", disse em conferência com analistas e investidores da Apimec do Rio, no início do mês. "As taxas (dos CDBs) vão subir".
Historicamente os bancos não seguram os juros nos momentos de aperto monetário. Ao contrário, a elevação das taxas ocorre antes mesmo do aumento da Selic. Isso ocorre porque a precificação das linhas é feita com base nos chamados índices futuros de juros, negociados na BM&F. E essas taxas respondem à expectativa do mercado quanto ao comportamento da inflação, hoje em alta.
O Swap 360, principal referência para empréstimos precificados para pequena empresa e pessoas físicas, apresenta elevação desde o meio do ano passado, quando passou de um patamar abaixo de 9% ao ano, para os atuais 10,86% ao ano (fechamento de quinta-feira).
Essa puxada nos juros ocorreu no segundo semestre do ano passado, mesmo período em que os bancos concentraram sua recuperação do crédito depois da crise. Os bancos, então, optaram por segurar as taxas para o tomador no fim de 2009. Além disso, havia um espaço no spread que permitiu manter o juro bancário em queda, mesmo com o alta no mercado futuro.
Nos primeiros meses deste ano, no entanto, dados preliminares indicam que os bancos já começaram a remarcar suas tabelas e a história deve se repetir. Janeiro e fevereiro apontam alta das taxas para os clientes, segundo levantamento da Anefac, associação de executivos de finanças, tanto para o consumidor quanto para as empresas.
A elevação ainda é pequena e reflete certa antecipação das instituições financeiras pela atuação do BC, diz Miguel de Oliveira, vice-presidente da Anefac, além de uma correção após a volta do compulsório. "Inevitavelmente os bancos vão acompanhar a alta da Selic, mas é possível que as elevações sejam menos intensas, dada a necessidade de recuperar o espaço perdido com a crise", afirma.
Alguns segmentos do mercado de crédito guardam espaço para avanços menores das taxas, justamente pelo forte aumento do spread de risco durante a crise, diz Oliveira. Olhando os spreads do segmento de pequenas e médias empresas, ainda há espaço para cortes sem afetar as margens.
Durante a crise, os bancos subiram os juros com medo da inadimplência e ainda não reduziram na mesma proporção. Pelos dados do BC, o spread para as empresas ainda está 2 pontos percentuais acima do período pré-crise, mesmo com o recuo da Selic. Na pessoa física, houve redução dos spreads e a margem de manobra é menor.
Oliveira lembra ainda que a inadimplência em queda é um fator que pode contribuir para que os bancos segurem as taxas, pois esse item tem peso importante na composição dos juros. Por fim, há um ambiente hoje de maior competição entre os bancos pela recuperação de fatias de mercado, o que deve contribuir para uma alta menor das taxas como um todo.
Link: Roberto Lima - Controladoria - blogspot
Link: Valor Econômico - Corecon - RJ
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Mulheres têm forte presença na previdência privada
By MLC - Agência IN - 05/03/2010
SÃO PAULO, 5 de março de 2010 - O aumento da presença da mulher em diversas frentes na sociedade brasileira é tema de grande destaque, inclusive na previdência privada - segmento que, impulsionado pelo cenário positivo da economia brasileira, tem registrado taxas cada vez maiores de crescimento. Estudo realizado pela Brasilprev Seguros e Previdência, uma das líderes desse setor, a partir da sua base de 1,19 milhão de clientes (dado do final de 2009, quando o levantamento foi concluído) evidencia a forte presença das investidoras entre essa população, que já é de 43%. SÃO PAULO, 5 de março de 2010 - O aumento da presença da mulher em diversas frentes na sociedade brasileira é tema de grande destaque, inclusive na previdência privada - segmento que, impulsionado pelo cenário positivo da economia brasileira, tem registrado taxas cada vez maiores de crescimento. Estudo realizado pela Brasilprev Seguros e Previdência, uma das líderes desse setor, a partir da sua base de 1,19 milhão de clientes (dado do final de 2009, quando o levantamento foi concluído) evidencia a forte presença das investidoras entre essa população, que já é de 43%.
Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 1992 a 2007, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é também crescente a participação das mulheres na contribuição da renda familiar. Se em 1992 a contribuição do rendimento delas era de 30,1%, em 2007 subiu para 39,8%. Também aumentou a quantidade de mulheres vivendo sozinhas (+37,1% no período) e com filhos (+26%). O número reflete um fenômeno segundo o qual elas têm assumido novos papéis sociais, mantendo, porém, também as funções tradicionais. "As mulheres vêm assumindo um papel cada vez mais relevante na sociedade e isso também reflete na demanda por planos de previdência privada", diz Sandro Bonfim, gerente da área de inteligência de mercado da Brasilprev.
Tal fenômeno reflete-se também junto às clientes da Brasilprev. "Atualmente elas representam 43% do total de nossos clientes e o estudo aponta que o valor da contribuição média mensal entre elas vem crescendo mais que entre os homens. Enquanto o percentual de crescimento entre elas foi de 4,3% de 2007 para 2008 e 7,7% de 2008 para 2009, o aumento na contribuição masculina foi de 1,8% e 4,9% nos mesmos períodos, levando a valores cada vez mais próximos entre homens e mulheres", revela o diretor de operações e produtos da Brasilprev, José Eduardo Vaz Guimarães.
Outro aspecto que chama atenção é que o público feminino adquire os planos de previdência da companhia mais cedo que os homens: "Entre as mulheres clientes da Brasilprev, 44% têm até 30 anos de idade, ao passo que entre os homens esse percentual cai para 37,4%, revelando uma maior consciência delas no planejamento financeiro de longo prazo", completa o executivo. Na comparação entre 2008 e 2009, o valor médio de contribuição cresceu 4,9% na base de clientes masculinos, sendo que as mulheres contribuíram 7,7% a mais que o ano anterior.
Por fim, Vaz Guimarães ressalta outros fatores do perfil das clientes mulheres da Brasilprev: o ticket médio dos planos femininos é de R$ 192, ainda menor que o masculino, que é de R$ 236. A maior parte das investidoras é solteira - 56,2% -, optam mais pela modalidade VGBL que os homens: 48,5% frente a 43,4%, e têm a tendência de serem mais fiéis aos planos, visto que 53,2% delas escolheram o modelo de tributação regressiva enquanto eles, 49,3%. Destaca-se ainda que já é praticamente idêntica a opção por investimentos em fundos com renda variável em ambos os sexos: cerca de 30% tanto para os homens quanto para as mulheres. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 1992 a 2007, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), identificou o crescimento da participação das mulheres na contribuição da renda familiar.
Link: Jornal do Brasil - ONLINE
Link: Agência Estado - Globo.com
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Mulheres representam 43% da base de clientes da Brasilprev
By Vanessa Correia (vcorreia@brasileconomico.com.br), Brasil Econômico - 11/03/2010
A busca pela independência financeira tem levado o público feminino a adquirir, cada vez mais, planos de previdência privada.
A Brasilprev, braço de previdência privada do Banco do Brasil observou esse movimento. Em 1994, as mulheres representavam 29% da sua base de clientes, sendo que ao final de 2009, esse percentual era de 43%.
"As mulheres vêm assumindo um papel cada vez mais relevante na sociedade e isso também reflete na demanda por planos de previdência privada", diz Sandro Bonfim, gerente da área de inteligência de mercado da Brasilprev.
O levantamento, feito em cima da base de 1,19 milhão de clientes (dado do final de 2009, quando o levantamento foi concluído), também identificou que o público feminino adquire os planos de previdência mais cedo que os homens.
Entre as mulheres clientes da Brasilprev, 44% têm até 30 anos de idade, ao passo que entre os homens esse percentual cai para 37,4%. "As mulheres começam a contribuir mais cedo quando comparado aos homens.
Isso leva em consideração maior consciência quanto ao planejamento financeiro de longo prazo", ressalta Bonfim.
Longo prazo
Esse perfil de longo prazo também é identificado na escolha pelo tipo de plano e tributação. Enquanto que 48,5% das clientes mulheres optaram pelo Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), na base de clientes masculina, esse percentual é de 43,4%.
"As mulheres são mais fiéis aos planos, uma vez que 53,2% da nossa base optou pelo modelo de tributação regressiva. Na base masculina, esse percentual foi de 49,3%", afirma o gerente da Brasilprev.
Desvantagem na contribuição
O ticket médio dos planos femininos é de R$ 192, enquanto que o valor médio de contribuição dos homens é de R$ 236.
"Apesar do ticket médio ser menor, o montante vem crescendo ao longo dos últimos anos de forma mais acelerada que a dos homens", diz Bonfim.
Na comparação entre 2008 e 2009, o valor médio de contribuição cresceu 4,9% na base de clientes masculinos, sendo que as mulheres contribuíram 7,7% a mais que o ano anterior.
"A mulher vem ganhando massa salarial. Isso também ajuda a elevar o ticket médio."
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 1992 a 2007, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), identificou o crescimento da participação das mulheres na contribuição da renda familiar.
Se em 1992 a contribuição do rendimento era de 30,1%, em 2007 esse número subiu para 39,8%.
Link: Portal Brasil Econômico
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Santander estima alta de 20% no crédito em 2010
By Jacqueline Farid, da Agência Estado - 10/03/2010
Rio – O banco Santander abrirá 600 novas agências no Brasil até 2013 e deverá registrar uma expansão total do crédito em torno de 20% este ano, segundo informou hoje o vice-presidente de Assuntos Corporativos da instituição, Pedro Paulo Longuini. Para ele, que participou hoje de apresentação na Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec) no Rio de Janeiro, a projeção de crescimento do crédito total se baseia na estimativa de mercado.
Ele avaliou que, ao contrário do que ocorreu no ano passado, a expansão das concessões ocorrerá de forma similar nos bancos públicos e privados. "No que diz respeito ao crédito imobiliário, os bancos públicos sempre terão vantagem, mas os outros segmentos devem mostrar equilíbrio maior este ano, com aumento das concessões", disse.
Segundo ele, com as novas unidades a serem abertas em várias regiões do País, o Santander vai totalizar 2.691 agências, além de 1.502 postos de atendimento. De acordo com o executivo, o Brasil responde hoje por 20% dos negócios do banco, enquanto a Espanha tem uma fatia de 26%. Longuini acredita que a tendência é de aceleração da participação brasileira nos negócios do grupo, já que a economia local está crescendo com maior velocidade que a espanhola.
Longuini disse que a mudança de governo que ocorrerá no Brasil, no início do ano que vem, não preocupa. "Acreditamos na continuidade dos avanços sociais e econômicos, independentemente do novo governo", afirmou. O executivo afirmou ainda que o processo de integração entre o Santander e o Banco Real está ocorrendo satisfatoriamente e, no caso das agências, a integração ocorrerá a partir do segundo semestre de 2010.
Link: Agência Estado - Epoca Negócios
Link: DCI
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Para Itaú, alta do compulsório deve provocar migração de aplicações
By Último Segundo - Economia - Portal IG - 03/03/2010
RIO - O aumento do compulsório determinado pelo Banco Central na semana passada, que vai significar uma elevação de R$ 71 bilhões no montante depositado no BC, vai levar a uma migração de recursos de fundos para aplicações como o CDB. O diretor de relações com investidores do Itaú Unibanco, Alfredo Setubal, afirmou que o movimento servirá para que os bancos mantenham a liquidez e façam frente ao recolhimento de dinheiro do caixa para a autoridade monetária. Setubal, que apresentou os resultados de 2009 da instituição financeira em reunião da Apimec-RJ, frisou que a tendência, com o enxugamento de liquidez do mercado, é que as taxas de aplicações sobre depósitos bancários subam para atrair clientes e garantir liquidez para o setor. Segundo ele, esse processo de ajuste pode durar até seis meses.
"Os investidores terão que sair dos fundos para fazer aplicações direto em depósitos bancários. Vai ter competição entre os bancos de varejo para fazer frente a esse recolhimento. Não é que os bancos não têm caixa, mas é que vai sair muito caixa e precisa haver uma recomposição", explicou Setubal.
"Por outro lado, a carteira de crédito está crescendo, a economia está aquecida. Temos que manter o caixa para fazer frente ao crédito e ainda fazer frente ao recolhimento (do compulsório)", acrescentou.
O executivo não acredita em novas mudanças nas regras de recolhimento do compulsório. Segundo ele, a arma mais provável de ser usada para combater o risco de inflação é o aumento da taxa básica de juros, atualmente em 8,75% ao ano.
"Acho que parou por aí. A arma mais provável é a taxa de juros mesmo. Mas evidentemente, com essa medida e o aumento natural das taxas no mercado financeiro, o que já está ocorrendo, a necessidade de alta dos juros diminui. É provável que ocorra, mas a magnitude desse aumento diminui", ponderou Setubal, acrescentando que o economista chefe do Itaú Unibanco, Ilan Goldfajn, deve estar revendo a projeção para os juros básicos da economia.
Link: Último Segundo - Economia - IG
Link: Monitor Mercantil Digital
Link: O Globo
Link: PRNews
Link: Conexão Direta
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Santander vai abrir 600 agências no Brasil até 2013
By Jacqueline Farid, da Agência Estado - 08/03/2010
Banco espanhol prevê ainda crescimento de 20% no total do crédito neste ano.
RIO - O banco Santander abrirá 600 novas agências no Brasil até 2013 e deverá registrar uma expansão total do crédito em torno de 20% este ano, segundo informou o vice-presidente de assuntos corporativos da instituição, Pedro Paulo Longuini.
Ele esclareceu que a projeção de crescimento do crédito total se baseia na projeção de mercado para e avalia que, ao contrário do que ocorreu no ano passado, a expansão das concessões ocorrerá de forma similar nos bancos públicos e privados. "No que diz respeito ao crédito imobiliário os bancos públicos sempre terão vantagem, mas os outros segmentos devem mostrar equilíbrio maior este ano, com aumento das concessões", disse após apresentação em reunião da Apimec no Rio.
Segundo ele, com as novas agências a serem abertas em várias regiões do País, o Santander vai totalizar 2.691 agências, além de 1.502 postos de atendimento. De acordo com o executivo, o Brasil hoje responde por 20% dos negócios do banco, enquanto a Espanha tem uma fatia de 26%. Longuini acredita que a tendência é de aceleração da participação brasileira nos negócios do grupo, já que a economia local está crescendo com maior velocidade do que a espanhola.
Longuini disse que a mudança de governo que ocorrerá no Brasil no início do ano que vem não preocupa. "Acreditamos na continuidade dos avanços sociais e econômicos, independente do novo governo", afirmou.
O executivo disse também, para os analistas de mercado financeiro presentes à reunião, que o processo de integração entre o Santander e o Banco Real está ocorrendo satisfatoriamente e, no caso das agências, essa integração ocorrerá a partir do segundo semestre de 2010.
Link: Economia & Negócios - O Estado de São Paulo
Link: Último Segundo - Economia - IG
Link: UOL Economia
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Seminário no Rio discute expansão da construção civil no país
By Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil. - 22/02/2010
Rio de Janeiro - A construção civil, que responde por cerca de 15% da formação do Produto Interno Bruto (PIB) nacional - a soma dos bens e serviços produzidos no país - é o tema principal do seminário que a Associação Nacional dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais do Rio de Janeiro (Apimec-Rio) promove quinta-feira (25). O evento comemora os 40 anos da entidade.
O seminário vai analisar as possibilidades de expansão do setor da construção civil no país diante do surgimento da nova classe C. Os novos métodos para a redução dos custos da construção também deverão ser abordados no encontro, informou a assessoria de imprensa da Apimec-Rio.
Dirigentes da Caixa Econômica Federal apresentarão, no seminário, o programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, que prevê a construção este ano de 1 milhão de moradias financiadas pela instituição.
O seminário será aberto pelo presidente da Apimec-Rio, Luiz Guilherme Dias, e pela superintendente regional da Caixa, Nelma Tavares.
Link: Agência Brasil
Link: Jornal Correio do Brasil
Link: FENATRACOOP
Link: SINDICOTV
Link: Terra Imóveis
Link: Jornal O Fluminense
Link: CBN RJ
Link: Tribuna do Brasil
Link: Portugal Digital
Link: Plural em site
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Um teste de R$ 2 bilhões no Rio
By Jornal O Globo, RJ. - 22/02/2010
Em dezembro passado o Congresso Nacional promulgou uma Proposta
de Emenda Constitucional alterando a quitação de dívidas dos governos
estaduais e municipais dos chamados precatórios (PEC 62). Os precatórios
são direitos garantidos pelo Poder Judiciário aos cidadãos contra o Poder
Público (federal, estaduais e municipais).
No início deste ano, o Governo do Estado do Rio lançou programa
permitindo a quitação de dívidas ativas com a utilização de precatórios. Foi o
primeiro já na vigência da PEC 62 e o programa fluminense pode servir de
referência para que outros entes da federação equacionem essa questão,
adotando medidas similares.
Por razões diversas, alguns governos estaduais e municipais têm
atrasado a quitação dos precatórios, e esses “esqueletos” somariam hoje cerca
de R$ 100 bilhões, conforme cálculos da Federação das Indústrias do Estado
de São Paulo (Fiesp). O governo federal, porém, tem mantido em dia os seus
compromissos com os precatórios.
A PEC 62 suscitou inúmeros debates, com alguns mais exaltados
alcunhando-a simplesmente “PEC do calote” já que dá mais flexibilidade para que os governos estaduais e municipais quitem os seus compromissos. Muitos
entenderam que, com os novos dispositivos, os governos estaduais e
municipais atrasarão ainda mais o pagamento dessas dívidas.
Outras propostas estão em debate. Uma delas seria fazer uma grande
negociação, com o governo federal assumindo o compromisso dos governos
estaduais e municipais. Isso já foi feito com os títulos mobiliários dos governos
estaduais e municipais há cerca de 10 anos.
A PEC 62 abriu essa possibilidade – de federalização dos precatórios –,
mas as dificuldades não seriam pequenas. A começar por um fator crucial: qual
seria o preço de referência para essa negociação? Atualmente, muitos
escritórios de advocacia compram esses títulos pagando 30% ou 40% do valor
de face. Qual seria o preço de venda desses títulos para a União?
Outra questão delicada é quanto ao desequilíbrio entre os entes
públicos. Enquanto a dívida do Estado do Rio é estimada em R$ 2 bilhões, a
Fiesp calcula que o Estado de Minas Gerais tem precatórios no valor de R$ 3,5
bilhões, o Rio Grande do Sul de R$ 5 bilhões, o Espírito Santo de quase R$ 7
bilhões (praticamente igual à sua receita líquida anual), enquanto o Estado de
São Paulo está devendo mais de R$ 20 bilhões em precatórios.
Uma outra opção é a busca de solução via mercado. Assim é que seriam criados fundos de investimentos que poderiam adquirir esses títulos e financiar projetos de infraestrutura.
Resumindo, pode-se dizer que há pelo menos quatro alternativas: 1) manter a solução atual, com “esqueletos” de R$ 100 bilhões; 2) esperar que cada ente federativo (estados e municípios) encontre a sua própria solução; 3) federalizar o problema, transferindo os encargos (mais um) para o Tesouro Nacional; 4) buscar uma solução de mercado, criando instrumentos adequados para atender às partes.
O debate está aberto.
Luiz Guilherme Dias é presidente da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado de Capitais – APIMEC RIO
Publicado no Jornal O Globo, seção OPINIÃO, data: 22/02/2010.
Link: Arquivo original em PDF
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Seminário da APIMEC RIO nesta sexta, dia 5 de fevereiro
By Plurale em Site - 05/02/2010
A Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado de Capitais (APIMEC-Rio) discute sexta-feira, 5 de fevereiro, das 9 às 13 horas, os efeitos das instruções 480 e 481 da Comissão de Valores Mobiliários que alteram práticas, prazo de balanços e a política de remuneração da diretoria das empresas. O evento será realizado na sede da associação, Av. Rio Branco, 103, 21º andar.
Baixadas pela CVM em dezembro de 2009, as duas instruções tratam justamente das informações que as empresas têm de prestar ao mercado de capitais, com o encurtamento de 45 para 30 dias na publicação dos balanços trimestrais, além das representações nas assembléias, incluindo a procuração eletrônica.
Um dos pontos mais polêmicos refere-se à divulgação de informações sobre os administradores. A partir deste ano, as empresas terão de detalhar quanto e como remuneram os seus administradores - se através de distribuições de ações, bônus ou pagamento fixo.
Outro ponto polêmico do Novo Formulário de Referência (NFR) - previsto na Instrução 480 e que terá de ser entregue em maio deste ano - obriga os diretores a fazerem avaliações sobre os negócios das empresas que administram. O NFR estipula ainda que empresa terá de divulgar, por exemplo, se há limites ao seu endividamento, impostos pelos bancos. A empresa terá de explicitar também se há alguma política específica em relação a operações com derivativos.
Durante o Seminário que contará com a apresentação de especialistas em auditoria, comunicação empresarial, publicidade legal e aspectos jurídicos na área de RI, será apresentada a radiografia, feita pelo Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI) junto a 551 empresas brasileiras abertas para avaliar como estão prestando informações aos acionistas e o que deve ser melhorado.
Link: http://www.plurale.com.br/agenda-ler.php?cod_evento=82&filtro
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Demanda por minério fará China voltar ao benchmark, diz consultor
By Agência Estado - SP - 27/01/2010
O interesse das mineradoras australianas em migrar totalmente para o mercado spot é hoje a grande barreira à volta da China ao sistema de benchmark. A avaliação é do diretor de pesquisa sobre China da consultoria Trusted Sources, Jonathan Fenby.
Apesar do entrave australiano, o executivo acredita que a forte demanda por minério de ferro vai obrigar as siderúrgicas chinesas a sancionarem um aumento entre 30% e 35% no preço do minério de ferro fornecido em contratos de longo prazo.
“Eles vão assinar”, disse. Em 2009, a China foi o único país a não fechar com as mineradoras um porcentual de reajuste para o produto, lançando mão da compra de minério no mercado spot. Mas, agora, segundo Fenby, o quadro é mais favorável à volta da China ao benchmark.
“A China quer voltar ao sistema de contratos para garantir seu suprimento de minério”, afirmou o
consultor, que participou hoje de um seminário sobre mineração promovido pela Apimec-Rio. O sistema de contratos de longo prazo, lembra, permite às siderúrgicas chinesas terem mais previsibilidade sobre o fornecimento de minério e, com isso, programar melhor investimentos futuros.
Mas o consultor deixa claro que o embate travado entre as siderúrgicas chinesas e as mineradoras ao longo de 2009 em torno do preço de referência para o minério jogou os holofotes no mercado spot, que ganhou importância no portfólio de vendas das mineradoras. A Vale, por exemplo, que operava apenas no sistema benchmark flexibilizou sua estratégia de venda diante da queda na demanda e passou a direcionar boa parte de seus produtos para o mercado à vista da China.
“Acredito que eles vão assinar contratos com as mineradoras. Mas, a questão principal hoje é saber qual a parcela de minério que será vendida em contratos e no spot”, observou. O interesse das mineradoras australianas em abandonar o benchmark tem como pano de fundo, segundo ele, o fato de no mercado spot essas companhias conseguirem calibrar melhor a seu favor a relação entre a oferta e a demanda mundial por minério.
“A BHP (Billiton) está dando sinais de que quer um mercado mais liberado”, revelou. Outra australiana, a Rio Tinto tem se mostrado mais cautelosa nas negociações. Em 2009, quatro executivos da mineradora foram presos na China acusados de espionagem durante o auge das negociações em torno do preço do minério de ferro. Para o consultor, a brasileira Vale está em uma posição privilegiada este ano nas negociações por oferecer um minério de melhor qualidade no atual momento de demanda aquecida.
Agência Estado
Link: http://noticiasmineracao.mining.com/2010/01/27/demanda-por-minerio-fara-china-voltar-ao-benchmark-diz-consultor
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Preço de minério para China até 35% mais alto
Portos&Navios - 27/01/2010
As negociações para venda de minério de ferro para a China serão difíceis este ano. O mais provável é que a China deva fechar contratos baseados em um preço de referência (benchmark), que provavelmente ficará entre 30% e 35% acima do de 2009. A avaliação é de Jonathan Fenby, sócio-diretor da Trusted Sources, consultoria baseada em Londres, especializada em países emergentes.
Fenby, que é o especialista da empresa para China, participou ontem de seminário sobre mineração realizado na Associação dos Analistas e Profissionais do Mercado de Capitais do Rio de Janeiro (Apimec-Rio), que contou com apoio do Jornal do Commercio.
De acordo com o especialista, a China deve optar pelo benchmark, geralmente firmado em contratos de longo prazo, pois garantem melhor controle sobre os estoques. A preferência pelos contratos com preço de referência deverá estar na pauta de negociações deste ano. A mineradora australiana BHP Billiton, entretanto, vem defendendo preços liberados para o minério de ferro. "A Vale sai na frente nas negociações por aceitar e utilizar o benchmark. A Austrália é a maior barreira para ter benchmark na China", afirmou Fenby.
O mais difícil no momento, disse, é precisar a parcela que a China irá comprar no mercado benchmark e no mercado à vista. Em sua avaliação, vai haver uma mistura de compras no mercado a vista (spot) e no de preço de referência, mas com contratos formais.
"A China tem preferência pelo benchmark, pois o mais importante para ela é a estabilidade de fornecimento de matéria prima", afirmou. Ele explicou que as siderúrgicas chinesas migram para o spot, quando o preço à vista está menor que o do benchmark.
Em 2009, com a crise mundial, grandes mercados consumidores, como Estados Unidos e Europa, reduziram sensivelmente sua demanda por minério. Enquanto isso, a China absorveu quase toda a oferta destinada a esses países, fato que lhe deu grande poder de barganha para negociar o preço. Em acordos informais, o preço do minério embarcado ao país caiu 30%, mas a pressão da demanda fez com que o valor do produto disparasse no mercado à vista. Sem contratos formais, as mineradoras passaram a vender no mercado à vista para recuperar receita.
Fenby disse que, por conta de a China ter comprado muito minério no ano passado, seus estoques apresentam níveis mais elevados que os de 2009. O consultor explicou, contudo, que isso não exclui a necessidade de importar o insumo, já que boa parte desses estoques está sendo utilizada nos aquecidos mercados de construção civil e automotivo.
O consultor disse ainda que com a retomada da atividade econômica mundial, os mercados europeu e americano voltaram a demandar minério, fato que reduz a oferta para o país asiático. A maior preocupação do país, segundo Fenby, é garantir a oferta de 12 milhões de empregos por ano. Para ele, esse volume garante a continuidade da indústria siderúrgica. "Ter uma siderúrgica é um símbolo de status para as províncias chinesas. Todas querem ter a sua", disse.
DEFENSIVA. O especialista disse também que um fator que pode dificultar as negociações é uma postura defensiva da China com relação a negociações externas. Fenby citou vários casos em que esse posicionamento da China ficou evidente. O mais recente foi o embate do Estado com a empresa Google, que ameaçou sair do país depois de ter sido alvo de supostos ataques de hackers do governo ao seu site de pesquisas. Esse posicionamento, avaliou, decorre-se da junção de fatores como um estado comunista, com uma economia que está cada vez mais autoconfiante, principalmente após a crise. Enquanto os países amargaram quedas de suas economias em 2009, a China apurou crescimento de 8,2% de seu Produto Interno Bruto (PIB).
Autor de livro sobre a história daquele país, Fenby afirmou que há 30 anos, quando houve a reforma industrial na China, a intenção era ter crescimento econômico, mas com pouca visibilidade internacional. Atualmente, explicou, com a China consumindo metade do minério de ferro do mundo, é impossível manter essa intenção e, pelo contrário, ela pretende utilizar essa visibilidade a seu favor.
Jornal do Commercio/RJ/LUCAS VETTORAZZO)
Link: http://portosenavios.com.br/site/noticiario/geral/994-preco-de-minerio-para-china-ate-35-mais-alto
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Insper promove seminário sobre empreendedorismo
Portal iG - SP - 19/12/2009
O Centro de Empreendedorismo do Insper (ex-Ibmec SP) e o Fundo Multilateral de Investimento (FUMIN), do Banco Interamericano de Desenvolvimento promovem no dia 14 o Seminário “Empreendedorismo Corporativo na América Latina. Rumo a uma abordagem estratégica”.
O evento vai debater o que leva as organizações a empreenderem novos negócios, por meio de estratégias, novos produtos ou iniciativas individuais de seus funcionários. Além disso, serão conhecidas as melhores práticas na América Latina deste conceito, conhecido como spin off corporativo.
Participará do seminário um dos precursores do spin off, o professor Jay Rao, da Babson College (EUA).
Por Guilherme Barros (iG)
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Premio APIMEC RIO 2008 / 2009
Jornal do Commercio - RJ
éditos - 14/12/2009
O diretor Financeiro da VALE, Fábio Barbosa, e a gerente de Relações com Acionistas da SOUZA CRUZ, Elizabeth Benamor, receberam na sexta-feira o Prêmio APIME RIO 2008-2009, com apoio do JORNAL DO COMMERCIO. A VALE foi premiada na categoria Qualidade, destinada a empresa que fez a melhor apresentação do ano. Já Elizabeth recebeu o Prêmio Especial, para a pessoa física que mais se destacou. O presidente da APIMEC RIO, Luiz Guilherme Ferreira Dias, e o ex-presidente Luiz Fernando Lopes Filho participaram do evento. Na foto, Luiz Fernando Lopes, Elizabeth Benamor, Luiz Guilherme Dias e Fábio Barbosa.

Por Aline Massuca (JCOM / D.A PRES)
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MMX espera zerar dívida com operação com chinesa Wisco
Da Reuters - 15/12/2009
RIO DE JANEIRO (Reuters) - A mineradora brasileira MMX prevê que sua dívida atual, de aproximadamente 600 milhões de dólares, será liquidada com a operação de aumento de capital que resultará na entrada da chinesa Wisco como sócia, afirmou o presidente da empresa, Roger Downey.
Segundo ele, além do aporte da Wisco de 400 milhões de dólares, os acionistas minoritários deverão entrar com mais 260 milhões de dólares, eliminando a dívida e possibilitando novos endividamentos no futuro para projetos de investimento.
"Nossa dívida estará perto de zero e com isso poderemos buscar novas alternativas de funding, como o banco chinês de fomento", afirmou Downey durante evento da Associação de Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais do Rio de Janeiro (Apimec-RJ).
A expectativa é de que a operação ocorra no início de 2010, segundo Downey, que informou que parte da dívida --cerca de 250 milhões de dólares-- está sendo renegociada no momento para um prazo maior. Segundo o diretor Financeiro da MMX, Luis Fischman, também no evento, o objetivo é alongar o prazo da dívida de 14 para 28 meses.
A MMX, controlada pelo empresário Eike Batista, anunciou no dia 30 de novembro a venda de 21,5 por cento de seu capital para a Wisco (Wuhan Iron & Steel Corp) por 400 milhões de dólares.
O acordo também inclui um contrato de 20 anos relativo a fornecimento de minério de ferro à empresa chinesa e a construção de uma usina siderúrgica integrada no Porto de Açu, da LLX, outra empresa de Batista. O contrato é basesado no preço benchmark, ou seja, acertado por uma siderúrgica com seus clientes e seguido pelas demais.
Pelos termos, a MMX garante oferta de 50 por cento do minério de ferro a ser produzido na unidade de Serra Azul do sistema MMX Sudeste, com a possibilidade de aumento do fornecimento em pelo menos 50 por cento do minério de ferro a ser produzido na unidade de Bom Sucesso.
A Wisco produz 31 milhões de toneladas de aço anualmente e tem o objetivo de elevar essa capacidade para até 80 milhões de toneladas de aço/ano.
CHINA INSACIÁVEL
A MMX consiste na MMX Corumbá e a MMX Sudeste, esta última será ampliada para 33 milhões de toneladas entre 2014-2015, informou Downey. A empresa está finalizando também o projeto conceitual de uma mina no Chile, com previsão de produção de 10 milhões de toneladas por ano de minério de ferro, ainda sem data para o início da operação, visando o mercado asiático.
"A China tem um apetite insaciável por minério de ferro e todo minério de ferro que produzirmos será insuficiente. A Wisco nos escolheu justamente pelo nosso potencial de crescimento", explicou Downey a jornalistas após o evento.
A MMX tem atualmente capacidade instalada de 9 milhões de toneladas de minério de ferro e prevê aumentar para cerca de 40 milhões de toneladas entre 2014 e 2015.
Downey considerou que o fato de ter 50 por cento da produção comprometida com a Wisco é favorável e revelou que a siderúrgica chinesa queria no início ter 100 por cento.
"Inicialmente a Wisco queria 100 por cento da produção e achamos um risco comercial alto, preferimos 50 por cento com um cliente e o restante minimizando o risco comercial", contou.
Ele vê grande chance de recuperação do preço do minério em 2010, "para os níveis de 2007", e sem querer prever números concordou com a possibilidade do preço atingir uma alta entre 20 e 30 por cento.
"É possível que reverta a queda de 2009", avaliou, lembrando que muitos projetos foram suspensos por conta da crise e as minas mais caras tiveram a produção interrompida.
"É possível que reverta a queda de 2009", avaliou, lembrando que muitos projetos foram suspensos por conta da crise e as minas mais caras tiveram a produção interrompida.
O preço do minério em 2009 teve uma queda de preço de quase 30 por cento, depois de ter subido entre 65 e 71 por cento em 2008.
A produção da MMX em 2009 vai ficar abaixo da capacidade instalada, já que a produção da mina de Corumbá esteve paralizada de janeiro a maio. "Do primeiro semestre até agosto operamos com 50 por cento da capacidade, não posso dizer como fecharemos o ano, mas a partir de outubro começou a operar com plena capacidade", informou.
Por Denise Luna (Reuters)
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Lojas Renner prevê vendas maiores em até dois dígitos
Brasil Econômico - 19/11/2009
As vendas pelo conceito "mesmas lojas" da Lojas Renner devem crescer perto de dois dígitos em 2010, antecipou hoje (19) o diretor financeiro e de relações com investidores da empresa, José Carlos Hruby.
"No início de 2009, esperávamos um número perto de zero. Hoje, vemos que as vendas serão maiores até o final do ano. Já para 2010, os resultados serão ainda melhores e podem ficar mais próximos de dois dígitos", disse Hruby, em reunião realizada pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec).
No trimestre encerrado em setembro, as vendas "mesmas lojas" da companhia aumentaram em 1,3%.
Em relação à abertura de novas lojas, o executivo confirmou que, em 2010, deverão ser criadas 12 novas unidades, cujos investimentos devem ultrapassar R$ 60 milhões.
"Vamos fortalecer a presença em praças onde já atuamos. Em capitais como Recife, Fortaleza e Salvador, podemos dobrar o número de lojas que temos hoje", afirmou.
Questionado sobre a atuação em lojas de rua, Hruby ressaltou que este ainda é um desafio para a Renner, cujo atual modelo de negócios demanda áreas específicas. "Seguimos avaliando oportunidades, mas muitos dos prédios que consultamos não foram construídos para comportar uma loja como a nossa".
Ainda assim, o diretor de RI não descartou a possibilidade de uma possível integração com alguma rede varejista voltada à classe econômica.
Produtos financeiros
Segundo Hruby, a Renner segue focada no avanço de seus produtos financeiros. "Com a instituição de uma financeira própria, conseguiremos atingir maior rentabilidade desses produtos que, hoje, ainda levam a perdas para a empresa", acrescentou.
A criação de uma financeira própria deve ser concluída ainda em 2010, segundo ele.
Sobre a implantação do cartão co-branded da Renner, que contemplará as bandeiras Master Card e Visa, o executivo informou que já estão sendo realizados testes para que o produto seja lançado aos clientes em maio de 2010. A princípio, serão fornecidos 1 milhão de cartões.
Operações on-line
Em relação ao comércio eletrônico de produtos, Hruby destacou que as operações continuarão concentradas na venda de relógios, perfumes e roupas íntimas femininas apenas.
"Nos próximos meses, manteremos uma postura low profile nesse segmento. Não temos intenção de aumentar esse mix para vestuário no curto prazo", disse.
Vivian Pereira (vpereira@brasileconomico.com.br) on-line
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Contrato da União e Petrobras para pré-sal pode ser revisto em 2 anos
Valor Online - 18/11/2009
A Petrobras e a União discutem um prazo de 24 meses para a revisão do valor dos 5 bilhões de barris em reservas de óleo que serão cedidos onerosamente pelo governo à companhia estatal.
De acordo com Alexandre Quintão, coordenador da área de Relações com Investidores da empresa, o prazo é suficiente para reduzir algumas incertezas sobre a exploração na área do pré-sal, uma vez que ambas as partes terão mais dados a partir dos resultados das perfurações de poços na região durante os dois anos.
"Essa é uma ideia que a Petrobras e a União vêm discutindo e no contrato de cessão onerosa vai estar bem definido como será feito o ajuste (do valor do petróleo)", afirmou Quintão a jornalistas em evento promovido pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec).
O executivo disse, no entanto, que ainda não há uma fórmula definida sobre como será feito o ajuste de preço. No momento, a Petrobras ainda está em fase de "discussões técnicas" com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para definir onde serão feitas as perfurações que irão definir a área a ser cedida onerosamente à estatal.
A partir daí, laudos técnicos irão definir o preço dos barris, mas o contrato de cessão onerosa prevê uma cláusula de revisão das condições inicialmente pactuadas.
A possibilidade de mudanças no contrato protege o acionista no caso de uma desvalorização do petróleo, disse Quintão, ao responder uma questão sobre as incertezas aos investidores trazidas pela revisão.
O coordenador informou ainda que a companhia estuda mecanismos para consultar os acionistas minoritários sobre a cessão onerosa, já que o assunto não será apreciado em Assembleia Geral Extraordinária (AGE).
A expectativa dos executivos da Petrobras é de que tanto a capitalização da empresa como o processo de cessão onerosa sejam finalizados no primeiro semestre de 2010.
Segundo Quintão, os acionistas minoritários terão o direito de acompanhar o aumento de capital. Não obstante, o coordenador reconheceu que eles poderão ter participação diluída, caso não queiram ou não possam participar da operação.
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